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Novo anúncio: VIP LUXÚRIA

Ficou bem lindo o anúncio no site do querido amigo Felipe, o http://vipluxuria.net. Infelizmente, nossas agendas não bateram, e não pude ainda assinar a autorização para publicar minhas fotos de rosto lá – mas vocês sempre podem vê-las aqui. Estarei atualizando sempre que possível.

Outras pequenas observações: ao contrário do publicado lá, eu NÃO ATENDO  a mulheres, eu NÃO ESTOU DISPONÍVEL para eventos e ÀS VEZES atendo a casais (desde que não role bi feminino). Tenho amigas para duplas, sim, e vocês podem ver algumas delas em http://missdelicia.net

Ah: estou nas “Morenas”, mas agora sou loira, né? Perdão, falha nossa

Acessem:

http://www.vipluxuria.com/conteudo/perfil.php?id=1063

..dos meus motivos..

Amigo me perguntou, ontem, por que mostrar o rosto, logo eu, que sempre fui tão intransigente quanto a isso… E as respostas são duas, e são simples.
A primeira, meio boba, mas nem por isso desimportante. Coisa de vaidade, mesmo: eu ando muito, muito cansada de gente que sequer me conhece falando do que nunca viu.. De gente que me conhece e, por falta do que falar ou desejo de me prejudicar, mente. Essas coisinhas não deveriam chatear, mas chateiam..
O outro motivo, mais sério, talvez: eu, que falo, que escrevo tanto contra o estigma e preconceito.. Comecei a me perguntar se não estaria colaborando com isso tudo me escondendo tanto.
Então, cá estou: imperfeita, mulher, inteira.
Esta sou eu, e desculpem-me se assusto :)

Mude seu mundo

Por: @GreekNovo

Nao é um TD. É uma descrição de uma experiência reveladora. Há menos de um ano não havia tido nenhuma relação com uma acompanhante/GP. Tinha curiosidade de como seria desde a minha puberdade, carregado de estereótipos e dúvidas. Mas chega a hora que devemos ter experiências distintas até mesmo para ter uma visão mais abrangente do mundo. Meu ofício está relacionado com a compreensão do indivíduo como consumidor e suas motivações. Logo, usei-a como (boa) desculpa para iniciar esses tipos de encontros e conhecer esse novo mundo.

Sem nenhuma referencia, fui para internet e caí em dois sites. Como escolher? Que critérios utilizar? Totalmente surreal para um neófito. Muitas opções, descrições ambíguas, fotos nem sempre reais. Encontrei a Monique. Fotos lindas, corpo ao meu estilo das minhas preferencias (lábios carnudos, seios fartos e muito mistério…) e locais próximos. Mas eu não estava preparado para ela…. Tinha que iniciar por algo mais simples, menos complexo e sofisticado para um novato no ramo.

Escolhi em um site alguém interessante, mas que não me ameaçasse na minha timidez. Foi uma experiência satisfatória, mas incompleta. Busquei uma segunda, detentora de um corpo perfeito e tinha tudo para ser espetacular. Empatia zero, relação mecânica. Insisti na busca, evitando quem eu deveria ter escolhido desde o principio. A terceira me convenceu que estava no caminho errado.

Amadureci a minha escolha, como se escolhesse o melhor dos vinhos para a melhor das ocasiões. Acompanhei sua trajetória no twitter e nos seus blogs. Uma cabeça interessantíssima, além dos atributos físicos que imaginava a partir das fotos. Era a hora!
Marcamos no Sherwood e eu estava realmente muito nervoso!

O som dos sofisticados sapatos altos na escadaria enquanto esperamos causa uma ansiedade próxima daquela de alguém que pulará de paraquedas de um avião em movimento. A primeira imagem não foi esquecida: linda, simpática e reservada (para não dizer tímida).

Conversamos, nos sentimos mais soltos e o temor e a timidez foram sendo gradativamente abandonados. O retirar das peças, revelando seu corpo, feito com calma e um prazer juvenil, era muito mais excitante que uma transa rápida e direta. Seus seios me enlouqueceram, tanto quanto seu toque. O tesão crescente era domado e modulado pela habilidade, experiência e o carinho que ela me proporcionava. Não me lembro quanto tempo toda experiência levou, mas foi plena. O problema é que se tornou viciante. Os encontros se repetiram algumas vezes e sempre me sentindo confortável, respeitado e disposto a repetir aqueles instantes de tensão, êxtase e tranquilidade.

Alguém já disse nesse blog ou twitter e reafirmo: Monique Prada não é para todos. É para quem busca algo além de simples sexo, rápido e totalmente descompromissado. Se alguém quer desfrutar de uma experiência ampla e estimulante e que não se encerra na despedida, recomendo essa extraordinária oportunidade. Como era dito em uma campanha de uma agência de viagens, “nunca se volta igual de uma viagem”, especialmente se for com Monique Prada.

Pegando leve….

Com a palavra, o patrocinador: começando a sequência de posts do @ale_427 , conforme prometi mais cedo.. E começando com a versão light (me odeiem rs). Já estou até pensando em abrir um concurso pra “melhor relato”, tamanha a quantidade (e qualidade) dos relatos que os meninos me enviam. Lá vai.

“Quase 1 ano na espera e “enrolando” a linda Monique Prada, enfim tenho a oportunidade de conhecer aquela mulher deliciosa que eu ficava cheio de vontades só em olhar suas fotos.
Marco tudo com ela, e me mando a Porto Alegre, ansioso, cheio de expectativas e com vontade.
Com as anotações em mãos, para não me perder em POA, chego ao motel.

Primeira vez nesse tipo de lugar, chego envergonhado. Sem saber muito como agir, sigo a instrução da Mô, peço um quarto e a aviso.Depois de sofrer para achar o quarto, entro e vou tomar um banho.

Limpinho e cheiroso, espero ela chegar. Uma espera longa que só me deixou mais nervoso, ansioso. Mas com mais vontade ainda.

Depois de um longo tempo ela chega. Eu com um nervosismo do tamanho do mundo, abro a porta pra ela entrar e volto pra cama.

Tímido, preocupado com o fato que ela poderia não gostar de mim, deixo ela conduzir as coisas. Apresentações feitas, um pouco de conversa para quebrar o gelo (tanto tesão que estava, já estava pronto nessa hora) e vamos ao que interessava.

Ela linda tira o vestido, já me deixando doido com aqueles seios lindos e uma tatuagem que eu adoro. Tira minha bermuda e cueca o oral. Tinha lido que ela gostava, mas não sabia que era tanto. Oral com vontade, com gosto por um longo tempo, eu maluco de tesão me segurando para não acabar já nessa hora.
Para acalmar minha vontade de acabar, peço pra fazer oral nela (não sou bobo nem nada). Calcinha saindo do corpo dela, fiz com todo o gosto que tenho por oral.
Curtindo estar ali, ela me deita na cama e parte pra cima.
Fazendo maravilhosamente, eu ia sentindo ela deliciosa, enquanto pegava nos seus seios. Bom quando ela colocou minhas mãos no seios dela, ali vi que ela gostava e ai mesmo que não tirei mais.
Precisando fazer com vontade, peço pra ela deitar na beira da cama e fico em pé no chão. Forte vou fazendo com vontade, com todo o desejo que tava por aquela mulher. E pegando nos seios. hehehe.
Sem muita noção de tempo, partimos pra tradicional de 4 (não pode faltar né). Com a força que ainda tinha, fui fazendo gostoso (espero) até não aguentar mais. Cai quase que exausto na cama, e deixando ela tomar iniciativa do que aconteceria a partir dali.
Sem perder tempo ela recomeça um oral acompanhado com as suas mãos. Sem condições de aguentar mais, educadamente e com medo pergunto se podia acabar no oral que ela estava fazendo, e para minha alegria, sou atendido. Uma delicia.
Acabado, feliz, e ainda com vergonha ganho carona dela até a rodoviária e viajo feliz da vida.
Mulher linda, maravilhosa e perfeita.
Uma ótima companhia. Apesar de falar pouco (unica coisa a lamentar nela), é uma mulher educada, culta, inteligente. Te deixa super à vontade e é uma maravilha no sexo.
Feliz fico, e querendo mais!!”

…qualquer coisa além da beleza…

Com a palavra, o patrocinador: relato enviado por @colorado_1

“A Monique é uma sedutora. E ela faz isso de uma forma absolutamente natural, não forçada. Quando percebi, já estava completamente seduzido por ela. O sorriso discretamente malicioso, o toque sutil, a gentileza ao conversar, entre outras coisas, provocam esse clima de sedução.

O momento em que ela tira o vestido é inesquecível. Aqueles dois, três segundos são indescritíveis, por mais que eu tente. Respeito as opiniões contrárias, mas penso que nada é mais belo do que uma mulher nua deitada em uma cama. E quando essa mulher chama-se Monique Prada, a visão é ainda melhor.


Quando tu transas com uma mulher como a Monique, é lógico esperar que ela seja sexy e “quente”, a surpresa é descobrir como ela é gentil e carinhosa na cama, de jeito nenhum ela age de forma mecânica e fria. Ela te deixa completamente à vontade, transar com ela dá uma sensação de prazer completo, é algo bem mais amplo do que apenas o prazer sexual.

O sexo oral dela é espetacular e único. Ela engole o pau inteiro e o aperta com a garganta. É um momento extremamente prazeroso. A Monique é pós-doutora nessa área (e tem lábios maravilhosos, guardadas as devidas proporções, ao estilo Angelina Jolie).

Ela tem o perfil da mulher brasileira, pequena, mas voluptuosa, com seios grandes (siliconados, aviso antes a quem não gosta), bunda grande e coxas grossas. É uma mulher que desperta o desejo de qualquer homem.
Ela toca o teu corpo de maneira suave e sexy ao mesmo tempo, apenas com a ponta dos dedos. O cheiro da Monique é delicioso, sedutor. Melhor que isso apenas o gosto dela. Sim, ela tem um gosto doce. Só conhecendo-a para entender perfeitamente isso. O cheiro e o gosto dela permanecem várias horas após a transa. Só não sei se isso é uma coisa real ou é uma artimanha do cérebro para não esquecê-la. E fica a dica: ela adora ser massageada e receber sexo oral.
As fotos permitem ver tão belo é o corpo dela, mas só o contato pessoal permite conhecer o seu carisma, ela é uma daquelas pessoas que tem personalidade, não é uma dessas mulheres “tão iguais e tão sem graça”. É curioso, mas basta vê-la caminhando para perceber como ela é segura e diferente. A Monique está muito além do estereótipo das acompanhantes. É uma mulher de uma inteligência impar. Conversar com ela é sempre agradável. Ela é uma mulher forte, quem a segue no twitter sabe muito bem disso.

A Monique é uma mulher para homens que realmente apreciam uma mulher. Ela tem bunda, seios e coxas maravilhosas, mas é muito mais que somente isso. Entre os nossos poetas, Vinicius de Moraes foi quem mais amou as mulheres. Casou-se inúmeras vezes, teve outros inúmeros casos, escreveu várias letras e poemas dedicados a elas. Era um apaixonado pelas mulheres. Por isso, em “Samba da Benção”, ele afirmou: “uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza”. A Monique é exatamente assim. Ela tem esse algo a mais. E é justamente isso que a diferencia e faz com que ela seja uma mulher especial e rara. A Monique Prada é o tipo de mulher que é a tradução real e viva do significado que os dicionários dão à palavra mulher.”

Sexo matinal…

Com a palavra, o patrocinador:

março/2013

“Estava com muita vontade de conhecer a Monique, acompanho ela em redes sociais e curto ler os textos e comentários que desenvolve com muita inteligência e principalmente pelas fotos do seu site que foi o fator decisivo para marcar com ela. Mandei uma mensagem pra ela sendo o mais objetivo possível marcando local e horário e ela me respondeu com mais objetividade ainda,simples e direta como tem que ser. Me perguntou se eu queria alguma coisa em especial e eu pedi que surpreendesse e foi o que ela fez.

Horário combinado ela chega, fui em direção a ela e comecei a beijar aquela boca carnuda e fui correspondido, me beijou com vontade, minhas mãos a essa altura já percorria o corpo dela e ela já acariciava o meu pau. Gosto dos detalhes dos movimentos das caras e bocas, ela foi desabotoando botão por botão de sua roupa lentamente, ela estava com uma lingerie maravilhosa uma combinação perfeita em um corpo delicioso.

Ela então se ajoelhou na minha frente e começou com um oral espetacular, chupava,lambia e beijava todo meu pau,não resisti e deitei ela na cama, queria retribuir o carinho então comecei a chupar e lamber todo o corpo dela, ela tem uma pele macia e cheirosa que só aumentou meu tesão. Fiquei um bom tempo chupando a Monique até ela praticamente pedir pra eu come-la, ela colocou a camisinha e veio por cima,lentamente foi se encaixando e começou a galopar e rebolar no meu pau, e eu acariciava seus lindos seios,um espetáculo à parte, deliciosos.

A Monique estava sentido prazer tanto quanto eu e é isso que torna um td prazeroso, não pago apenas pra sentir prazer, gosto de proporcionar prazer, faz bem para o ego satisfazer uma mulher. Pedi pra ela ficar de quatro e fui prontamente atendido, soquei com força na Monique e ela gemia de prazer, deitei ela novamente na cama e fizemos um ppmm onde pude beijar um pouco mais sua boca e sues seios até não aguentar mais e gozar.

Ficamos um tempo deitados, eu em estado de êxtase total,feliz e satisfeito e ela do meu lado sorrindo.
Recomendo a Monique, mulher linda,gostosa super profissional, não reclamou de nada, curtiu todo o momento.
Com certeza irei repetir.

Abraço,
Alexandre Wellness”

(Nota da Mô: esse homem é uma delícia!)

** Este relato, assim como qualquer relato positivo a meu respeito, teve sua postagem vetada no GpGuia (informação do forista, que recebeu mp do administrador vetando). Doravante, todos os relatos REAIS sobre meu atendimento serão postados aqui. Envie o seu: contato@moniqueprada.com

InstaMô da terça-feira nubladinha

Que o dia nos seja leve como a brisa que corre lá fora…

InstaMô da Sexta

A seleção da sexta-feira. Sexta-feira Santa, comecinho de feriado (pra quem ainda acredita em feriados rs). Faz um belo dia de sol por aqui.

InstaMô – Pedacinhos dos meus dias

Retalhos meus e do que vejo, capturados através da câmera do meu celular, o “InstaMô” é isso.. É olhar o mundo através dos meus olhos.
A proposta foge um pouco do que se espera de um site de acompanhante, e surgiu quando tive minha conta de Instagram deletada, depois de alguma denúncia boba sobre conteúdo pornográfico. Estava firme na proposta de não mais usar o app, e tive a ideia de criar uma página por aqui, com as fotos que me agradavam. A ideia foi ficando de lado, e só hoje retomei. Espero que gostem.
Se quiserem seguir “meu olhar” mais de perto, sigam-me no Instagram (eu voltei): moniquepradapoa.

“A regulamentação da prostituição nos tira debaixo do tapete”

Regulamentação da prostituição, preconceito, racismo, visibilidade são alguns dos temas que abordo na entrevista que dei semana passada para o Jornal Sul21. Recomendo fortemente a leitura, neste link > “A discussão sobre a regulamentação da prostituição nos tira de baixo do tapete

“Pagando por sexo” e a hipocrisia nossa de cada dia: o pecado está no lucro?

Chester Brown é, em certo sentido, um cara corajoso. Ele usa seus quadrinhos, bastante expressivos na sua “não emoção”, para esboçar uma tese bem interessante na racionalização da malaise masculina na virada para o século XXI: o mito do “amor romântico” é um mal que deve ser extirpado das aspirações humanas na sociedade contemporânea. Tese que ele defende, ao longo dos quadrinhos que ilustram seu livro, com muita convicção – ardorosamente, até, mas sobretudo, racionalmente. Como demonstração, ele utiliza sua opção de buscar o que não tem mais – sexo – com prostitutas, entre março de 1999 e dezembro de 2003, em Toronto.

“Pagando por sexo” é um livro interessante, a começar pela apresentação – quadrinhos tornam qualquer assunto mais palatável. Confesso que meu primeiro impulso foi o de desconstruir um a um os argumentos apresentados pelo autor em defesa de sua opção. A começar pela chamada: “O amor romântico? Não existe. Pagar por sexo é melhor.” Perfeito – mas talvez seja a hora de contar isso aos maiores interessados: às prostitutas, seus amantes, maridos, e mesmo patrocinadores eventuais que acabam por se tornar fixos e fiéis. Coisa, aliás, que acontece com ele mesmo, ao final – chegaremos lá…

No desenrolar da trama, conhecemos um Chester meticuloso em seu planejamento e em suas justificativas. Após uma conversa (surreal para nossos padrões – e só isso já recomendaria o livro para nossos emocionais casais brasileiros) em que sua namorada “pede permissão” para ficar com outro, ele – que segue morando com a moça, agora em uma relação de amizade – decide não mais se envolver. Considera que o “desgaste” de conseguir e conviver com uma nova namorada não compensa a satisfação. Confrontado com a necessidade e desejo de transar de quando em vez, e a total falta de vontade de iniciar um novo relacionamento, Chester acaba se decidindo por pagar… por sexo! Um modo fácil e racional de economizar emoções.

Entretanto, Chester é neófito na temática. Passa por todas as dúvidas de um iniciante, como se tivesse vinte anos ao invés dos quase quarenta que já o alcançaram.. aceita todas as desculpas mais clássicas de nossas heroínas, nunca pondo em dúvida a sinceridade delas… Não por acaso, uma das moças diz que ele foi muito bem “recomendado” por sua amiga (no jargão do meretrício, a definição mais apropriada para “bem recomendado” traduz-se pelo desejável trio de qualidades: “tem pau pequeno, goza rápido e paga direitinho”…).

Enfim.. Chester é um canadense que acredita, sobretudo, na sinceridade como a virtude humana suprema. É filho da lógica “fumei mas não traguei” que impregna aquelas paragens. Assim, ele quer sempre justificar e proteger as moças que o satisfazem frente à argumentação preconceituosa de seus amigos (sim, ele apregoa aos quatro ventos sua opção pelo sexo pago – o que, a meu ver, justifica o adjetivo que empreguei no começo: corajoso. Assumir essa opção para amigos não adeptos da prática gera, não raro, estranheza e indignação..). No entanto, quando confrontado às questões “espinhosas” (como, por exemplo, se não estaria ele contribuindo para o enriquecimento de cafetões), sua resposta se resume a um tímido “espero que não” – embora as evidências apresentadas mostrem que nenhuma daquelas moças atua sozinha, sendo muitas, mesmo, imigrantes, provavelmente ilegais.

Com a continuidade dos encontros, Chester vai ganhando “cancha” – o que ocorre sobretudo a partir do conhecimento de um site que dá notas às prostitutas de Toronto (similar aos nossos fóruns que, ainda que não sejam totalmente confiáveis, ainda assim, são um bom canal para a troca de informações sobre o assunto. Nos primeiros anos de existência, era comum ver foristas referindo-se ao GpGuiA – que teve sua festa de 10 anos em agosto último – de PROCON do putanheiro, e devo eu mesma admitir que houve um tempo em que cumpriu bem este papel, muito embora hoje – infestado de tds “falsos”, em muitos casos “plantados” por agentes e mesmo pelas próprias acompanhantes, e, ao menos aqui no Sul, pautado por um sem número de regras bobas, mutáveis ao sabor do humor do administrador – seja apenas uma desbotada sombra do modelo revolucionário que já representou um dia).

Terb - Toronto Escort Review Board, um dos fóruns de clientes de prostitutas, no Canadá

Conforme adquire mais experiência, Chester percebe-se emocionalmente abalado após os programas, sobretudo ao repetir encontros com a mesma garota, e tem dificuldades para entender o que está acontecendo. Até que ele acaba por rever seu conceito, e o adapta para algo mais palatável e menos discutível. O problema não é mais o “amor romântico” mas sim a monogamia forçada a ele associado.

Quem espera transas mirabolantes nos quadrinhos do livro não encontrará. Os encontros de Chester são descritos com recato – até para evitar a identificação das moças – mostrando simplesmente aquilo que muitas vezes ocorre entre cliente e acompanhante. Ao contrário do que talvez espere quem não “vive” no meio, Chester tem o comportamento padrão do patrocinador de meretrizes “de sites”: longe de ser um sociopata solitário, agressivo e amargo, Chester é gentil e educado. Busca nos encontros apenas alguma satisfação e não vê problemas em pagar por isso – como pagaria por um corte de cabelo ou uma sessão de psicoterapia. Usa os encontros apenas como um meio de conseguir satisfação economizando sentimentos e emoções.. Comportamento bastante usual nos dias atuais. Como se sexo fosse, realmente e apenas, uma necessidade fisiológica, básica. É assim que Chester o vê e, sob este aspecto, é cauteloso: racionaliza a questão, mede consequências, calcula gastos, jamais cede a impulsos.. tudo o que ele quer é prazer, e o busca nos tediosos encontros de curta duração com prostitutas. Orgasmos sintéticos, gemidos sincronizados e o “vazio” que o acomete quando essas relações tornam-se rotina. Contraditório, pra quem quer fugir do que chama de “amor romântico”, não? Ao menos quando essa fuga se dá por conta da rotina inevitável das relações duradouras… Ou não? A rotina é mesmo menos assassina quando se muda apenas os personagens?
Fugindo um pouco do assunto, há um ponto que gostaria de ressaltar a respeito de Chester: seu comportamento (embora, muito provavelmente, ele mesmo nunca venha a se dar conta disso, talvez mesmo por falta de interesse), essa pseudo-promiscuidade, esse “entregar-se” a prazeres proibidos e mundanos, atrai o interesse de muitas “civis”.. Loucas para preencher o vazio existencial imenso que assola a alma desse pobre rapaz carente, esmeram-se em produções sensuais, devoram 50 tons de qualquer cor que lhe caia nas mãos e vão à luta. Desastroso erro de avaliação… Dificilmente um homem que habitualmente recorre aos serviços de meretrizes deixa de fazê-lo apenas por ter assumido um relacionamento. Além do mais, homens que saem com meretrizes não são necessariamente carentes, nem há garantia de sofrerem desse vazio existencial imenso do qual nos falam as pessoas que optam por ter uma vida sexual “convencional” – com romance, diria eu. Ah, o vazio…


Ao final, há uma discussão mais séria sobre temas envolvendo questões morais e legais quanto à prostituição. Comentarei algumas das questões levantadas pelo autor com base em minha experiência pessoal:

1. A prostituição é apenas uma forma de namoro e, no futuro, as pessoas encararão com naturalidade tanto pagar quanto cobrar por sexo – Bom, eu vejo, sim, os encontros como “uma forma de namoro” com hora marcada e duração pré-determinada.. Mas discordo que haja a possibilidade de, algum dia, ser visto como “normal” o pagar ou receber por sexo. Num mundo perfeito, isso talvez fosse o ideal – mas minha experiência pessoal leva-me a duvidar dessa possibilidade. Pagar por sexo já é, nas “internas”, relativamente bem aceito. Receber por sexo, isso sim, é tido como comportamento passível de condenação. Senão, vejamos: enquanto “civil”, convivi com muitas mulheres que tinham, secretamente, uma vida sexual tão ou mais libertina quanto a que passei a ter enquanto acompanhante. Pois muitas dessas modernas e descoladas moças adotaram uma posição ridiculamente hipócrita e cínica quando decidi passar a atuar como acompanhante. Não questionaram meus motivos, não me deram chance, nada me perguntaram. A condenaçäo veio quase que imediatamente: as queridas amigas “civis” que antes me confessavam seus casos extra-conjugais, que freqüentavam festas estilo “clube de mulheres”, despedidas de solteira nada inocentes, eram habituès de casas de swing (gosto e prática que compartilhávamos), pediam-me indicação sobre prostitutas que não raro contratavam para “presentear” o parceiro em ocasiões especiais – repudiaram minha decisão, excluindo-me do grupo e, através de fofocas, prejudicaram-me intencionalmente em minha vida pessoal. Vejam: a única mudança é que passei a.. cobrar por sexo! “Mudei” de lado, passei a ser imoral, condenável.. Seria o lucro meu grande pecado?

2. Prostituição masculina: se um homem decide ser profissional do sexo, a sociedade aceita melhor este fato, já que homens são “donos” de sua sexualidade – Discordo. Vejo que a condenação ao garoto de programa é ainda mais dura que às garotas: ele é um homem em condição de inferioridade, pois se SUBMETE (??) a fazer sexo em troca de dinheiro. Passa a estar em posição de inferioridade em relação a quem o paga. A questão aí é puramente financeira…

3. Você é dono do seu corpo! Sim – e decide o que bem fazer com ele, de modo que não há imoralidade real em optar pela prestação de serviços sexuais. Sempre importante lembrar que o que eu “vendo” não é físico – meu corpo. A prostituta “vende” serviços sexuais, vende uma parte do seu tempo. O cliente não determina tudo o que acontece apenas por estar pagando. Tudo acontece, ou DEVERIA ACONTECER, em pleno acordo entre as partes.

4. Prostitutas fazem sexo sem desejo? Eventualmente, sim. Mas há outras circunstâncias que levam mulheres a transar sem desejo – manter o casamento, por exemplo.

5. A questão da escolha… Se uma trabalhadora recebe x por determinado trabalho, e lhe oferecem receber três vezes mais que x em outro trabalho, deve ela recusar? Obviamente, não.. Por que isso ainda soa estranho quando se trata da prostituição? Por que deveríamos dizer “não”, se nos agrada o trabalho e ganhamos bem com ele? Procuro resposta para essa pergunta há tempos, e até hoje não encontro resposta ou motivo concreto que me leve a abandonar a atividade. A não ser pela condenação moral de uma sociedade que nos alimenta, mas não nos quer à mesa…

Monique Prada, setembro/2012
Acompanhe-me pelo Twitter: @MoniquePrada

Novo ensaio – parte 1 – setembro/2012

 

Encontro com Dandara (relato dela)

Olhei as fotos da Monique no site, depois a conheci numa festa do GpGuia.. morena muito linda, também de rosto..
Liguei para um cliente e ‘plantei’ a ideia.. ele confiou no meu palpite e foi ‘no escuro, sem ao menos ver as fotos dela.
Chegando ao Porto dos Casais, 20 minutos antes dele, ficamos conversando no carro dela, que, para minha surpresa, levou um espumante (‘por que nosso encontro era especial’, disse..)

Entramos no quarto.. como sou bem exibida, fui batendo um papo e tirando a roupa.. meu cliente foi tomar um banho comigo.. arretinho básico, beijos calientes, mãozinhas passeando pelos corpos.. Monique cuidava do ambiente, do espumante, das taças..

Saímos do banho,  pedi um beijo a Monique – bem intenso, interrompido pelo amigo que também queria participar. O conduzimos para a cama e começamos um oral bem dividido entre nós duas.. Subindo e descendo no pau dele, roubava beijos dela. Menino pediu para chupá-la, mas me ‘atirei’ primeiro, antes que ele a babasse toda.. derramei espumantee nela, e fui ‘ao sacrifício’ rs.. deitei-a na cama e comecei os ‘trabalhos’ com a língua. Meu amigo, como bom apreciador de bucetas, veio me chupar – delícia, ele! Ficamos ali por bastante tempo, quase gozei.

Monique disse que preferia gozar metendo… então, coloquei o ‘capote’ no meu amigo, deixando a ela a ‘honra’ de inaugurá-lo.. pulou pra cima, cavalgando de frente para o moço, enquanto eu lambia seu rabinho – o que a deixou beem soltinha.. ficamos um tempo assim, e ela gozou. Então, meu cliente pediu que ela cavalgasse de costas, enquanto eu sentava na boca dele.. obedeci prontamente.

Mudamos de posição, minha vez.. pedi que metesse de quatro, delícia, adoro.. enquanto ele metia, Monique me tocava e sugava meus seios.. não aguentei, e gozei. Passamos pro ‘papai-e-mamãe’, metendo e aquele olho no olho.. amigo fazendo acrobacias pra conseguir meter em mim e chupar a bucetinha da Monique de pé – cena muito boa de se apreciar.. troca o capote e come Monique de 4, enquanto eu a chupo.. por baixo, toda molhada.. Amigo não se aguentou e acabou gozando com ela de quatro.

Terminamos o espumante, aquela conversa boa, agradável, de velhos amigos.. Fomos para o banho.. Estourado o tempo dele – tinha uma festa da empresa – fomos embora, plenamente saciados…

RESUMINDO: A MONIQUE PRADA É MUITO GENTE FINA, CORPO EM FORMA, SEIOS LINDOS, UM BOCÃO, MULHER BEM CUIDADA, CHEIROSA E BEM ARRUMADA. BEM RECOMENDADA PRA QUEM GOSTA DE MULHERES EXPERIENTES.

Relato por Dandara – @DandaraGaucha – dezembro/2009
Fotos: Monique e Dandara, motel Coliseu, meados de 2011

 

..mansa..

” O segredo doce manso de mulher que eu esculpi nos cérebros dos homens, com palavras de cobre; imagem tatuada nos olhos deles. Consumia-os a febre das suas entranhas, o indissolúvel veneno das lendas. Se esta torrente deixava de os devorar, ou se eles se libertavam por si próprios, eu povoava a sua memória com a história que eles queriam esquecer.”  Anais Nin

 

Começo..meio..fim..

Um pouco de fetiche …

 

 

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Mini-saia sem calcinha

Alongamento…

Brinde à vida

 

Sutileza..

.. me agrada a sensualidade menos óbvia, implícita… mais insinuar do que mostrar..

As 10 Coisas mais assustadoras que aprendi na Internet sobre garotas de programa blogueiras:

1 – GPs blogueiras são babacas e têm problemas pessoais e/ou psicológicos;

2 – GPs não devem ter blogs. Ninguém acessa esses blogs de GPs, pois há no mercado muitas revistas, jornais e outras mídias muito mais importantes. A Grande Mídia não preza
blogs de GPs nem quer outra Bruna Surfistinha (e, afinal de contas, sabemos que TODAS as GPs que criam blogs sonham, na verdade, em virar a nova Bruna Surfistinha).  Devemos nos importar cada vez mais apenas com a Grande Mídia, pois sabemos que, obviamente, essa coisa de Internet é ultrapassada e blogar  ’já era’.

3. Homens de verdade não são gentis e muito menos presenteiam GPs. Homens que presenteiam GPs são lenda. Homens que presenteiam GPs com sapatos, além de lenda, são malucos. Ou afeminados. Ou babacas induzidos pelo que andam lendo nos blogs das GPs. Desconfia-se, aliás, que as GPs inventam essas coisas apenas para causar inveja nas outras GPs. Aliás, a maioria das GPs só se dá ao trabalho de criar e manter um blog para causar inveja nas outras GPs e enganar os trouxas que saem com elas.

4. Homens de verdade não lêem blogs de GPs por causa dos erros de ortografia. Homens de verdade jamais cometem erros de ortografia. Quando pensamos que homens de verdade cometeram algum erro de ortografia, na verdade, estamos nos deparando com um erro de digitação.

5- Homens de verdade desprezam as blogueiras, pois elas são indiscretas. Homens de verdade prezam somente garotas discretas que anunciam em sites famosos (e caros). Preferencialmente as que, discretamente, mostram o rosto.

6- Homens de verdade têm certeza de que isso de expressar e sustentar opiniões, denunciar conduta agressiva e preconceituosa, correr atrás de seus direitos… Essa coisa de ‘direitos iguais’, liberdade sexual, independência, respeito, não à violência, combate ao assédio moral, essa baboseira toda só pode ser coisa de puta feminazi baderneira ..

7- GPs vivem num mundinho à parte e o que elas escrevem não é definitivamente do interesse de ninguém. Isso (o que elas escrevem) se chama, na verdade, CyberPPP, um termo moderno para designar o tão famoso ‘papo padrão de puta’, mas agora cibernético. GPs não têm vida pessoal e deveriam se restringir a escrever receitas culinárias. Caso não saibam cozinhar, devem urgentemente aprender. E postar receitas. (E isso de postar receitas me lembra tanta coisa  ..)

8- Comentários de um prestador de serviço acerca do próprio atendimento não têm nenhuma credibilidade. Prestadores de serviço mentem o tempo todo a respeito de seus serviços. Prestadores de serviço só querem te enganar.

9- GPs bonitas e gostosas não têm tempo para essa besteira de ler, estudar e muito menos postar em blogs. Elas passam o dia e a noite de quatro em motéis e nem deveriam ter computador em casa, pois realmente não têm tempo para usá-lo. GPs que lêm, estudam, escrevem em blogs só o fazem por que são muito feias – e então, têm tempo de sobra. Estas mesmas GPs que têm tempo de sobra têm, ainda, maus blogs. Péssimos blogs. Os bons blogs de GPs, na verdade, são feitos por eficientes equipes de publicitários, web designers e até (surpreenda-se!) por ghost writers. Os textos dos blogs de GPs, na realidade, são escritos por homens !!! Pobres homens estes que se submetem a ser pagos com a única moeda de que as GPs dispõem para pagar pelos serviços que contratam – sexo, claro. GPs nunca pagam nada em dinheiro.

10. Se ninguém mais sair com as GPs blogueiras, automaticamente os blogs sumirão do ar, as GPs blogueiras não mais expressarão suas opiniões e os homens de verdade estarão livres para seguir enriquecendo a Rede com mais e mais lixo .. ops .. enriquecendo a rede com suas opiniões bem embasadas e inteligentes . Assim, aliás, estarão livres de, quem sabe, um belo dia, caírem em um destes hipnóticos blogs e saírem a comprar sapatos femininos. Boicote às perigosíssimas GPs blogueiras!

Buenas.. Algumas besteirinhas, só pra espairecer.. Obviamente, não penso assim..  As besteiras supracitadas fazem parte de um tópico de discussão em uma comunidade de ‘homens que não lêem blogs de garotas de programa” (estranhíssimo, pois me pareceu claramente que o blog citado era meu rsrs; acho que li algo como “blog rosinha da putinha” e “SENSURA” – com S, assim mesmo rs. Pra quem não lê esse tipo de blog, está bem informado o cidadão …)

Confesso que, num primeiro momento,  achei melhor nem opinar – primeiramente,  por que é quase impossível levar a sério um ser que expressa pensamentos tão obsoletos e em tamanho desacordo com a realidade que o cerca. Por outro lado, também ando cansada de me incomodar com besteiras, e com bestas ..
Olhem .. O  rapaz que ‘puxou’ o assunto me pareceu, com toda a sinceridade delicada de que sou capaz, um tanto quanto perdido em relação às mídias sociais, inclusão digital, etc. Exagerando: ousaria até dizer que, para ele, Wikileaks é apenas um tipo de “Wii” (o joguinho aquele) que usa calças, Twitter é aquela coisinha do alto-falante e ‘brógui de puta é um baguio ali nas rede qui elas usa pramódi mostrá as parte i vê si rola argum”.
Ora, francamente, meu senhor.. Permita-me que lhe implore: saia já da Internet e vá ler um livro rsrs. Um bom livro. Esqueça a revista Caras, vire a cara para a Veja, deixe o Diário Gaúcho de lado, e vá ler um  livro. Serve Machado de Assis, serve Isaac Asimov, serve Michel Houellebecq.. permita-me até citar algum gaúcho, quem sabe o Juremir Machado.. Se lhe parecer complicado, comece com Paulo Coelho. Não há mal maior nisso, acredite. Relaxe, despreocupe-se com o julgamento alheio – o cara, além de parceiro do Raulzito (pré-morte, claro), é um grande marketeiro. Acredito até que a leitura de Paulo Coelho acabe por transmitir ao caro cyber-imbecil alguma paz de espírito, paz que parece lhe faltar.
DEPOIS, munido de algum conhecimento, com maior capacidade de desenvolver raciocínios complexos e sustentar suas posições sem precisar apelar para a agressão e o Cyber-Bullying.. DEPOIS, meu caro, volte a postar. Divida, então, solidariamente, o conhecimento adquirido com os amigos. Falo sério, meu querido .. aproveite as férias para isso. Dentre uma olhada e outra nas ‘gatinhas’ à beira mar, ou no intervalo entre lavar a louça e lamber o chão que a patroa pisa, leia um livrinho ..  Entenda..  Para ‘levantar bandeiras’ contra quem quer que seja é necessário possuir bem mais do que apenas o tal ‘polegar opositor’ que nos difere dos outros mamíferos (à exceção dos macacos, que também possuem polegar opositor – o que lhes permite digitar mas não lhes permite postar asneiras em foruns de Internet).
Me desculpem os outros (alguns) comentaristas, que me pareceram mais centrados e abertos a esse debate. Eu sei, houve até quem manifestasse o desejo de conhecer ‘algo melhor’ em termos de blogs de acompanhantes. Bom.. Algo melhor já existe. Conheço e acompanho alguns excelentes blogs de garotas de programa, e posso, oportunamente, listá-los para os senhores.
Quanto a meus blogs: asseguro aos caros leitores e seguidores que sou eu mesma quem escreve os textos (à exceção daqueles devidamente creditados a outros autores). Além de gostar de escrever e gozar de relativa intimidade com as letrinhas, ainda não encontrei nenhum candidato a ghost writer cujo texto tenha me agradado.
E mais: a manutenção em meus sites, portais, etc, bem como a otimização dos mesmos para os mecanismos de busca, é, também cuidadosamente feita por esta reles e ignorante meretriz que vos fala – ou vos escreve, como preferirem. Se encontrarem erros ou mesmo se algo no design do material os desagrada, eu humildemente peço desculpas aos caríssimos visitantes (*mesmo àqueles que caíram aqui ‘por engano’, àqueles que não lêem blogs de GPs). Aceito sugestões e críticas construtivas.
Somos humanas – nós, as putas – e, eventualmente, também erramos. Umas mais, outras menos.. Mas temos, sim, o direito de expressão, na medida em que não agredirmos a ninguém com nossas besteirinhas nem os expusermos ao ridículo e/ou a humilhações.
Na medida em que tomemos o cuidado de não expor a vida pessoal de ninguém (como, não raro, alguns se divertem ao expor as nossas), temos, sim, o direito de criar e divulgar nossos blogs, sites, comunidades, foruns.
Temos mesmo o direito –  e até o DEVER –  de ajudar umas às outras nessa tarefa que a algumas ainda soa complicada: participar ativamente do mundo virtual. Temos nos ajudado, com certeza, temos trocado idéias, temos interagido. Temos trocado até receitas, aliás. Afinal de contas, somos MULHERES, antes qualquer coisa – e é natural que nos portemos como MULHERES.  MULHERES, acompanhantes, MULHERES blogueiras, em perfeita sintonia com as novas tecnologias, ocupando nosso espaço no mundo virtual, sim, sem desrespeitar a ninguém .. e isso  em Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis (e cidades do interior também) ..  CONECTADAS :)

Um viva ao velho e bom MSN !!

Por: Monique Prada, dezembro/2010

10 coisas que eu adoro na cama

1. ADORO quando, no motel,  o casal do apartamento ao lado se empolga rs… como sou quietinha, gemidinhos baixinhos, etc, curto muito ouvir e imaginar o que tá rolando por lá ; olhar? Quem sabe um dia…

2. ADORO quando meus amigos, já na chegada, me fazem gozar num oral bemmm feitinho, sem enfiar dedinhos ou babar demais. Isso me deixa caidinha e disponível a realizar (quase todos) os desejos deles…

3. E também ADORO torturá-los no oral.. começar devagar, depois mais e mais intenso, parar quando pensam que vão gozar; posso ficar hoooooras nesta tortura .. até que me implorem por penetração..

4. ADORO quando chego ao encontro e eles me dizem que pessoalmente sou muito melhor do que nas fotos; dá vontade de mostrar que sou melhor, sim, e em tudo…

5. ADORO que acariciem meus seios… nem forte, nem fraco demais… deliro quando acham o pontinho certo … sensibilidade extrema.

6. ADORO quando mordiscam meu bumbum… embaixo, na dobrinha onde termina a perna e começa o bumbum (ou vice-versa)… coisa boba, masADORO, assim como amo quando exploram meu corpo todo com a língua…

7. ADORO ver o “leite” derramando… isso mostra q a coisa está fervendo, mesmo; gozar, literalmente, nas minhas mãos, seios, etc; pena q depois disso meu parceiro demora um pouco pra se recuperar, pois essa imagem/idéia me excita muuuito.

8. ADORO me lambuzar com meus cremes, óleos, lubrificantes, besteiras… ADORO fazer coisinhas quase inusitadas tb, chocolate, leite condensado… oral com halls… ahh… adoro encher a boca de água gelada e… bom.. adoro brincar com gelo tb, mas em q motel encontro forminhas de gelo no frigobar? Se souberem, me contem.

9. Um tapinha não dói rs? Não ! Tapinhas no bumbum,ADORO; mas tem a questão da intensidade, sempre. Tudo é questão de saber dosar.

10. ADORO anal… mas bem feito. Não é simplesmente uma questão de tamanho, realmente. Já me machuquei com pequeninhos estúpidos, já gozei com grandalhões de quem tive medo no começo. É uma área sensível, não foi feita para o sexo, definitivamente. JAMAIS GARANTO QUE FAREI SEXO ANAL. Pra rolar, depende de tanta coisa … da química … do meu humor… da habilidade do meu parceiro… depende até do que comi no dia anterior rsrs… é sério. Não é coisa que se possa fazer todos os dias, meeesmo. Mas curto. Curto a falsa sensação de ser dominada, de submissão, que o ato traz implícito… e o orgasmo - o orgasmo anal, quando acontece, é bem mais intenso que o vaginal, fica a dica para as meninas que ainda não cederam a esse tipo de prazer.

Querem que eu conte mais? Só pessoalmente; agora, me contem vocês, por comentários no blog ou mail, do que gostam… Estou esperando, ansiosa !

Paixão por botas de cano alto

“Monique, sou seu admirador. Perdõem-me as outras mulheres, mas você é perfeita, insuperável em beleza e sensualidade.Sei que você ainda é um sonho para mim, te beijo, te abraço, te acaricio todas as noites. Tu me enlouquece com desfila de botas, meu fetiche são as botas, desde criança sou apaixonado por botas, principalmente aquelas que ultrapassam os joelhos.”

Obscenidades

” Um arrepio espinha abaixo, um susto, um espanto. Sou completamente paralisado pelo que vejo, apenas meu pau duro lateja e minha imaginação dispara tomada pela volúpia e a luxuria das imagens.
Que mulher é essa que se apresenta como a Grande Puta, a seguidora da perversa Messalina, leitora de Anais Nin? Quem tem uma imaginação erótica tão refinada a ponto de transformar um colar de pérolas no mais obsceno objeto. Meus olhos acompanham o adorno sobre pele morena, resvalando devagar, talvez provocando uma doce carícia. Ele desce atrevido e se aninha sobre a buceta suculenta e certamente gulosa.
A mão de unhas esmaltadas num vermelho diabólico toca a fruta madura. Talvez ela já tenha introduzido aquele colar em seus orifícios, para que depois um feliz vassalo vá puxando-o lentamente enquanto geme e se contorce de prazer.
A mais escancarada Putaria, temperada pela elegância, pelo apelo erótico e o requinte de uma Cortesã à antiga, daquelas que os aristocratas esperavam de quatro para que lhes montasse em cima. Não vou falar do teu corpo, que merece ser adorado de joelhos. Você sabe muito bem o quanto é gostosa e o poder que exerce sobre os homens. Pois eu sou mais uma feliz vítima deste fascínio. Fazem duas noites que sento à frente do computador e te homenageio com longas punhetas, analisando cada detalhe do teu universo fetichista: meias, sapatos, anéis, pulseiras (faltou o brinco de argolas), botas e calcinhas, minha peça favorita. Você não imagina como fico excitado diante de uma bunda apoteótica como a tua, irresistivelmente decorada por uma calcinha toda delicada, com suas rendas, transparências, bordados e babados.” (C.)

Brincando de Sub ..

Texto: Monique Prada

“A” é um de meus ‘patrocinadores’ mais antigos.
Saímos juntos já há alguns anos, com alguma frequência, e sempre que acontece a química é intensa.
Nos conhecemos quase que ‘acidentalmente’, dos tempos em que eu apenas intermediava estes deliciosos encontros  -  um dia, amanheci mais taradinha que nunca, ele me convidou e eu cedi.
Desde aí, entre um relacionamento e outro, entre um personagem e outro, voltamos a nos encontrar, e confesso que, com raras exceções, cada encontro parece sempre melhor que o anterior. Um dia, vou dedicar algum tempo a falar de nossas pequenas loucuras.

No entanto, como sabemos bem, a rotina é veneno em qualquer tipo de relação. De tempos em tempos experimentamos coisas novas, algumas amigas e fantasias interessantes ..

Dessa vez, “A” me pede algo diferente. Mais forte, talvez… ou apenas diferente mesmo. “A” quer encarnar um pouquinho o “Dominador” … quer me ver submissa, tem dúvidas sobre o que sentiria me vendo tão disponível e entregue… curiosidade … junto com a mestra, Domme, combinamos o encontro..

O que posso dizer? A brincadeira me excita e atrai, a confiança em ambos me ajuda a relaxar e lá vamos nós. Para uma primeira vez, até que fomos bem.. o quentinho gostoso da cera quente escorrendo pelas coxas, a venda (e sem saber qual dos estava me tocando, me lambendo.. delícia …), algemas, e surpresas.. Ambos bastante cuidadosos, com receio de me machucar de verdade..

E a frustração pelo vibrador e a câmera fotográfica sem pilhas rsrs.. que amadorismo !!!

..about last night..

Texto: Monique Prada

.. pouquinho depois das 21h .. me liga Domme (para o telefone “secreto” – o ‘comercial’já desligado, àquela hora..) – bom… “Preciso que me encontres em meia hora no Botafogo,
podes? “  Pedidos de Domme, quase uma ordem.. me arrumo, com alguma pressa, já me preparando para alguma deliciosa sessão bdsm (e lá vai a ajudante da Capri, a switcher mais baunilha do mundo rs – Monique).
Chego um pouco antes do casal, estaciono em frente ao motel e espero o sinal para entrar.. os sigo, estaciono na vaga dupla do apartamento.. estranho, não vejo a maletinha de maldades de Domme.. ela me apresenta o amigo. Um fã da ‘cultuada Monique’ – palavras dele. Um dia depois do aniversário, o menino resolve comemorar mas não me avisa com a devida antecedência, acaba por não conseguir contato – e não se aperta: como esperto seguidor de alguns dos melhores blogs eróticos da cidade, rapidamente se dá conta que, à época, o caminho mais curto para me achar é Domme..
Findas as apresentações, cdzinho que levei a tocar, partimos para uma deliciosa sessão de.. puro sexo, o mais puro e intenso sexo baunilha. Nada de velas, algemas, cordas, vendas … o imobilizamos, mas com o atrevimento de nossas carícias.. nenhum castigo foi imposto a ele, a não ser o de nos satisfazer, tão plenamente quanto possível, dentro daquele período.
O largamos revigorado, depois ainda de uma relaxante massagem. Ele é fã, acompanha o blog, ele merece…

Merece também o videozinho que prometi postar.. nada como boa música, para eternizar na memória nossos bons momentos …

Moniqueterapia ..

N.. diz:
*sabe.. quando estou muito cansado… assim nessa corrida… eu me remeto mentalmente para aquela tarde…
naquele quarto… fazendo carinhos em vc… deitada de bruços… ou de frente…. mas apenas tocando você… sentindo teu calor… beijos… carícias… tua companhia ..
Eu..:
*entendo.. é um dos efeitos desejáveis .. da “moniqueterapia” rsrs .. põe a música aí .. e lembra, já que estamos looooonge ..

I want you now ..


Monique Prada, por Edu Guedes

 

 

O dom de iludir – Relato de encontro

Uma coisa q sempre me intrigou em GPs foi a falta de disposição. Sempre me incomodou o ato mecânico, cheio de faz de conta. UM SACO (ainda q se possa enteder o porquê, lógico)!
Aliás, devo ter sido o único TD neutro da xxx . Bonitinha, mas de uma fazeção sem tamanho… Com Bella, pelo conhecimento da causa, rolou diferente e na medida: intensidade e tesão. Pouca coisa mais é necessário para que uma transa seja boa: pra mim, de nada adianta muita juventude, muita “lolitice”, peitinho pra cima, bundinha arrebitada. Tem que ter punch. Se não tiver pegada, não tem graça!!!
Sendo objetivo, já q lugar de ‘literatura’ é outro, da bundinha não preciso falar: nas fotos se vê tudo! Lisinha e depilada, uma delicia. E melhor: gosta bastante! Atola profundamente, no máximo revirando os olhinhos, ao que parece de prazer! A boca, tbém se vê nas fotos: e, melhor, atacando o ‘rapaz’, é praticamente incontável! Punch e pegada! Tempo e disposição! Ok, os peitinhos não são de uma lolita há pouco púbere e recém ingressa na feevale ou na ulbra, mas troco todas as ninfetas durinhas e tdos os silicones mal colocados por uma transa que pareça de verdade. Disse “pareça de verdade” porque sempre só “parece de verdade”. Já diria um certo compositor baiano que o importante é o dom de iludir! Se me iludirem sempre assim, pago feliz e durmo tranquilo!!!
ps.: está na academia, puxando ferro… se cuidar é tudo.

 

Relato por Zosso, postado originalmente em GpGuia.net

Entre foder e fazer amor

Por: Monique Prada

Somos todos necessariamente substituíveis.
Sério… Os corpos são todos parecidos.. bundas maiores, menores, diferindo na cor, formato, rigidez de formas, cavidades mais ou menos apertadinhas, etc.. mas no fim das contas, dá tudo no mesmo. O instinto nos leva a procurar, nos leva ao tesão, nos leva a meter. Bendito instinto, que garante a preservação da espécie humana rs. Independente de eventualmente nos ferirmos nessa nossa busca insana por mais e mais prazer, o lance é que meter (e ser metida rs) é muito bom. Tem dias que qualquer fodinha nos serve, e foda-se o resto !
Sexo pode também ser a mesma e entediante brincadeira para alguns. O certo é que o repetir entedia. Procura-se variar, e mesmo quando se tem do melhor e mais caro por perto , a tentação de um buraquinho novo, nesse momento até o delicioso e disponível rabão da funkeira mais vulgar pode parecer mais digno de se explorar do que o da cortesã perfumada e sofisticada – quando se a tem plenamente disponível.

Vulgarmente falando, arriscamos quaquer coisa por uma metida nova. Todos nós. Somos todos substituíveis e substituímos, a todo o tempo. O prazer do bifão com ovo nos parece impossível de resistir quando temos à mão, dia após dia, apenas um único prato sofisticado. Sim, sofisticado, delicioso, aprovado e recomendado por muitos, mas sempre o mesmo.
E eu entendo plenamente essa necessidade.
Eu mesma há tempos ando enjoadinha. Hoje, decidi liberar a vagabunda.

Confesso: fodi até que tudo em mim ardesse rs.
Hoje, fiz amor comigo mesma. Fiz amor, muito amor, fodi intensamente com a única pessoa a quem só meu rabo satisfaz: amei a mim mesma, amei ao dia, amei à vida, como nunca.
O dia começou mal, perdi a hora, perdi a cabeça… Felizmente, ele ainda me esperava, depois de meses de conversa e horas de atraso.
Me pegou no meu pior dia, pior astral. Ao mesmo tempo, no dia em que eu mais precisava tê-lo por perto. Implorei que me esperasse, eu precisava de colo.
Corri pro banho, peguei qualquer vestido..levei algumas coisas .. um espumante perdido na geladeira.. óleos, espuma de banho, esfoliantes..
e me fui, aos tropeços rs.
Decidi que ele seria o único do dia, decidi me entregar como há tempos não fazia. Eu queria ver a dama devassa que sou gozando até que lhe doessem as entranhas. E mais, e mais.. e suor, e sêmen, e entrega, e delícias.
E espelhos, e meu corpo, nada perfeito mas tão meu, tão disponível, tão absolutamente sensual, beirando a vulgaridade.. Sequer lembramos do espumante, em meio a tantos líquidos mais interessantes.
Exibicionista que sou, perto do primeiro gozo, telefonei… precisava que alguém mais testemunhasse o prazer intenso que se aproximava.. infelizmente, este meu amigo desligou, saber do meu prazer talvez o desagrade.. enfim…
Então… hoje eu fiz amor, sim. Fiz amor com a única pessoa pra quem eu sou realmente insubstituível: fiz amor comigo mesma. Estou deliciosamente renovada, insuportavelmente feliz.
Recomendo, e repetirei .

 

 

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