Monique Prada – Acompanhante

Monique Prada

…qualquer coisa além da beleza…

Com a palavra, o patrocinador: relato enviado por @colorado_1

“A Monique é uma sedutora. E ela faz isso de uma forma absolutamente natural, não forçada. Quando percebi, já estava completamente seduzido por ela. O sorriso discretamente malicioso, o toque sutil, a gentileza ao conversar, entre outras coisas, provocam esse clima de sedução.

O momento em que ela tira o vestido é inesquecível. Aqueles dois, três segundos são indescritíveis, por mais que eu tente. Respeito as opiniões contrárias, mas penso que nada é mais belo do que uma mulher nua deitada em uma cama. E quando essa mulher chama-se Monique Prada, a visão é ainda melhor.


Quando tu transas com uma mulher como a Monique, é lógico esperar que ela seja sexy e “quente”, a surpresa é descobrir como ela é gentil e carinhosa na cama, de jeito nenhum ela age de forma mecânica e fria. Ela te deixa completamente à vontade, transar com ela dá uma sensação de prazer completo, é algo bem mais amplo do que apenas o prazer sexual.

O sexo oral dela é espetacular e único. Ela engole o pau inteiro e o aperta com a garganta. É um momento extremamente prazeroso. A Monique é pós-doutora nessa área (e tem lábios maravilhosos, guardadas as devidas proporções, ao estilo Angelina Jolie).

Ela tem o perfil da mulher brasileira, pequena, mas voluptuosa, com seios grandes (siliconados, aviso antes a quem não gosta), bunda grande e coxas grossas. É uma mulher que desperta o desejo de qualquer homem.
Ela toca o teu corpo de maneira suave e sexy ao mesmo tempo, apenas com a ponta dos dedos. O cheiro da Monique é delicioso, sedutor. Melhor que isso apenas o gosto dela. Sim, ela tem um gosto doce. Só conhecendo-a para entender perfeitamente isso. O cheiro e o gosto dela permanecem várias horas após a transa. Só não sei se isso é uma coisa real ou é uma artimanha do cérebro para não esquecê-la. E fica a dica: ela adora ser massageada e receber sexo oral.
As fotos permitem ver tão belo é o corpo dela, mas só o contato pessoal permite conhecer o seu carisma, ela é uma daquelas pessoas que tem personalidade, não é uma dessas mulheres “tão iguais e tão sem graça”. É curioso, mas basta vê-la caminhando para perceber como ela é segura e diferente. A Monique está muito além do estereótipo das acompanhantes. É uma mulher de uma inteligência impar. Conversar com ela é sempre agradável. Ela é uma mulher forte, quem a segue no twitter sabe muito bem disso.

A Monique é uma mulher para homens que realmente apreciam uma mulher. Ela tem bunda, seios e coxas maravilhosas, mas é muito mais que somente isso. Entre os nossos poetas, Vinicius de Moraes foi quem mais amou as mulheres. Casou-se inúmeras vezes, teve outros inúmeros casos, escreveu várias letras e poemas dedicados a elas. Era um apaixonado pelas mulheres. Por isso, em “Samba da Benção”, ele afirmou: “uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza”. A Monique é exatamente assim. Ela tem esse algo a mais. E é justamente isso que a diferencia e faz com que ela seja uma mulher especial e rara. A Monique Prada é o tipo de mulher que é a tradução real e viva do significado que os dicionários dão à palavra mulher.”

Sexo matinal…

Com a palavra, o patrocinador:

março/2013

“Estava com muita vontade de conhecer a Monique, acompanho ela em redes sociais e curto ler os textos e comentários que desenvolve com muita inteligência e principalmente pelas fotos do seu site que foi o fator decisivo para marcar com ela. Mandei uma mensagem pra ela sendo o mais objetivo possível marcando local e horário e ela me respondeu com mais objetividade ainda,simples e direta como tem que ser. Me perguntou se eu queria alguma coisa em especial e eu pedi que surpreendesse e foi o que ela fez.

Horário combinado ela chega, fui em direção a ela e comecei a beijar aquela boca carnuda e fui correspondido, me beijou com vontade, minhas mãos a essa altura já percorria o corpo dela e ela já acariciava o meu pau. Gosto dos detalhes dos movimentos das caras e bocas, ela foi desabotoando botão por botão de sua roupa lentamente, ela estava com uma lingerie maravilhosa uma combinação perfeita em um corpo delicioso.

Ela então se ajoelhou na minha frente e começou com um oral espetacular, chupava,lambia e beijava todo meu pau,não resisti e deitei ela na cama, queria retribuir o carinho então comecei a chupar e lamber todo o corpo dela, ela tem uma pele macia e cheirosa que só aumentou meu tesão. Fiquei um bom tempo chupando a Monique até ela praticamente pedir pra eu come-la, ela colocou a camisinha e veio por cima,lentamente foi se encaixando e começou a galopar e rebolar no meu pau, e eu acariciava seus lindos seios,um espetáculo à parte, deliciosos.

A Monique estava sentido prazer tanto quanto eu e é isso que torna um td prazeroso, não pago apenas pra sentir prazer, gosto de proporcionar prazer, faz bem para o ego satisfazer uma mulher. Pedi pra ela ficar de quatro e fui prontamente atendido, soquei com força na Monique e ela gemia de prazer, deitei ela novamente na cama e fizemos um ppmm onde pude beijar um pouco mais sua boca e sues seios até não aguentar mais e gozar.

Ficamos um tempo deitados, eu em estado de êxtase total,feliz e satisfeito e ela do meu lado sorrindo.
Recomendo a Monique, mulher linda,gostosa super profissional, não reclamou de nada, curtiu todo o momento.
Com certeza irei repetir.

Abraço,
Alexandre Wellness”

(Nota da Mô: esse homem é uma delícia!)

** Este relato, assim como qualquer relato positivo a meu respeito, teve sua postagem vetada no GpGuia (informação do forista, que recebeu mp do administrador vetando). Doravante, todos os relatos REAIS sobre meu atendimento serão postados aqui. Envie o seu: contato@moniqueprada.com

O que perdi ao me encontrar com uma garota de programa

Caros amigos: hoje, a palavra não é minha. Hoje, o espaço é de alguém muito querido, que conheci em minhas andanças virtuais (e, no último Carnaval, tive o prazer de conhecer pessoalmente).
Meses atrás, conversávamos no Twitter sobre o que levava homens solteiros, jovens, inteligentes a contratar os serviços de acompanhantes – apesar da grande oferta de sexo sem compromisso por aí. Pois bem: o amigo fez questão de me enviar seu relato.. Penso ser a hora de publicá-lo por aqui, meses depois de ter recebido, e num momento em que sei que a maioria dos problemas que ele cita foram superados. Foi um aprendizado lindo, e muito me orgulho de ter participado ativamente deste processo.
Com a palavra, A.:

” O título do texto foi propositadamente pensado para chamar a sua atenção, caro leitor, e desenganá-lo: a primeira reação ao lê-lo pode ser “ah, claro, garotas de programa não são boa coisa, ele perdeu muito”. Ou seja, se você pensou de forma negativa, está enganado.

Tenho uma história de vida pouco típica. Aos 30 anos, nunca havia me relacionado com ninguém. Nada de namoros, de ficar, sexo… Nem beijos. Desenhei minha próprima imagem, na minha mente, de uma aberração, alguém que deveria esconder-se e incapaz de estar com outra pessoa, sexualmente e amorosamente. Isso ocorreu devido a questões de não aceitação da aparência física, de um ambiente familiar onde a sexualidade não era vivida (apesar de não ser, por outro lado, reprimida). Cresci alimentando medos, numa escalada que levou ao cume de me acreditar assexual. Só como exemplo: fiquei um ano sem me masturbar.

Há algum tempo, passei por transformações físicas profundas (gastroplastia), o que veio acompanhado de transformações psicológicas. Comecei a derrubar as muralhas, de dentro para fora, aos poucos. Certa vez li um artigo científico que falava da diminuição da libido em pessoas muito obesas, e seu aumento quando essas pessoas passam por um grande emagrecimento. Senti isso na pele: voltei a ter tesão, a me interessar pelas mulheres na rua, a querer ter uma experiência sexual.

Ficou apenas essa barreira a superar, creio que a mais difícil: vencer o medo de se mostrar, e de se relacionar. “Você está romantizando muito seu tesão, são coisas diferentes”, disse uma amiga. E realmente, ainda pensava em encontrar A mulher amada pra começar a viver uma vida “única” com ela. Era uma barreira complicada. Até que, certo dia, duas amigas me sugeriram que eu vencesse esse meu medo procurando uma garota de programa.

Ri muito. Ri por timidez, confesso. E a ideia jogada permaneceu na minha mente: fiquei alguns dias pensando nisso. E, numa noite solitária na internet, fui em busca de sites sobre a profissão. Encontrei o GPGuia, e ali achei o link para o site de uma casa de massagem. Ainda tímido, mas confiante e querendo vencer meus medos, liguei no outro dia para marcar horário com uma das moças, que vi pelo site.

Até alguns minutos antes da hora marcada, eu estava indeciso. Mas encarei o medo. Medo de que a moça me visse como uma aberração (ainda essa ideia sem sentido). O primeiro passo: tirar a roupa. Ficar nu na frente de alguém que não trabalha na área médica e nem é da minha família. Minhas pernas tremiam. Eu estava muito tenso. A moça era muito simpática, e eu contei tudo para ela. “Vou ser sua namoradinha e sua professorinha”, disse (foi fofo!). Nessa primeira vez, não consegui chegar às vias de fato. Mas aprendi a beijar e fazer oral (o que mais gostei!). Pedi para que ela me ensinasse como satisfazer uma mulher (anos de autorrepressão me deixaram com uma vontade intensa de me entregar e fazer tudo o que a mulher deseja). Nos outros três encontros, aprendi mais sobre sexo oral (já disse que foi o que mais gostei?), massagens de fato, carícias, onde e como excitar uma mulher (a moça, no caso), onde e como excitar-se…

Quatro horas de experiência sexual que, apesar de tão reduzido tempo, foram muito proveitosas. Não pelo que eu aprendi sexualmente, porque sei que é pouco tempo e descobrirei sempre mais (aí está o grande barato de viver). Mas pelos medos que venci: agora SEI que meu corpo não me impede nem de ter, nem de dar prazer; muito pelo contrário. Agora SEI que sexo não é uma coisa de outro mundo: é natural, é humano, é bom. A garota de programa ajudou a me livrar desses fantasmas e, agora, tenho não só confiança, mas vontade de me permitir, no sexo e no relacionamento. A garota de programa ajudou a me permitir ser humano.

Não paguei apenas por sexo. Paguei para evoluir como pessoa.”

A.L.L.


*** Nota minha: este não é o relato de um encontro de A. comigo. Nos conhecemos bem depois disso. Relatos de encontros comigo estão na categoria “TDs – relatos”.

“Pagando por sexo” e a hipocrisia nossa de cada dia: o pecado está no lucro?

Chester Brown é, em certo sentido, um cara corajoso. Ele usa seus quadrinhos, bastante expressivos na sua “não emoção”, para esboçar uma tese bem interessante na racionalização da malaise masculina na virada para o século XXI: o mito do “amor romântico” é um mal que deve ser extirpado das aspirações humanas na sociedade contemporânea. Tese que ele defende, ao longo dos quadrinhos que ilustram seu livro, com muita convicção – ardorosamente, até, mas sobretudo, racionalmente. Como demonstração, ele utiliza sua opção de buscar o que não tem mais – sexo – com prostitutas, entre março de 1999 e dezembro de 2003, em Toronto.

“Pagando por sexo” é um livro interessante, a começar pela apresentação – quadrinhos tornam qualquer assunto mais palatável. Confesso que meu primeiro impulso foi o de desconstruir um a um os argumentos apresentados pelo autor em defesa de sua opção. A começar pela chamada: “O amor romântico? Não existe. Pagar por sexo é melhor.” Perfeito – mas talvez seja a hora de contar isso aos maiores interessados: às prostitutas, seus amantes, maridos, e mesmo patrocinadores eventuais que acabam por se tornar fixos e fiéis. Coisa, aliás, que acontece com ele mesmo, ao final – chegaremos lá…

No desenrolar da trama, conhecemos um Chester meticuloso em seu planejamento e em suas justificativas. Após uma conversa (surreal para nossos padrões – e só isso já recomendaria o livro para nossos emocionais casais brasileiros) em que sua namorada “pede permissão” para ficar com outro, ele – que segue morando com a moça, agora em uma relação de amizade – decide não mais se envolver. Considera que o “desgaste” de conseguir e conviver com uma nova namorada não compensa a satisfação. Confrontado com a necessidade e desejo de transar de quando em vez, e a total falta de vontade de iniciar um novo relacionamento, Chester acaba se decidindo por pagar… por sexo! Um modo fácil e racional de economizar emoções.

Entretanto, Chester é neófito na temática. Passa por todas as dúvidas de um iniciante, como se tivesse vinte anos ao invés dos quase quarenta que já o alcançaram.. aceita todas as desculpas mais clássicas de nossas heroínas, nunca pondo em dúvida a sinceridade delas… Não por acaso, uma das moças diz que ele foi muito bem “recomendado” por sua amiga (no jargão do meretrício, a definição mais apropriada para “bem recomendado” traduz-se pelo desejável trio de qualidades: “tem pau pequeno, goza rápido e paga direitinho”…).

Enfim.. Chester é um canadense que acredita, sobretudo, na sinceridade como a virtude humana suprema. É filho da lógica “fumei mas não traguei” que impregna aquelas paragens. Assim, ele quer sempre justificar e proteger as moças que o satisfazem frente à argumentação preconceituosa de seus amigos (sim, ele apregoa aos quatro ventos sua opção pelo sexo pago – o que, a meu ver, justifica o adjetivo que empreguei no começo: corajoso. Assumir essa opção para amigos não adeptos da prática gera, não raro, estranheza e indignação..). No entanto, quando confrontado às questões “espinhosas” (como, por exemplo, se não estaria ele contribuindo para o enriquecimento de cafetões), sua resposta se resume a um tímido “espero que não” – embora as evidências apresentadas mostrem que nenhuma daquelas moças atua sozinha, sendo muitas, mesmo, imigrantes, provavelmente ilegais.

Com a continuidade dos encontros, Chester vai ganhando “cancha” – o que ocorre sobretudo a partir do conhecimento de um site que dá notas às prostitutas de Toronto (similar aos nossos fóruns que, ainda que não sejam totalmente confiáveis, ainda assim, são um bom canal para a troca de informações sobre o assunto. Nos primeiros anos de existência, era comum ver foristas referindo-se ao GpGuiA – que teve sua festa de 10 anos em agosto último – de PROCON do putanheiro, e devo eu mesma admitir que houve um tempo em que cumpriu bem este papel, muito embora hoje – infestado de tds “falsos”, em muitos casos “plantados” por agentes e mesmo pelas próprias acompanhantes, e, ao menos aqui no Sul, pautado por um sem número de regras bobas, mutáveis ao sabor do humor do administrador – seja apenas uma desbotada sombra do modelo revolucionário que já representou um dia).

Terb - Toronto Escort Review Board, um dos fóruns de clientes de prostitutas, no Canadá

Conforme adquire mais experiência, Chester percebe-se emocionalmente abalado após os programas, sobretudo ao repetir encontros com a mesma garota, e tem dificuldades para entender o que está acontecendo. Até que ele acaba por rever seu conceito, e o adapta para algo mais palatável e menos discutível. O problema não é mais o “amor romântico” mas sim a monogamia forçada a ele associado.

Quem espera transas mirabolantes nos quadrinhos do livro não encontrará. Os encontros de Chester são descritos com recato – até para evitar a identificação das moças – mostrando simplesmente aquilo que muitas vezes ocorre entre cliente e acompanhante. Ao contrário do que talvez espere quem não “vive” no meio, Chester tem o comportamento padrão do patrocinador de meretrizes “de sites”: longe de ser um sociopata solitário, agressivo e amargo, Chester é gentil e educado. Busca nos encontros apenas alguma satisfação e não vê problemas em pagar por isso – como pagaria por um corte de cabelo ou uma sessão de psicoterapia. Usa os encontros apenas como um meio de conseguir satisfação economizando sentimentos e emoções.. Comportamento bastante usual nos dias atuais. Como se sexo fosse, realmente e apenas, uma necessidade fisiológica, básica. É assim que Chester o vê e, sob este aspecto, é cauteloso: racionaliza a questão, mede consequências, calcula gastos, jamais cede a impulsos.. tudo o que ele quer é prazer, e o busca nos tediosos encontros de curta duração com prostitutas. Orgasmos sintéticos, gemidos sincronizados e o “vazio” que o acomete quando essas relações tornam-se rotina. Contraditório, pra quem quer fugir do que chama de “amor romântico”, não? Ao menos quando essa fuga se dá por conta da rotina inevitável das relações duradouras… Ou não? A rotina é mesmo menos assassina quando se muda apenas os personagens?
Fugindo um pouco do assunto, há um ponto que gostaria de ressaltar a respeito de Chester: seu comportamento (embora, muito provavelmente, ele mesmo nunca venha a se dar conta disso, talvez mesmo por falta de interesse), essa pseudo-promiscuidade, esse “entregar-se” a prazeres proibidos e mundanos, atrai o interesse de muitas “civis”.. Loucas para preencher o vazio existencial imenso que assola a alma desse pobre rapaz carente, esmeram-se em produções sensuais, devoram 50 tons de qualquer cor que lhe caia nas mãos e vão à luta. Desastroso erro de avaliação… Dificilmente um homem que habitualmente recorre aos serviços de meretrizes deixa de fazê-lo apenas por ter assumido um relacionamento. Além do mais, homens que saem com meretrizes não são necessariamente carentes, nem há garantia de sofrerem desse vazio existencial imenso do qual nos falam as pessoas que optam por ter uma vida sexual “convencional” – com romance, diria eu. Ah, o vazio…


Ao final, há uma discussão mais séria sobre temas envolvendo questões morais e legais quanto à prostituição. Comentarei algumas das questões levantadas pelo autor com base em minha experiência pessoal:

1. A prostituição é apenas uma forma de namoro e, no futuro, as pessoas encararão com naturalidade tanto pagar quanto cobrar por sexo – Bom, eu vejo, sim, os encontros como “uma forma de namoro” com hora marcada e duração pré-determinada.. Mas discordo que haja a possibilidade de, algum dia, ser visto como “normal” o pagar ou receber por sexo. Num mundo perfeito, isso talvez fosse o ideal – mas minha experiência pessoal leva-me a duvidar dessa possibilidade. Pagar por sexo já é, nas “internas”, relativamente bem aceito. Receber por sexo, isso sim, é tido como comportamento passível de condenação. Senão, vejamos: enquanto “civil”, convivi com muitas mulheres que tinham, secretamente, uma vida sexual tão ou mais libertina quanto a que passei a ter enquanto acompanhante. Pois muitas dessas modernas e descoladas moças adotaram uma posição ridiculamente hipócrita e cínica quando decidi passar a atuar como acompanhante. Não questionaram meus motivos, não me deram chance, nada me perguntaram. A condenaçäo veio quase que imediatamente: as queridas amigas “civis” que antes me confessavam seus casos extra-conjugais, que freqüentavam festas estilo “clube de mulheres”, despedidas de solteira nada inocentes, eram habituès de casas de swing (gosto e prática que compartilhávamos), pediam-me indicação sobre prostitutas que não raro contratavam para “presentear” o parceiro em ocasiões especiais – repudiaram minha decisão, excluindo-me do grupo e, através de fofocas, prejudicaram-me intencionalmente em minha vida pessoal. Vejam: a única mudança é que passei a.. cobrar por sexo! “Mudei” de lado, passei a ser imoral, condenável.. Seria o lucro meu grande pecado?

2. Prostituição masculina: se um homem decide ser profissional do sexo, a sociedade aceita melhor este fato, já que homens são “donos” de sua sexualidade – Discordo. Vejo que a condenação ao garoto de programa é ainda mais dura que às garotas: ele é um homem em condição de inferioridade, pois se SUBMETE (??) a fazer sexo em troca de dinheiro. Passa a estar em posição de inferioridade em relação a quem o paga. A questão aí é puramente financeira…

3. Você é dono do seu corpo! Sim – e decide o que bem fazer com ele, de modo que não há imoralidade real em optar pela prestação de serviços sexuais. Sempre importante lembrar que o que eu “vendo” não é físico – meu corpo. A prostituta “vende” serviços sexuais, vende uma parte do seu tempo. O cliente não determina tudo o que acontece apenas por estar pagando. Tudo acontece, ou DEVERIA ACONTECER, em pleno acordo entre as partes.

4. Prostitutas fazem sexo sem desejo? Eventualmente, sim. Mas há outras circunstâncias que levam mulheres a transar sem desejo – manter o casamento, por exemplo.

5. A questão da escolha… Se uma trabalhadora recebe x por determinado trabalho, e lhe oferecem receber três vezes mais que x em outro trabalho, deve ela recusar? Obviamente, não.. Por que isso ainda soa estranho quando se trata da prostituição? Por que deveríamos dizer “não”, se nos agrada o trabalho e ganhamos bem com ele? Procuro resposta para essa pergunta há tempos, e até hoje não encontro resposta ou motivo concreto que me leve a abandonar a atividade. A não ser pela condenação moral de uma sociedade que nos alimenta, mas não nos quer à mesa…

Monique Prada, setembro/2012
Acompanhe-me pelo Twitter: @MoniquePrada

As 10 Coisas mais assustadoras que aprendi na Internet sobre garotas de programa blogueiras:

1 – GPs blogueiras são babacas e têm problemas pessoais e/ou psicológicos;

2 – GPs não devem ter blogs. Ninguém acessa esses blogs de GPs, pois há no mercado muitas revistas, jornais e outras mídias muito mais importantes. A Grande Mídia não preza
blogs de GPs nem quer outra Bruna Surfistinha (e, afinal de contas, sabemos que TODAS as GPs que criam blogs sonham, na verdade, em virar a nova Bruna Surfistinha).  Devemos nos importar cada vez mais apenas com a Grande Mídia, pois sabemos que, obviamente, essa coisa de Internet é ultrapassada e blogar  ’já era’.

3. Homens de verdade não são gentis e muito menos presenteiam GPs. Homens que presenteiam GPs são lenda. Homens que presenteiam GPs com sapatos, além de lenda, são malucos. Ou afeminados. Ou babacas induzidos pelo que andam lendo nos blogs das GPs. Desconfia-se, aliás, que as GPs inventam essas coisas apenas para causar inveja nas outras GPs. Aliás, a maioria das GPs só se dá ao trabalho de criar e manter um blog para causar inveja nas outras GPs e enganar os trouxas que saem com elas.

4. Homens de verdade não lêem blogs de GPs por causa dos erros de ortografia. Homens de verdade jamais cometem erros de ortografia. Quando pensamos que homens de verdade cometeram algum erro de ortografia, na verdade, estamos nos deparando com um erro de digitação.

5- Homens de verdade desprezam as blogueiras, pois elas são indiscretas. Homens de verdade prezam somente garotas discretas que anunciam em sites famosos (e caros). Preferencialmente as que, discretamente, mostram o rosto.

6- Homens de verdade têm certeza de que isso de expressar e sustentar opiniões, denunciar conduta agressiva e preconceituosa, correr atrás de seus direitos… Essa coisa de ‘direitos iguais’, liberdade sexual, independência, respeito, não à violência, combate ao assédio moral, essa baboseira toda só pode ser coisa de puta feminazi baderneira ..

7- GPs vivem num mundinho à parte e o que elas escrevem não é definitivamente do interesse de ninguém. Isso (o que elas escrevem) se chama, na verdade, CyberPPP, um termo moderno para designar o tão famoso ‘papo padrão de puta’, mas agora cibernético. GPs não têm vida pessoal e deveriam se restringir a escrever receitas culinárias. Caso não saibam cozinhar, devem urgentemente aprender. E postar receitas. (E isso de postar receitas me lembra tanta coisa  ..)

8- Comentários de um prestador de serviço acerca do próprio atendimento não têm nenhuma credibilidade. Prestadores de serviço mentem o tempo todo a respeito de seus serviços. Prestadores de serviço só querem te enganar.

9- GPs bonitas e gostosas não têm tempo para essa besteira de ler, estudar e muito menos postar em blogs. Elas passam o dia e a noite de quatro em motéis e nem deveriam ter computador em casa, pois realmente não têm tempo para usá-lo. GPs que lêm, estudam, escrevem em blogs só o fazem por que são muito feias – e então, têm tempo de sobra. Estas mesmas GPs que têm tempo de sobra têm, ainda, maus blogs. Péssimos blogs. Os bons blogs de GPs, na verdade, são feitos por eficientes equipes de publicitários, web designers e até (surpreenda-se!) por ghost writers. Os textos dos blogs de GPs, na realidade, são escritos por homens !!! Pobres homens estes que se submetem a ser pagos com a única moeda de que as GPs dispõem para pagar pelos serviços que contratam – sexo, claro. GPs nunca pagam nada em dinheiro.

10. Se ninguém mais sair com as GPs blogueiras, automaticamente os blogs sumirão do ar, as GPs blogueiras não mais expressarão suas opiniões e os homens de verdade estarão livres para seguir enriquecendo a Rede com mais e mais lixo .. ops .. enriquecendo a rede com suas opiniões bem embasadas e inteligentes . Assim, aliás, estarão livres de, quem sabe, um belo dia, caírem em um destes hipnóticos blogs e saírem a comprar sapatos femininos. Boicote às perigosíssimas GPs blogueiras!

Buenas.. Algumas besteirinhas, só pra espairecer.. Obviamente, não penso assim..  As besteiras supracitadas fazem parte de um tópico de discussão em uma comunidade de ‘homens que não lêem blogs de garotas de programa” (estranhíssimo, pois me pareceu claramente que o blog citado era meu rsrs; acho que li algo como “blog rosinha da putinha” e “SENSURA” – com S, assim mesmo rs. Pra quem não lê esse tipo de blog, está bem informado o cidadão …)

Confesso que, num primeiro momento,  achei melhor nem opinar – primeiramente,  por que é quase impossível levar a sério um ser que expressa pensamentos tão obsoletos e em tamanho desacordo com a realidade que o cerca. Por outro lado, também ando cansada de me incomodar com besteiras, e com bestas ..
Olhem .. O  rapaz que ‘puxou’ o assunto me pareceu, com toda a sinceridade delicada de que sou capaz, um tanto quanto perdido em relação às mídias sociais, inclusão digital, etc. Exagerando: ousaria até dizer que, para ele, Wikileaks é apenas um tipo de “Wii” (o joguinho aquele) que usa calças, Twitter é aquela coisinha do alto-falante e ‘brógui de puta é um baguio ali nas rede qui elas usa pramódi mostrá as parte i vê si rola argum”.
Ora, francamente, meu senhor.. Permita-me que lhe implore: saia já da Internet e vá ler um livro rsrs. Um bom livro. Esqueça a revista Caras, vire a cara para a Veja, deixe o Diário Gaúcho de lado, e vá ler um  livro. Serve Machado de Assis, serve Isaac Asimov, serve Michel Houellebecq.. permita-me até citar algum gaúcho, quem sabe o Juremir Machado.. Se lhe parecer complicado, comece com Paulo Coelho. Não há mal maior nisso, acredite. Relaxe, despreocupe-se com o julgamento alheio – o cara, além de parceiro do Raulzito (pré-morte, claro), é um grande marketeiro. Acredito até que a leitura de Paulo Coelho acabe por transmitir ao caro cyber-imbecil alguma paz de espírito, paz que parece lhe faltar.
DEPOIS, munido de algum conhecimento, com maior capacidade de desenvolver raciocínios complexos e sustentar suas posições sem precisar apelar para a agressão e o Cyber-Bullying.. DEPOIS, meu caro, volte a postar. Divida, então, solidariamente, o conhecimento adquirido com os amigos. Falo sério, meu querido .. aproveite as férias para isso. Dentre uma olhada e outra nas ‘gatinhas’ à beira mar, ou no intervalo entre lavar a louça e lamber o chão que a patroa pisa, leia um livrinho ..  Entenda..  Para ‘levantar bandeiras’ contra quem quer que seja é necessário possuir bem mais do que apenas o tal ‘polegar opositor’ que nos difere dos outros mamíferos (à exceção dos macacos, que também possuem polegar opositor – o que lhes permite digitar mas não lhes permite postar asneiras em foruns de Internet).
Me desculpem os outros (alguns) comentaristas, que me pareceram mais centrados e abertos a esse debate. Eu sei, houve até quem manifestasse o desejo de conhecer ‘algo melhor’ em termos de blogs de acompanhantes. Bom.. Algo melhor já existe. Conheço e acompanho alguns excelentes blogs de garotas de programa, e posso, oportunamente, listá-los para os senhores.
Quanto a meus blogs: asseguro aos caros leitores e seguidores que sou eu mesma quem escreve os textos (à exceção daqueles devidamente creditados a outros autores). Além de gostar de escrever e gozar de relativa intimidade com as letrinhas, ainda não encontrei nenhum candidato a ghost writer cujo texto tenha me agradado.
E mais: a manutenção em meus sites, portais, etc, bem como a otimização dos mesmos para os mecanismos de busca, é, também cuidadosamente feita por esta reles e ignorante meretriz que vos fala – ou vos escreve, como preferirem. Se encontrarem erros ou mesmo se algo no design do material os desagrada, eu humildemente peço desculpas aos caríssimos visitantes (*mesmo àqueles que caíram aqui ‘por engano’, àqueles que não lêem blogs de GPs). Aceito sugestões e críticas construtivas.
Somos humanas – nós, as putas – e, eventualmente, também erramos. Umas mais, outras menos.. Mas temos, sim, o direito de expressão, na medida em que não agredirmos a ninguém com nossas besteirinhas nem os expusermos ao ridículo e/ou a humilhações.
Na medida em que tomemos o cuidado de não expor a vida pessoal de ninguém (como, não raro, alguns se divertem ao expor as nossas), temos, sim, o direito de criar e divulgar nossos blogs, sites, comunidades, foruns.
Temos mesmo o direito –  e até o DEVER –  de ajudar umas às outras nessa tarefa que a algumas ainda soa complicada: participar ativamente do mundo virtual. Temos nos ajudado, com certeza, temos trocado idéias, temos interagido. Temos trocado até receitas, aliás. Afinal de contas, somos MULHERES, antes qualquer coisa – e é natural que nos portemos como MULHERES.  MULHERES, acompanhantes, MULHERES blogueiras, em perfeita sintonia com as novas tecnologias, ocupando nosso espaço no mundo virtual, sim, sem desrespeitar a ninguém .. e isso  em Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis (e cidades do interior também) ..  CONECTADAS :)

Um viva ao velho e bom MSN !!

Por: Monique Prada, dezembro/2010

 

O dom de iludir – Relato de encontro

Uma coisa q sempre me intrigou em GPs foi a falta de disposição. Sempre me incomodou o ato mecânico, cheio de faz de conta. UM SACO (ainda q se possa enteder o porquê, lógico)!
Aliás, devo ter sido o único TD neutro da xxx . Bonitinha, mas de uma fazeção sem tamanho… Com Bella, pelo conhecimento da causa, rolou diferente e na medida: intensidade e tesão. Pouca coisa mais é necessário para que uma transa seja boa: pra mim, de nada adianta muita juventude, muita “lolitice”, peitinho pra cima, bundinha arrebitada. Tem que ter punch. Se não tiver pegada, não tem graça!!!
Sendo objetivo, já q lugar de ‘literatura’ é outro, da bundinha não preciso falar: nas fotos se vê tudo! Lisinha e depilada, uma delicia. E melhor: gosta bastante! Atola profundamente, no máximo revirando os olhinhos, ao que parece de prazer! A boca, tbém se vê nas fotos: e, melhor, atacando o ‘rapaz’, é praticamente incontável! Punch e pegada! Tempo e disposição! Ok, os peitinhos não são de uma lolita há pouco púbere e recém ingressa na feevale ou na ulbra, mas troco todas as ninfetas durinhas e tdos os silicones mal colocados por uma transa que pareça de verdade. Disse “pareça de verdade” porque sempre só “parece de verdade”. Já diria um certo compositor baiano que o importante é o dom de iludir! Se me iludirem sempre assim, pago feliz e durmo tranquilo!!!
ps.: está na academia, puxando ferro… se cuidar é tudo.

 

Relato por Zosso, postado originalmente em GpGuia.net

Relato – Gaucho Tri – RS

Ela chegou primeiro , isso foi inédio em se tratando de GP , pegou um quarto e ficou me esperando muito produzida , cheirosa , passa um óleo que não me lembro o nome, ou seja havia pedido uma roupa pois é uma fantasia minha e ela estava muito produzida.
Não tenho muito a falar além do que já foi dito , mas se alguém procura uma companhia agradável que além da companhia goste mas goste mesmo de SEXO . Faz porque gosta e gosta do que faz……………

Muito sexo gostoso, oral maravilhoso , bebeu tudinho, adorei anal , ótimo , peguei de quatro muito gostoso.

Resumindo uma ótima “foda” sem stress e muito sexo.

não atendeu telefone, nem sei se levou ,
não controlou tempo
beija , chupa , engole , dá a bundinha ou seja uma verdadeira PUTA , que pra mim é o que importa.