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Um dia com Lulu – o aplicativo que é a febre do momento

App sensação dos últimos dias, o Lulu promete facilitar a vida das mulheres, oferecendo a oportunidade de avaliar rapazes e conferir dicas (e notas) antes de dizer “sim” a um pretendente. Baixei o aplicativo por curiosidade – os meninos podem ficar tranquilitos, eu não pretendo avaliá-los.

logo-lulu
A primeira coisa, óbvia, que percebo: o Lulu não é um app para mulheres. É um aplicativo para lustrar os egos masculinos. Não facilita a vida.
As avaliações, anônimas, não me inspiraram a mínima confiança. As hashtags, em sua maioria, são toscas: como “qualidades”, a moça pode assinalar coisas como #lavaroupa (uma verdadeira máquina!), #semmedodeserfofo, #feioarrumadinho, #lindotesãobonitoegostosão, #deixaasinimigascominveja (prepara!)
E os defeitos: #curteoromerobritto (pobre Romero Britto..), #apaixonadopelaex, #tocavuvuzela (oi???), #arrotaepeida (uau!), #amigodaex, #maisbaratoquepãonachapa (adoro pão na chapa!), #perfeitoparaminhairmã.. Acredito que esses parâmetros até façam sucesso, como brincadeira, dentre adolescentes. Depois dos 18, 20 anos, eu quero crer que avaliações mais subjetivas e menos toscas sejam bem-vindas.

Pelo que entendi, os meninos podem escolher algumas hashtags também para se descrever. Achei bem interessante encontrar por lá um dos meus amigos de Facebook usando em “Odeio” a hashtag “vadias”. Ou ele me adicionou por engano, ou ele está enganando as pretendentes. Atenção, meninas: ele gosta de vadias, sim. Não pra casar, mas gosta.

lixo
Sob certo aspecto, é mais invasivo que, por exemplo, alguns foruns tradicionais de avaliação de profissionais do sexo, como o GpGuia, onde quase sempre se evita menções à vida particular das avaliadas e todos usam nicks. O Lulu linka automaticamente todos os perfis cadastrados no Facebook. Claro, há a opção de pedir a exclusão. Mas, diferentemente do Tinder, que só te inclui se autorizares, o Lulu não requer nenhuma ação tua para constares do ranking de “”avaliáveis”.

busca
A verdade é que essas avaliações sempre existiram, nós desde sempre trocamos informações sobre os alvos de nosso interesse – e quase sempre fomos irônicas, ácidas, maldosas quando julgamos necessário ou “merecido”. Não há novidade nisso, embora eu leia o espanto e indignação masculinas pelos blogs: sentir-sse exposto não é confortável.
Ainda me espanto que não exista, ou que eu não conheça, foruns femininos do gênero. Já ouvi falar sobre a existência de um forum feminino de avaliação de garotos de programa. Pra mim, apenas lenda, já que nunca tive acesso.
Não vou julgar aqui a necessidade disso, as colocações todas sobre a “objetificação dos homens” (que mais se beneficiam do que se prejudicam com as avaliações), a possibilidade de ser uma “vingança feminina”, e coisas assim. Talvez eu não tenha ainda conhecimento suficiente para falar a respeito, ou talvez seja mesmo tudo balela. Quem me disser que nunca, nunquinha, comentou com os amigos sobre uma boa foda que jogue a primeira pedra. Nem na adolescência? Conta outra.
A bem da verdade, o Lulu é bobinho. Bobinho como a maioria das coisas “dedicadas” a mulheres. Se apoia em ideias como “fazer inveja nas inimigas”, ou “toda a mulher sensata fala (mal) das outras”. As avaliações são anônimas – poderíamos, por exemplo, usar nicks (o que estimularia a criação de uma comunidade em torno da ideia). Não me agrada que faça sucesso mas, como disse no começo: o Lulu não é, verdadeiramente, um app para ajudar mulheres. Não representa nenhum avanço, não representa nada. Sequer chega a ser um “catálogo de machos viris” para que se escolha a gosto. As “más avaliações” são facilmente repelidas com “isso é coisa de alguma ex magoada, meu amor”. É isso.

invejosas

Ah, sim: os meninos não tem acesso a suas avaliações. A não ser através das usuárias ;)
Link para desativação : http://company.onlulu.com/deactivate

desativa

 

A avaliação da avaliada
Um paralelo entre o GpGuia e o Lulu

Muitas pessoas se perguntaram: “Ah, mas e se houvesse um Lulu para avaliar mulheres?” Pois bem. Avaliações não são novidade para mim. Nós, mulheres trabalhadoras sexuais, somos constantemente avaliadas em várias comunidades. A mais ativa ainda é o GpGuia, que se tem como o “PROCOM do putanheiro”, pretendendo pautar a atuação das profissionais. A grande questão quando se fala em GpGuia é que, do mesmo modo que serve para destacar “boas” profissionais, muitas vezes as avaliações são falsas, forjadas ou trocadas por programas. Mais seriedade e cautela seriam muito bem-vindas, já que o que pra muitos é apenas diversão pra nós é trabalho sério.

lgp

Sem alarde…

Me ligou, a voz firme, bonita, objetivo, impositivo: me quer em meia hora, quarenta minutos. Sem atrasos.

Corro. Não muito… acabara de sair do banho. Hidratante, perfume, meias.. Um jeito qualquer no cabelo.. Vestido escolhido quase ao acaso, saltos.. Vou…

Ele me espera, postura elegante, enrolado na toalha branca de motel. Corpo em dia, beijo quente, pau em riste, mãos ousadas a me despir. Mas não, vou descendo, afasto-lhe as mãos. De joelhos, afasto a toalha que me atrapalha. Lambo, chupo, mordisco, engulo.. Testo, quero ver o quão fundo alcança em minha garganta. Vamos bem – o tamanho me serve, a rigidez agrada, o gosto adoça.

Caímos na cama, enquanto caem as minhas roupas, sem alarde. A língua, hábil, me penetra.. em seguida, me suga, na intensidade certa. E as mãos.. O saco sem pelos, minha língua se atreve, desço.. Volto. Me aperta a bunda, me aperto toda. Aperto as pernas duras, as coxas firmes, os pelos me arrepiando toda..

Nos vamos, num gozo discreto e tranquilo. Simultâneo. Começamos bem a manhã.

Curiosidade antropológica

Tem perfil grosseiro que eu sigo por curiosidade antropológica mesmo. Gosto de analisar comportamentos, ler nas entrelinhas, observar como desenvolvem certos raciocínios, quais deles evoluirão para pensamentos mais complexos e quais ficarão estagnados e morrerão dentro de si mesmos.

Por conta desta curiosidade, às vezes, acabo chegando em tls especialmente grotescas. Daquelas que leio e fica pensando que merda de infância o cara teve pra acabar pensando assim. Mãe repressora, pai ausente, vice-versa? Ou era o mimadinho da vovó? Por que, nossa…

Coxinha mimado

Aí, cresce, descobre que é um nada na vida. Se enfia num forum de ~macho~ , por que lá ao menos ele pensa que é alguém. Precisa ser reconhecido como parte de um grupo, e como ser relevante dentro do grupo, busca o sucesso expressando suas opiniões ~ousadas~.. faz piada com o oprimido e caga na cabeça de quem lhe parece inferior. Isso, em seu grupo. Tenho uma certa dificuldade, confesso, de vê-lo tendo essa mesma atitude ao falar com a esposa, com a mãe, com a chefa.. Ah, por que existem mulheres em posição de chefia, e isso assusta nosso homem primata, tão poderoso em outras esferas. O mundo mudou, e ele não tem mais onde se proteger disso.

Apavorado, nosso primatazinho tenta recorrer às putas. Ah, aqueles seres dóceis e não pensantes, que vieram ao mundo apenas para tratá-lo bem, paparicá-lo, obedecer às suas ordens, saciar seus mais primitivos desejos – dentre eles, alcançar-lhe as chinelas e a cerveja ao chegar em casa, ou no motel.

Mas eis que, no meio do caminho, se dá conta de que mesmo as putas, hoje, opinam. Ocupam espaço. Querem ser bem tratadas. Não são mais apenas corpos sem voz e sem opção. Choque total!

Certamente não era de mim que o moço falava. Mas uso o termo ‘chic’ com certa frequência. Frequento lugares interessantes, conheço alguma coisa daqui e dali, e só. Brinco com o ‘chic’. Quem me conhece de perto, e de verdade, sabe que pouca bola dou pra isso. Chic mesmo é ser gente, é se importar, é enxergar o mundo em que se vive, além do que superficial. O resto, meus caros… o resto é purpurina, o resto sai no banho, água leva..

E mais? Segue o moço com baboseiras..

Aí, me enchi de brios e precisei comentar.. afinal de contas, trabalho lá e cá.. e não trabalho assim tão mal..

Farei analogia bastante simples, beirando o infantilismo, e peço que me perdoem se acharem simplória demais, mas aqui a facilidade de compreensão por parte do leitor é essencial. Usaremos o exemplo do pão e das padarias.

Eu acho fácil compreender por que motivo o pão na Padarie custa mais caro que no Nacional. Talvez ele ache difícil… Afinal de contas, é tudo pão igual, não é? Não. Não é…

Então, eu também acho que todo o pão tem que ser bom como o da Padarie. Que, SE FOR BOM como o da Padarie, o pão tem mesmo que custar mais caro (os ingredientes são mais caros, a preparação mais cuidadosa, etc), e que bom mesmo seria um mundo em que todos pudessem sempre comprar o pão da Padarie. Mas nem sempre se pode, e nem por isso se deve desmerecer o pão do Nacional, que também é pão, e também é bom, também alimenta, embora use ingredientes menos nobres e menor dedicação na preparação.

Em resumo, e trazendo o exemplo para o ‘nosso mundo’: cada uma de nós sabe o quanto vale seu trabalho, e não admito que cliente desmereça ou queira impor regras insanas. Cliente tem que ser respeitado e bem tratado, sem que isso signifique pisar em cima de quem o atende tão atenciosamente.

Por mais que alguns queiram estabelecer uma relação onde a prostituta precisa mais do cliente do que ele dela, não é essa a realidade. O que existe é uma relação de troca, uma relação comercial, e deve se dar de modo prazeroso, respeitando cada um os limites do outro. Simples, não?

Um cliente como este moço, portanto, ele não me interessa. Ele não me parece apto a respeitar normas de civilidade essenciais à boa convivência a dois, ainda que por curto período. Sou fresca? Talvez – mas se há alguma coisa da qual eu tenho certeza nessa vida é de que no meu zoológico mando eu.

 

Espera bem recompensada…

(Minha “versão” deste encontro está em “Entre foder e fazer amor”, neste mesmo site)

Buenas!
Há muito tento agendar com a Monique Prada, mas sempre esbarramos em algo que impede o encontro. Seja tempo, horário, valores… esse ponto então… ixi… já rendeu muito. Mas surpresas no dia a dia me faziam persistir com o desejo por ela. Sonhos? Sim… Tive vários… Ainda mais depois de conhecê-la na festa… e de almoçarmos juntos…

Tudo acertado, a caminho ainda mando torpedo dizendo que estava chegando. Cheguei… novo torpedo indicando o quarto… Nada! Resolvo ligar… Menos ainda! Entrei via celular no MSN… Danni Capri on… Pedi seu auxílio, que prontamente ligou… nada… ‘mas espera um pouco… ela deve estar chegando!’


Passada meia hora e nada de contato, resolvo procurar outra companhia… Foram 16 opções, GPS freelancer, agências, amigas, casadas…Todas ocupadas, ou com fones desligados ou simplesmente não atendiam. Bom… tempo eu tinha… azar… Vou aguardar alguma retornar. Quando consegui uma companhia… me disse que em meia hora estaria ali.

Resolvo tentar algo mais breve. Foi desligar o fone… me liga Monique.

Com aquela voz aveludada ao fone… o desejo de tê-la afinal me rendo e concordo em aguardá-la. Mais uma hora de espera…. Mas valeu a pena! Como valeu! Vê-la entrar no quarto… Cabelos negros com alguns fios dourados, um minúsculo vestido preto, aquela boca, aqueles olhos, o caminhar, a respiração… Ela faz menção de falar algo…


Finalmente estávamos juntos.. não seriam palavras que diminuiriam a ansiedade da minha espera. Ela deixa bolsa, champagne, chaves por cima da mesinha… e nos beijamos afinal!


Ela está linda… mais gostosa do que do último encontro (apenas almoço).
Silêncio… Mais beijos… Percebo que ela está tensa… Mas não queria saber naquele momento de problemas ou mesmo que ela os relembrasse. Simplesmente continuamos a nos beijar. Com a espera looooongaaa…. eu pude tomar alguns banhos frios… hehe, possibilitando que não perdurasse mais a nossa espera (ou pelo menos a minha).


Ainda em pé e ela vestida, percorro seu corpo com minhas mãos… Pele morena, suave, delicada, cheirosa… Beijava se rosto… sua boca… o colo de seus seios… As minhas mãos passeavam pelo corpo dela… adentravam o pequeno vestido por baixo… Pele quente… Sua respiração se altera… Sinto o coração bater mais forte… O meu já nem sentia… Sabia que estava na boca… a pulsação sentia no padreco… que a esse ponto estava latejando de vontades. Agarrava suas coxas… subi seu vestido… A pequeníssima calcinha aparece para dar sua contribuição… atrapalhar na real!!

Peço ajuda para tirar o vestido.. não queria machucá-la. Ela o tira. Finalmente o corpo dela se revela nú para mim… De tantos para quem ela o mostrou… agora ela era só minha… naquele quarto… naquele tempo… era só minha. Que corpo!!! Uma mulher!!!
Abraço ela enquanto suas mãos retiram a toalha úmida que me envolvia. Ela acaricia o padreco com curiosidade… rsrs (presunçoso)… Beijo sua boca insistentemente… Desço o pescoço… seios… grandes… suculentos… tentadores… provocam as minhas melhores fantasias… Os beijo e sugo com vontade… Com uma saudade de algo que ainda não havia provado… Percorro seu corpo todo… A viro de costas… Abraço-a forte por trás… roçando o padreco em sua bundinha… Viro-a novamente… Abaixo-me até sua bunda e a beijo… Lambo. Mordo… Novamente volto aos beijos quando ela resolve descer…. Aiaiai!!!


Ela toma o padreco em suas mãos e num golpe só coloca-o dentro de sua boca… Benza Deus…. Partes de meus sonhos estão se realizando! Que delícia de boca… Simplesmente deixo minhas sensações viajarem… assim como essas meras palavras… poucas coisas poderiam explicar as sensações. Muito bom! Boca quente… Molhada… Com fome… Com desejo…


Ajoelhada a minha frente… ela lambia… chupava… Delicada… Sensual… Aquela boca irradiava um calor incrível!! Delícia! Sentia-me poderoso… Viril… Homem… Macho… Em todo meu corpo fluía desejo demais por aquela mulher… e agora ela contribuía para que meus desejos se realizassem… Para que a pudesse possuir.
Fomos para a cama…Ela ainda de calcinha e salto… Um charme!!


Poucas palavras… Ela pega uma água… deixa o copo ao lado da cama…
Eu a tomo novamente em beijos… Nossa! Deliciosos… suaves… delicados até então… Minhas mãos continuavam a percorrer e conhecer melhor seu corpo. Eu absorvia seu perfume… querendo reconhecer a fragrância, mas não tive sorte… A meia luz a pele de Monique era ainda mais exuberante… Meus sentidos e apetite estavam por demais aguçados. O toque em sua pele… o perfume do seu corpo… Caramba… Mulher por demais!
Percorrendo seu corpo me vejo em ponta-cabeça com ela… Tiro seus sapatos… com cuidado por saber de sua paixão por essa peça do vestuário… Percorre suas pernas no sentido contrário e com ela ainda de lingerie, dou uma lambida em sua buceta completamente ardendo… Ela se estremece toda… seu corpo se retorce, parece que vai ficar tensa… mas se solta ao toque mais cheio de minha boca… Seu corpo parece se entregar por definitivo a mim…. Sinto-me ainda mais a vontade com ela agora… Ainda mais determinado em dar e receber prazeres a essa e com essa mulher.
Tiro sua calcinha… e coloco-me a lhe chupar… Nossa. Agarrando suas pernas e a chupá-la… Que pele macia… Tenra… Carnuda… Tesão de buceta… Saborosa… Cheirosa… Grandes lábios e um grelinho do tamanho certo… Simplesmente muito boa… Coloco-me invertido e ela volta a me chupar…

O oral dela é algo a parte… Profundo, na pressão certa, com carinho, desejo… Em algum momento… ela para um pouco… pega o copo d’água ao lado da cama… enche a boca e vem de encontro ao padreco… Caraca… Que sensação maravilhosa ao engolir o padreco junto com a água gelada dentro de sua boca… Meu corpo se estremece… essa sensação de carinho… tesão e esse geladinho… nossa… não lembro de ter sentido algo parecido…


Por várias vezes me pego apreciando o oral dela apenas olhando seus olhos… o movimento de sua boca, tocando em suas mãos e arrumando seus cabelos…Queria dar carinho com toques leves… Estava me sentindo muito bem tratado por ela… Queria retribuir mais e mais. A cada movimento em seus cabelos… parecia uma pintura nova… com uma moldura diferente… Realçando os detalhes do seu belo e exótico rosto.


Ainda invertido… Volto a sugar sua buceta… Que loukura… não quero mais largar… Peço pelo 69… Prontamente atendido… A visão se torna ainda mais estimulante as minhas melhores investidas…
Ficamos muito tempo assim…

 

Em algum momento ela salta da cama… pega algo na bolsa… achei que iria desligar o celular, mas volta com ele pra cama… não entendi e nem queria… Passo a mão numa camisinha… e quando vou vesti-la ela a rouba de mim… e com a boquinha… boquinha nada, um lindo BOCÃO!!!… que veste o padreco com o manto sagrado…
Em muitos dos meus sonhos a forma que sempre foi a primeira penetração era no PPMM e assim eu o fiz… A pedi que se postasse dessa maneira… e de forma suave penetrei nela… Muito molhada… quente… Parecia um guri (mais) bobo! Penetrando… olhava em seus olhos entreabertos procurando ver prazer no momento… Sentia tesão enorme naquele momento… Falei baixinho em seu ouvido… ‘como sonhei com esse momento… queria provar de você há muito tempo… e agora… feitooooo!!!’
Mara… Mara… Maravilhoso!!!
Realizava um desejo meu… mas estava se concretizando um sonho… Talvez medíocre e egoísta… mas cercado de muito tesão e carinho por aquela mulher!
Adoro quando a mulher me toca… passa as mãos… procura a melhor posição… e quer… acima de tudo procurar o seu prazer e não somente o meu… Isso pra mim é cativante… alucinante no momento do transa.
Se perder no corpo daquela mulher era algo muito fácil… Tantas possibilidades do que fazer.. do que provar. PPMM… de ladinho… Com as pernas dela pra cima… Cavalgando… Essa é ‘felomenal’… que cena maravilhosa aquela mulher cavalgando por cima de você… Sentir aquelas coxas ora tocando… ora não… Aquela buceta percorrendo teu pau… subindo… descendo… completamente molhada…
Ora eu apoiava sua bunda em minhas mãos… ajudando nem tanto no movimento, mas na intensidade e velocidade dele… Vendo o meu pau entrando e saindo… lentamente naquela buceta maravilhosa!!! Que delícia!!!
Peço pra ela ficar de costas… por cima de mim ela senta… meu Pai!!!
Que bunda maravilhosa… Sentando no padreco… fui adentrando naquela mulher… Aquela vista… Aquela bunda… Aquele rabinho me atentando…. Uii!!! Subia… descia… rebolava… esfregava aquela buceta no padreco….
Puxo ela pra cima do meu corpo… A faço deitar de costas por cima do meu peito… e ainda penetrando a consumo mais e mais… Adoro essa posição… Permite que eu veja a mulher por completa… enquanto a penetro e ainda posso tocá-la. A pressão do pau por dentro da sua buceta era algo… A posição ajuda ainda mais na posição e pressão da penetração… Ela estava completamente a minha disposição… Tocava seus seios, sua barriga, sua boca e a massageava com afinco seu grelo… Sua buceta deixava meu pau todo molhado… passava meus dedos por ele e os dava para lambê-los.
Ainda de costas… o reflexo do seu corpo sobre o meu… as minhas mãos percorrendo o seu corpo enquanto a desejava cada vez com mais vontade.
Estava num dia inspirado… Simplesmente não queria gozar… queria cada vez mais usar daquele corpo… consumir ela por inteira… não seixar nada que outro dia pudesse ser testemunho… queria todas as provas nesse dia… Não havia o que eu não desejasse realizar com essa dama… mulher… sedução… tentação… desejo… Sou apenas um mero aprendiz comprado com outros, mas queria eu dar prazer a ela… naquele momento.. novamente me enchi de desejos e a derrubeu de ladinho… Imaginava que ali seria uma bela oportunidade para tentar o anal, mas não tentei… Estava bom demais…
Currava muito ela… Deitada de conchinha agora… socava fundo e com desejo. Agarrava sua cintura… enquanto ela ria… sorria… por vezes parecia chorar… mas não demorei para perceber que era sua forma de prazer… Delícia que me entusiasmava ainda mais! Agarrava cintura.. seios… o corpo dela todo era meu!!!
Ela me deixa… Eu a olho…Até pensei que iria pegar a champagne que deixara no frigobar, mas não. Ela vai a bolsa… pega um tubinho e com um olhar pra lá de maroto vem engatinhando pela cama. Meu Pai!
Me faço de tolo… Não sei o que vai rolar… Ela dá uma chupada no padreco… se tava duro.. ficou ainda mais… Meuzzz Delzzz!!! Ela fica D4… e aplica um pouco de Gel no rabinho e ‘pede’ para que a acompanhe…

Já não estava mais me sentindo… não sabia ao certo diferença entre fetiches, paixão, sedução, sexo e realidades… Ela toma a comando literalmente em suas mãos, ela pega o padreco e o conduz para dentro de seu rabinho… Perfeito! Magnífico! Adentro em dois tempos… Talvez mais habituada… Talvez com mais entrega dela ao pobre Padre… o padreco adentrou com muita tranquilidade e logo os movimentos tomaram uma cadência muito boa… Que delícia! Não manifestei em momento algum o desejo do sexo anal… e a sua entrega me deixou mais encantado… Digamos que me senti a vontade para pensar que ela estava se entregando ainda mais… Curtindo o momento mesmo! Adorável mulher!
Ficamos algum tempo… o sexo anal com ela é muito intenso e cheio de sensações… Mas mesmo envaidecido… queria mais peripécias com essa mulher! Deixamos de lado o anal… Tiro a camisinha fora… e ela volta a me chupar…. Delícia!
Ela está ensopada… corpo suado e buceta completamente encharcada. Fazia algum tempo que não tinha uma mulher assim tanto em minhas mãos… Muito entrega… o envolvimento foi muito bom!
Eu lambia seu corpo e sugava sua buceta enquanto o oral continuava com maestria… Decido que iria gozar em sua boca… Querendo ter a ‘liberdade’ de ver o meu prazer tomando conta dela toda…. Penso em masturbar-me, mas ela não deixava… quando eu tomava o padreco em minha mão… ela o tomava com a boca… Sugava… Me deixava doido de tanto prazer!
Peço para que ela se coloque a beirada da cama…deitada de barriga pra cima… com a cabeça pra fora do colchão… A cabeça levemente inclinada, usei sua boca como buceta e a fodi muito… Eu me coloquei em pé fora da cama um pouco atrás dela… A minha vista era previlegiada… Eu me masturbava olhando aquele corpo que ela se tocava… Uma de suas mãos massageava seus seios enquanto a outra revezava entre a sua boca e sua buceta… Tocando seu corpo de forma muito erótica… A visão é maravilhosa e muito provocativa… Tiro o padreco de sua boca… e em pleno momento de prazer… meu gozo enche a sua boca… lambuza seu rosto, seios… Quanto prazer.. quanta porra!!
Ainda gotejando… limpo a cabeça do padreco em sua língua e lábios… Quente… a sensação que pegaria fogo!

Tomo minhas mãos e limpo seu rosto dos vestígios (e são muitos) de meu prazer… Massageio seu corpo com o leitinho… deixando boa parte dele branco e pegajoso. Sem exitar a beijo delicadamente!
Ela se deita de bruços e ficamos conversando por um bom tempo. Pessoa adorável! Inteligente.. sensível… Experiente e com muitas histórias… compartilhamos algumas. Só ajudou a aumentar a admiração.
Depois de algum tempo… abraçados… o padreco dá sinais de vida. Volto ao sexo oral nela… e muito se repete em toques e sensações… Ficamos outro tempão entre beijos e 69 onde por várias vezes a sensação dela ter gozado… Estava muito bom.
Não tive condições de penetrá-la… Ficamos de frescuras… Resolvemos então pedir o almoço… Praz certo para vir… Fui mais uma vez pra cima dela… coitada… deve ter imaginado que há muito não como… rsrs… mas estava muito boa a companhia… que mulher deliciosa!
Passo a mão e uma nova camisinha, visto o padreco e adentro novamente a mulher!
Como pode?! A cada penetração e penso em ser a primeira… Meio de ladinho… tiro e coloco várias vezes o padreco dentro de sua buceta… Não canso de lembrar da visão… da sensação… do calor… Por vezes ela pressionava sua vulva afim de dar maior pressão… E conseguia! E como conseguia!!
Ficamos algum tempo assim… Movimentos mais intensos, mais pegados… Mas apesar do tanto tesão que tinha pelo momento e que estava muito bom… o padreco desfalece.
Ficamos encaixados… empernados e abraçados, conversando novamente sobre diversas coisas…. até o almoço chegar.

Tadinha.. tava com fome… disso também!
Almoço e fomos ao banho… Já era hora de tomarmos rumo em nossas vidas. Fui primeiro enquanto ela tentava arrumar o cabelo. Me fiz um pouco de besta (um pouco mais apenas)… enrolando até ela vir junto… Veio! Obaaaa!!!!
Novos beijos… arretos embaixo do chuveiro. Dou banho nela, passando delicadamente o sabonete em seu corpo… Peço que ela se banhe para mim… Ela toma o sabonete de minhas mãos e muito provocante, aquele pedaço de sabonete desliza pelo corpo… me deixando muito loko!
A essas alturas me masturbo pra ela.. Batendo uma punheta pra ela… ela esfregava o corpo em mim… principalmente no padreco… que estava a milhão novamente. Esqueci de levar uma camisinha ao banho, mas ela descia e chupava o padreco com tanta vontade… Nossa.
Puxo-a pra cima, procurando a sua boca… Os beijos agora são com uma intimidade muito maior que no quarto… Delicioso beijo… Delicado… por vezes mais pegado…
Abraçadinha, bem juntinho ao meu corpo, com aqueles beijos deliciosos, continuava a me masturbar… Ficamos assim por algum tempo… como se o tempo nada fosse…
Quando ela percebe que estou prestes a gozar ela toma o padreco novamente em sua boca… Suga ele com muita vontade… e deixa o gozo todinho dentro de sua linda boca… Ahhhhhhhhhh!!!!!!! Meu berro toma conta do quarto… DELÍCIA de gozada!!!! Que companhia adorável!
Nos beijamos… terminamos nossos banhos e tomamos caminho a vida lá fora.
A champagne ficou… não a tomamos… mas acho que brindamos o nosso encontro com outros líquidos muito mais interessantes… Adorei!
Ela ainda me dá uma carona até onde deixei meu carro… Sair do motel com essa mulher foi algo muito bom pro meu Ego… pra dizer a verdade… a tarde toda que passamos foi muito bom pra minha alma… Espero de coração que ela tenha gostado. Espero repetir!

Avaliação
Destaque pela companhia super agradável e a extrema boa vontade da gata! Fantástica a disposição em conseguir traduzir o momento em prazer absoluto e o que me fascinou mais ainda foi a forma que ela buscou sentir prazer em nosso encontro. Tá certo… começou com tudo podendo dar errado, mas foi fantástico!
Nota… digamos que seja minha nota 10. 10,5 ?? Adorei

Relato por Padre dos Pampas
Postado originalmente em GpGuia.net , ForumSD

Perdi a hora…

E quando aqueles 15 minutinhos a mais de sono se transformam em três horas extra?
Acordando de verdade só agora.. Cansadinha da correria de ontem, primeiro em busca de flat, depois almoço com amigos, arrumação da bagunça, peregrinação atrás de lençóis e toalhas…e um mui prazeroso final de noite, com um dos meus patrocinadores preferidos.
Tudo isso resultou em uma certa dorzinha nas pernas. Quem vem massageá-las?
Bom dia!

Mude seu mundo

Por: @GreekNovo

Nao é um TD. É uma descrição de uma experiência reveladora. Há menos de um ano não havia tido nenhuma relação com uma acompanhante/GP. Tinha curiosidade de como seria desde a minha puberdade, carregado de estereótipos e dúvidas. Mas chega a hora que devemos ter experiências distintas até mesmo para ter uma visão mais abrangente do mundo. Meu ofício está relacionado com a compreensão do indivíduo como consumidor e suas motivações. Logo, usei-a como (boa) desculpa para iniciar esses tipos de encontros e conhecer esse novo mundo.

Sem nenhuma referencia, fui para internet e caí em dois sites. Como escolher? Que critérios utilizar? Totalmente surreal para um neófito. Muitas opções, descrições ambíguas, fotos nem sempre reais. Encontrei a Monique. Fotos lindas, corpo ao meu estilo das minhas preferencias (lábios carnudos, seios fartos e muito mistério…) e locais próximos. Mas eu não estava preparado para ela…. Tinha que iniciar por algo mais simples, menos complexo e sofisticado para um novato no ramo.

Escolhi em um site alguém interessante, mas que não me ameaçasse na minha timidez. Foi uma experiência satisfatória, mas incompleta. Busquei uma segunda, detentora de um corpo perfeito e tinha tudo para ser espetacular. Empatia zero, relação mecânica. Insisti na busca, evitando quem eu deveria ter escolhido desde o principio. A terceira me convenceu que estava no caminho errado.

Amadureci a minha escolha, como se escolhesse o melhor dos vinhos para a melhor das ocasiões. Acompanhei sua trajetória no twitter e nos seus blogs. Uma cabeça interessantíssima, além dos atributos físicos que imaginava a partir das fotos. Era a hora!
Marcamos no Sherwood e eu estava realmente muito nervoso!

O som dos sofisticados sapatos altos na escadaria enquanto esperamos causa uma ansiedade próxima daquela de alguém que pulará de paraquedas de um avião em movimento. A primeira imagem não foi esquecida: linda, simpática e reservada (para não dizer tímida).

Conversamos, nos sentimos mais soltos e o temor e a timidez foram sendo gradativamente abandonados. O retirar das peças, revelando seu corpo, feito com calma e um prazer juvenil, era muito mais excitante que uma transa rápida e direta. Seus seios me enlouqueceram, tanto quanto seu toque. O tesão crescente era domado e modulado pela habilidade, experiência e o carinho que ela me proporcionava. Não me lembro quanto tempo toda experiência levou, mas foi plena. O problema é que se tornou viciante. Os encontros se repetiram algumas vezes e sempre me sentindo confortável, respeitado e disposto a repetir aqueles instantes de tensão, êxtase e tranquilidade.

Alguém já disse nesse blog ou twitter e reafirmo: Monique Prada não é para todos. É para quem busca algo além de simples sexo, rápido e totalmente descompromissado. Se alguém quer desfrutar de uma experiência ampla e estimulante e que não se encerra na despedida, recomendo essa extraordinária oportunidade. Como era dito em uma campanha de uma agência de viagens, “nunca se volta igual de uma viagem”, especialmente se for com Monique Prada.

Pegando leve….

Com a palavra, o patrocinador: começando a sequência de posts do @ale_427 , conforme prometi mais cedo.. E começando com a versão light (me odeiem rs). Já estou até pensando em abrir um concurso pra “melhor relato”, tamanha a quantidade (e qualidade) dos relatos que os meninos me enviam. Lá vai.

“Quase 1 ano na espera e “enrolando” a linda Monique Prada, enfim tenho a oportunidade de conhecer aquela mulher deliciosa que eu ficava cheio de vontades só em olhar suas fotos.
Marco tudo com ela, e me mando a Porto Alegre, ansioso, cheio de expectativas e com vontade.
Com as anotações em mãos, para não me perder em POA, chego ao motel.

Primeira vez nesse tipo de lugar, chego envergonhado. Sem saber muito como agir, sigo a instrução da Mô, peço um quarto e a aviso.Depois de sofrer para achar o quarto, entro e vou tomar um banho.

Limpinho e cheiroso, espero ela chegar. Uma espera longa que só me deixou mais nervoso, ansioso. Mas com mais vontade ainda.

Depois de um longo tempo ela chega. Eu com um nervosismo do tamanho do mundo, abro a porta pra ela entrar e volto pra cama.

Tímido, preocupado com o fato que ela poderia não gostar de mim, deixo ela conduzir as coisas. Apresentações feitas, um pouco de conversa para quebrar o gelo (tanto tesão que estava, já estava pronto nessa hora) e vamos ao que interessava.

Ela linda tira o vestido, já me deixando doido com aqueles seios lindos e uma tatuagem que eu adoro. Tira minha bermuda e cueca o oral. Tinha lido que ela gostava, mas não sabia que era tanto. Oral com vontade, com gosto por um longo tempo, eu maluco de tesão me segurando para não acabar já nessa hora.
Para acalmar minha vontade de acabar, peço pra fazer oral nela (não sou bobo nem nada). Calcinha saindo do corpo dela, fiz com todo o gosto que tenho por oral.
Curtindo estar ali, ela me deita na cama e parte pra cima.
Fazendo maravilhosamente, eu ia sentindo ela deliciosa, enquanto pegava nos seus seios. Bom quando ela colocou minhas mãos no seios dela, ali vi que ela gostava e ai mesmo que não tirei mais.
Precisando fazer com vontade, peço pra ela deitar na beira da cama e fico em pé no chão. Forte vou fazendo com vontade, com todo o desejo que tava por aquela mulher. E pegando nos seios. hehehe.
Sem muita noção de tempo, partimos pra tradicional de 4 (não pode faltar né). Com a força que ainda tinha, fui fazendo gostoso (espero) até não aguentar mais. Cai quase que exausto na cama, e deixando ela tomar iniciativa do que aconteceria a partir dali.
Sem perder tempo ela recomeça um oral acompanhado com as suas mãos. Sem condições de aguentar mais, educadamente e com medo pergunto se podia acabar no oral que ela estava fazendo, e para minha alegria, sou atendido. Uma delicia.
Acabado, feliz, e ainda com vergonha ganho carona dela até a rodoviária e viajo feliz da vida.
Mulher linda, maravilhosa e perfeita.
Uma ótima companhia. Apesar de falar pouco (unica coisa a lamentar nela), é uma mulher educada, culta, inteligente. Te deixa super à vontade e é uma maravilha no sexo.
Feliz fico, e querendo mais!!”

…um toque de mistério, outro de melancolia…

Depois de um tempo lendo blogs, perfis de twitter e facebooks de garotas de progrma e tornando-me cliente de algumas delas, a sensação passou a ser de falta de novidade e puro estelionato – a regra era muito mais de decepção com a pessoal “real” que eu encontrava. Os próprios blogs claramente seguiam um padrão claro e sem graça, basicamente com informações de marketing envolvendo fotos e relatos dos programas. Minhas leituras passaram a não ser limitadas às GPs da minha cidade, nem do meu país. Obviamente, tinha muita coisa interessante em vários lugares, ainda que a logística impusesse uma apreciação meramente virtual.

Pelas conexões envolvendo uma das garotas que eu frequentava, conheci a Monique Prada, personagem impar deste mundo. Posts frequentes e eloquentes revelavam aos poucos fragmentos de uma personalidade cativante – uma garota de programa com fortes sentimentos feministas e políticos (de esquerda), cercada de um círculo de amizades ecléticas, e munida de uma grande sensibilidade daquelas capazes de transformar pequenos detalhes do cotidiano em eventos significativos.

A exemplo das GPs, criei uma identidade paralela – nome de guerra usado no twitter e e-mail, e telefone “B”. Com esse perfil, interagi algumas vezes com a Monique no twitter, e passei a desejar que um dia o destino ou simplesmente o trabalho me levassem até Porto Alegre. Acabou não acontecendo antes dela resolver vir a São Paulo. Mandei um e-mail para ela combinando os detalhes de um encontro, e fiquei aguardando a chegada.

Quando a vi pessoalmente, toda minha atenção estava nos olhos, já que todo o resto de alguma forma já havia sido mostrado em muitas fotos. Ainda um pouco escondidos atrás da franja, pareciam devorar toda a informação ao seu alcance. A outra era a voz – firme mas suave, e que descobri ser utilizada de forma bem econômica.

O programa em si começou com beijos e toques suaves, que continuaram por um bom tempo depois que informamos um ao outro que não estávamos com pressa. Já na cama, muito sexo oral e carícias, que continuaram com beijos e mudanças de posições. Uma sensação muito boa de transar com alguém que apesar de falar explicitamente que não está lá para fazer amor com os clientes, parece sentir prazer genuíno, além de dominar a arte de criar a ilusão do sexo como momento mais sublime da verdadeira grande ilusão da humanidade que é o amor.

Pela conversa depois fiquei convencido que ela não havia gostado muito do encontro – não parecia haver explicação para tanto silencio da parte de alguém tão eloquente com as palavras escritas. Mas depois de alguns e-mails trocados isto apareceu como uma nova dimensão do mistério de uma personalidade complexa. Ela diz ser mesmo quieta e frequentemente passar a impressão errada por conta disto. O olhar de tristeza e desviado durante a despedida só aumentou a sensação de mistério. Como comentário para um post sobre minha cidade no blog dela, deixei o recado: a afinidade entre as duas não parece ser à toa para mim – como é que conseguem parecer tão poderosas e frágeis ao mesmo tempo?

Pelos seus posts e comentários, fiquei com vontade de ser turista na minha própria cidade. Os mesmos lugares que conheço há muitos anos aparecem como novos, assim como a ilusão do que o amor e o sexo representam para mim. Enquanto respeito a quietude da Monique, continuo seu leitor. E aguardo sua volta.”

Enviado por @JohnForrester33 , em 19/04/2013 – São Paulo

*** Nota minha: acho que realmente prefiro ficar a sós após o encontro. Aceitei o convite gentil pra almoçar.. Acabei quieta. E escutando, acidentalmente, a conversa do casal de idosos sentados em mesa próxima. Era seu primeiro encontro, percebi. Contavam um ao outro coisas de suas vidas, de seu tempo – o tempo de hoje, e o passado. Ela, toda coquete em seu traje bem escolhido, cabelo aprumado, maquiagem discreta e alegre. Ele, como um menino, fascinado ouvindo seu primeiro amor. Eu, pensando na vida com esperança. Todo cambia, todo se transforma..

Jorge Drexler – Todo se transforma

Entre putas e bonecas infláveis

Ando cansada do Facebook… Mas persisto. Ontem, foi a “piadinha” racista. Algo sobre o menino ser filho de um negro e uma judia, e estar em dúvida sobre ser negro ou judeu.. Por que achou linda a bicicleta nova do colega, e estava na dúvida se “deveria roubar ou pechinchar”. Chocante. E o autor do post não se deu conta do absurdo. E, se não se deu conta, é por que pensa mesmo assim. E, se pensa mesmo assim, dele quero distância. Tenho medo de quem ri de piada racista e preconceituosa. Tenho medo por ser quem sou, alvo constante de preconceito, e tenho medo por todos nós.

Hoje, a questão foi outra. Versa sobre os limites de uma acompanhante, e o direito ao próprio corpo. Tediosamente, digitarei a “pergunta” que o mocinho (um “kasado” que cata sexo “grátis” na Rede) e minha resposta. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o assunto. Então, se puderem, comentem..

O post do moço:
“Estava vendo anúncios de garotas de programa que não fazem anal, o que elas vendem então se não é o corpo ou sexo………..achei que a intenção fosse dar prazer ao digamos cliente…….”

Não me contive, e respondi:
“Dar prazer ao cliente sem abrir mão do próprio prazer ou fazer algo que as desagrada completamente. Eu sou meretriz e trabalho assim. Gosto de anal mas raramente faço – independente de valor, só faço se rolar clima e vontade.
A prostituta aluga seu tempo, vende um serviço. Não vende seu corpo e seu desejo.

Mas fique tranquilo: uma leva de bonecas infláveis realísticas e incríveis está sendo criada, e é ideal para homens que pensam como tu.”

Obviamente sei que muitos dos que me leem, ou mesmo contratam meus serviços, pensam exatamente como o moço. Numa sociedade machista e conservadora, represento o que há de pior: lixo moral, mulher sem escolha, corpo sem direitos e sem voz. Mas tenho voz. Tenho direitos. E insisto em existir. Sem dor.

…qualquer coisa além da beleza…

Com a palavra, o patrocinador: relato enviado por @colorado_1

“A Monique é uma sedutora. E ela faz isso de uma forma absolutamente natural, não forçada. Quando percebi, já estava completamente seduzido por ela. O sorriso discretamente malicioso, o toque sutil, a gentileza ao conversar, entre outras coisas, provocam esse clima de sedução.

O momento em que ela tira o vestido é inesquecível. Aqueles dois, três segundos são indescritíveis, por mais que eu tente. Respeito as opiniões contrárias, mas penso que nada é mais belo do que uma mulher nua deitada em uma cama. E quando essa mulher chama-se Monique Prada, a visão é ainda melhor.


Quando tu transas com uma mulher como a Monique, é lógico esperar que ela seja sexy e “quente”, a surpresa é descobrir como ela é gentil e carinhosa na cama, de jeito nenhum ela age de forma mecânica e fria. Ela te deixa completamente à vontade, transar com ela dá uma sensação de prazer completo, é algo bem mais amplo do que apenas o prazer sexual.

O sexo oral dela é espetacular e único. Ela engole o pau inteiro e o aperta com a garganta. É um momento extremamente prazeroso. A Monique é pós-doutora nessa área (e tem lábios maravilhosos, guardadas as devidas proporções, ao estilo Angelina Jolie).

Ela tem o perfil da mulher brasileira, pequena, mas voluptuosa, com seios grandes (siliconados, aviso antes a quem não gosta), bunda grande e coxas grossas. É uma mulher que desperta o desejo de qualquer homem.
Ela toca o teu corpo de maneira suave e sexy ao mesmo tempo, apenas com a ponta dos dedos. O cheiro da Monique é delicioso, sedutor. Melhor que isso apenas o gosto dela. Sim, ela tem um gosto doce. Só conhecendo-a para entender perfeitamente isso. O cheiro e o gosto dela permanecem várias horas após a transa. Só não sei se isso é uma coisa real ou é uma artimanha do cérebro para não esquecê-la. E fica a dica: ela adora ser massageada e receber sexo oral.
As fotos permitem ver tão belo é o corpo dela, mas só o contato pessoal permite conhecer o seu carisma, ela é uma daquelas pessoas que tem personalidade, não é uma dessas mulheres “tão iguais e tão sem graça”. É curioso, mas basta vê-la caminhando para perceber como ela é segura e diferente. A Monique está muito além do estereótipo das acompanhantes. É uma mulher de uma inteligência impar. Conversar com ela é sempre agradável. Ela é uma mulher forte, quem a segue no twitter sabe muito bem disso.

A Monique é uma mulher para homens que realmente apreciam uma mulher. Ela tem bunda, seios e coxas maravilhosas, mas é muito mais que somente isso. Entre os nossos poetas, Vinicius de Moraes foi quem mais amou as mulheres. Casou-se inúmeras vezes, teve outros inúmeros casos, escreveu várias letras e poemas dedicados a elas. Era um apaixonado pelas mulheres. Por isso, em “Samba da Benção”, ele afirmou: “uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza”. A Monique é exatamente assim. Ela tem esse algo a mais. E é justamente isso que a diferencia e faz com que ela seja uma mulher especial e rara. A Monique Prada é o tipo de mulher que é a tradução real e viva do significado que os dicionários dão à palavra mulher.”

Sexo matinal…

Com a palavra, o patrocinador:

março/2013

“Estava com muita vontade de conhecer a Monique, acompanho ela em redes sociais e curto ler os textos e comentários que desenvolve com muita inteligência e principalmente pelas fotos do seu site que foi o fator decisivo para marcar com ela. Mandei uma mensagem pra ela sendo o mais objetivo possível marcando local e horário e ela me respondeu com mais objetividade ainda,simples e direta como tem que ser. Me perguntou se eu queria alguma coisa em especial e eu pedi que surpreendesse e foi o que ela fez.

Horário combinado ela chega, fui em direção a ela e comecei a beijar aquela boca carnuda e fui correspondido, me beijou com vontade, minhas mãos a essa altura já percorria o corpo dela e ela já acariciava o meu pau. Gosto dos detalhes dos movimentos das caras e bocas, ela foi desabotoando botão por botão de sua roupa lentamente, ela estava com uma lingerie maravilhosa uma combinação perfeita em um corpo delicioso.

Ela então se ajoelhou na minha frente e começou com um oral espetacular, chupava,lambia e beijava todo meu pau,não resisti e deitei ela na cama, queria retribuir o carinho então comecei a chupar e lamber todo o corpo dela, ela tem uma pele macia e cheirosa que só aumentou meu tesão. Fiquei um bom tempo chupando a Monique até ela praticamente pedir pra eu come-la, ela colocou a camisinha e veio por cima,lentamente foi se encaixando e começou a galopar e rebolar no meu pau, e eu acariciava seus lindos seios,um espetáculo à parte, deliciosos.

A Monique estava sentido prazer tanto quanto eu e é isso que torna um td prazeroso, não pago apenas pra sentir prazer, gosto de proporcionar prazer, faz bem para o ego satisfazer uma mulher. Pedi pra ela ficar de quatro e fui prontamente atendido, soquei com força na Monique e ela gemia de prazer, deitei ela novamente na cama e fizemos um ppmm onde pude beijar um pouco mais sua boca e sues seios até não aguentar mais e gozar.

Ficamos um tempo deitados, eu em estado de êxtase total,feliz e satisfeito e ela do meu lado sorrindo.
Recomendo a Monique, mulher linda,gostosa super profissional, não reclamou de nada, curtiu todo o momento.
Com certeza irei repetir.

Abraço,
Alexandre Wellness”

(Nota da Mô: esse homem é uma delícia!)

** Este relato, assim como qualquer relato positivo a meu respeito, teve sua postagem vetada no GpGuia (informação do forista, que recebeu mp do administrador vetando). Doravante, todos os relatos REAIS sobre meu atendimento serão postados aqui. Envie o seu: [email protected]

O que perdi ao me encontrar com uma garota de programa

Caros amigos: hoje, a palavra não é minha. Hoje, o espaço é de alguém muito querido, que conheci em minhas andanças virtuais (e, no último Carnaval, tive o prazer de conhecer pessoalmente).
Meses atrás, conversávamos no Twitter sobre o que levava homens solteiros, jovens, inteligentes a contratar os serviços de acompanhantes – apesar da grande oferta de sexo sem compromisso por aí. Pois bem: o amigo fez questão de me enviar seu relato.. Penso ser a hora de publicá-lo por aqui, meses depois de ter recebido, e num momento em que sei que a maioria dos problemas que ele cita foram superados. Foi um aprendizado lindo, e muito me orgulho de ter participado ativamente deste processo.
Com a palavra, A.:

” O título do texto foi propositadamente pensado para chamar a sua atenção, caro leitor, e desenganá-lo: a primeira reação ao lê-lo pode ser “ah, claro, garotas de programa não são boa coisa, ele perdeu muito”. Ou seja, se você pensou de forma negativa, está enganado.

Tenho uma história de vida pouco típica. Aos 30 anos, nunca havia me relacionado com ninguém. Nada de namoros, de ficar, sexo… Nem beijos. Desenhei minha próprima imagem, na minha mente, de uma aberração, alguém que deveria esconder-se e incapaz de estar com outra pessoa, sexualmente e amorosamente. Isso ocorreu devido a questões de não aceitação da aparência física, de um ambiente familiar onde a sexualidade não era vivida (apesar de não ser, por outro lado, reprimida). Cresci alimentando medos, numa escalada que levou ao cume de me acreditar assexual. Só como exemplo: fiquei um ano sem me masturbar.

Há algum tempo, passei por transformações físicas profundas (gastroplastia), o que veio acompanhado de transformações psicológicas. Comecei a derrubar as muralhas, de dentro para fora, aos poucos. Certa vez li um artigo científico que falava da diminuição da libido em pessoas muito obesas, e seu aumento quando essas pessoas passam por um grande emagrecimento. Senti isso na pele: voltei a ter tesão, a me interessar pelas mulheres na rua, a querer ter uma experiência sexual.

Ficou apenas essa barreira a superar, creio que a mais difícil: vencer o medo de se mostrar, e de se relacionar. “Você está romantizando muito seu tesão, são coisas diferentes”, disse uma amiga. E realmente, ainda pensava em encontrar A mulher amada pra começar a viver uma vida “única” com ela. Era uma barreira complicada. Até que, certo dia, duas amigas me sugeriram que eu vencesse esse meu medo procurando uma garota de programa.

Ri muito. Ri por timidez, confesso. E a ideia jogada permaneceu na minha mente: fiquei alguns dias pensando nisso. E, numa noite solitária na internet, fui em busca de sites sobre a profissão. Encontrei o GPGuia, e ali achei o link para o site de uma casa de massagem. Ainda tímido, mas confiante e querendo vencer meus medos, liguei no outro dia para marcar horário com uma das moças, que vi pelo site.

Até alguns minutos antes da hora marcada, eu estava indeciso. Mas encarei o medo. Medo de que a moça me visse como uma aberração (ainda essa ideia sem sentido). O primeiro passo: tirar a roupa. Ficar nu na frente de alguém que não trabalha na área médica e nem é da minha família. Minhas pernas tremiam. Eu estava muito tenso. A moça era muito simpática, e eu contei tudo para ela. “Vou ser sua namoradinha e sua professorinha”, disse (foi fofo!). Nessa primeira vez, não consegui chegar às vias de fato. Mas aprendi a beijar e fazer oral (o que mais gostei!). Pedi para que ela me ensinasse como satisfazer uma mulher (anos de autorrepressão me deixaram com uma vontade intensa de me entregar e fazer tudo o que a mulher deseja). Nos outros três encontros, aprendi mais sobre sexo oral (já disse que foi o que mais gostei?), massagens de fato, carícias, onde e como excitar uma mulher (a moça, no caso), onde e como excitar-se…

Quatro horas de experiência sexual que, apesar de tão reduzido tempo, foram muito proveitosas. Não pelo que eu aprendi sexualmente, porque sei que é pouco tempo e descobrirei sempre mais (aí está o grande barato de viver). Mas pelos medos que venci: agora SEI que meu corpo não me impede nem de ter, nem de dar prazer; muito pelo contrário. Agora SEI que sexo não é uma coisa de outro mundo: é natural, é humano, é bom. A garota de programa ajudou a me livrar desses fantasmas e, agora, tenho não só confiança, mas vontade de me permitir, no sexo e no relacionamento. A garota de programa ajudou a me permitir ser humano.

Não paguei apenas por sexo. Paguei para evoluir como pessoa.”

A.L.L.


*** Nota minha: este não é o relato de um encontro de A. comigo. Nos conhecemos bem depois disso. Relatos de encontros comigo estão na categoria “TDs – relatos”.

“Pagando por sexo” e a hipocrisia nossa de cada dia: o pecado está no lucro?

Chester Brown é, em certo sentido, um cara corajoso. Ele usa seus quadrinhos, bastante expressivos na sua “não emoção”, para esboçar uma tese bem interessante na racionalização da malaise masculina na virada para o século XXI: o mito do “amor romântico” é um mal que deve ser extirpado das aspirações humanas na sociedade contemporânea. Tese que ele defende, ao longo dos quadrinhos que ilustram seu livro, com muita convicção – ardorosamente, até, mas sobretudo, racionalmente. Como demonstração, ele utiliza sua opção de buscar o que não tem mais – sexo – com prostitutas, entre março de 1999 e dezembro de 2003, em Toronto.

“Pagando por sexo” é um livro interessante, a começar pela apresentação – quadrinhos tornam qualquer assunto mais palatável. Confesso que meu primeiro impulso foi o de desconstruir um a um os argumentos apresentados pelo autor em defesa de sua opção. A começar pela chamada: “O amor romântico? Não existe. Pagar por sexo é melhor.” Perfeito – mas talvez seja a hora de contar isso aos maiores interessados: às prostitutas, seus amantes, maridos, e mesmo patrocinadores eventuais que acabam por se tornar fixos e fiéis. Coisa, aliás, que acontece com ele mesmo, ao final – chegaremos lá…

No desenrolar da trama, conhecemos um Chester meticuloso em seu planejamento e em suas justificativas. Após uma conversa (surreal para nossos padrões – e só isso já recomendaria o livro para nossos emocionais casais brasileiros) em que sua namorada “pede permissão” para ficar com outro, ele – que segue morando com a moça, agora em uma relação de amizade – decide não mais se envolver. Considera que o “desgaste” de conseguir e conviver com uma nova namorada não compensa a satisfação. Confrontado com a necessidade e desejo de transar de quando em vez, e a total falta de vontade de iniciar um novo relacionamento, Chester acaba se decidindo por pagar… por sexo! Um modo fácil e racional de economizar emoções.

Entretanto, Chester é neófito na temática. Passa por todas as dúvidas de um iniciante, como se tivesse vinte anos ao invés dos quase quarenta que já o alcançaram.. aceita todas as desculpas mais clássicas de nossas heroínas, nunca pondo em dúvida a sinceridade delas… Não por acaso, uma das moças diz que ele foi muito bem “recomendado” por sua amiga (no jargão do meretrício, a definição mais apropriada para “bem recomendado” traduz-se pelo desejável trio de qualidades: “tem pau pequeno, goza rápido e paga direitinho”…).

Enfim.. Chester é um canadense que acredita, sobretudo, na sinceridade como a virtude humana suprema. É filho da lógica “fumei mas não traguei” que impregna aquelas paragens. Assim, ele quer sempre justificar e proteger as moças que o satisfazem frente à argumentação preconceituosa de seus amigos (sim, ele apregoa aos quatro ventos sua opção pelo sexo pago – o que, a meu ver, justifica o adjetivo que empreguei no começo: corajoso. Assumir essa opção para amigos não adeptos da prática gera, não raro, estranheza e indignação..). No entanto, quando confrontado às questões “espinhosas” (como, por exemplo, se não estaria ele contribuindo para o enriquecimento de cafetões), sua resposta se resume a um tímido “espero que não” – embora as evidências apresentadas mostrem que nenhuma daquelas moças atua sozinha, sendo muitas, mesmo, imigrantes, provavelmente ilegais.

Com a continuidade dos encontros, Chester vai ganhando “cancha” – o que ocorre sobretudo a partir do conhecimento de um site que dá notas às prostitutas de Toronto (similar aos nossos fóruns que, ainda que não sejam totalmente confiáveis, ainda assim, são um bom canal para a troca de informações sobre o assunto. Nos primeiros anos de existência, era comum ver foristas referindo-se ao GpGuiA – que teve sua festa de 10 anos em agosto último – de PROCON do putanheiro, e devo eu mesma admitir que houve um tempo em que cumpriu bem este papel, muito embora hoje – infestado de tds “falsos”, em muitos casos “plantados” por agentes e mesmo pelas próprias acompanhantes, e, ao menos aqui no Sul, pautado por um sem número de regras bobas, mutáveis ao sabor do humor do administrador – seja apenas uma desbotada sombra do modelo revolucionário que já representou um dia).

Terb - Toronto Escort Review Board, um dos fóruns de clientes de prostitutas, no Canadá

Conforme adquire mais experiência, Chester percebe-se emocionalmente abalado após os programas, sobretudo ao repetir encontros com a mesma garota, e tem dificuldades para entender o que está acontecendo. Até que ele acaba por rever seu conceito, e o adapta para algo mais palatável e menos discutível. O problema não é mais o “amor romântico” mas sim a monogamia forçada a ele associado.

Quem espera transas mirabolantes nos quadrinhos do livro não encontrará. Os encontros de Chester são descritos com recato – até para evitar a identificação das moças – mostrando simplesmente aquilo que muitas vezes ocorre entre cliente e acompanhante. Ao contrário do que talvez espere quem não “vive” no meio, Chester tem o comportamento padrão do patrocinador de meretrizes “de sites”: longe de ser um sociopata solitário, agressivo e amargo, Chester é gentil e educado. Busca nos encontros apenas alguma satisfação e não vê problemas em pagar por isso – como pagaria por um corte de cabelo ou uma sessão de psicoterapia. Usa os encontros apenas como um meio de conseguir satisfação economizando sentimentos e emoções.. Comportamento bastante usual nos dias atuais. Como se sexo fosse, realmente e apenas, uma necessidade fisiológica, básica. É assim que Chester o vê e, sob este aspecto, é cauteloso: racionaliza a questão, mede consequências, calcula gastos, jamais cede a impulsos.. tudo o que ele quer é prazer, e o busca nos tediosos encontros de curta duração com prostitutas. Orgasmos sintéticos, gemidos sincronizados e o “vazio” que o acomete quando essas relações tornam-se rotina. Contraditório, pra quem quer fugir do que chama de “amor romântico”, não? Ao menos quando essa fuga se dá por conta da rotina inevitável das relações duradouras… Ou não? A rotina é mesmo menos assassina quando se muda apenas os personagens?
Fugindo um pouco do assunto, há um ponto que gostaria de ressaltar a respeito de Chester: seu comportamento (embora, muito provavelmente, ele mesmo nunca venha a se dar conta disso, talvez mesmo por falta de interesse), essa pseudo-promiscuidade, esse “entregar-se” a prazeres proibidos e mundanos, atrai o interesse de muitas “civis”.. Loucas para preencher o vazio existencial imenso que assola a alma desse pobre rapaz carente, esmeram-se em produções sensuais, devoram 50 tons de qualquer cor que lhe caia nas mãos e vão à luta. Desastroso erro de avaliação… Dificilmente um homem que habitualmente recorre aos serviços de meretrizes deixa de fazê-lo apenas por ter assumido um relacionamento. Além do mais, homens que saem com meretrizes não são necessariamente carentes, nem há garantia de sofrerem desse vazio existencial imenso do qual nos falam as pessoas que optam por ter uma vida sexual “convencional” – com romance, diria eu. Ah, o vazio…


Ao final, há uma discussão mais séria sobre temas envolvendo questões morais e legais quanto à prostituição. Comentarei algumas das questões levantadas pelo autor com base em minha experiência pessoal:

1. A prostituição é apenas uma forma de namoro e, no futuro, as pessoas encararão com naturalidade tanto pagar quanto cobrar por sexo – Bom, eu vejo, sim, os encontros como “uma forma de namoro” com hora marcada e duração pré-determinada.. Mas discordo que haja a possibilidade de, algum dia, ser visto como “normal” o pagar ou receber por sexo. Num mundo perfeito, isso talvez fosse o ideal – mas minha experiência pessoal leva-me a duvidar dessa possibilidade. Pagar por sexo já é, nas “internas”, relativamente bem aceito. Receber por sexo, isso sim, é tido como comportamento passível de condenação. Senão, vejamos: enquanto “civil”, convivi com muitas mulheres que tinham, secretamente, uma vida sexual tão ou mais libertina quanto a que passei a ter enquanto acompanhante. Pois muitas dessas modernas e descoladas moças adotaram uma posição ridiculamente hipócrita e cínica quando decidi passar a atuar como acompanhante. Não questionaram meus motivos, não me deram chance, nada me perguntaram. A condenaçäo veio quase que imediatamente: as queridas amigas “civis” que antes me confessavam seus casos extra-conjugais, que freqüentavam festas estilo “clube de mulheres”, despedidas de solteira nada inocentes, eram habituès de casas de swing (gosto e prática que compartilhávamos), pediam-me indicação sobre prostitutas que não raro contratavam para “presentear” o parceiro em ocasiões especiais – repudiaram minha decisão, excluindo-me do grupo e, através de fofocas, prejudicaram-me intencionalmente em minha vida pessoal. Vejam: a única mudança é que passei a.. cobrar por sexo! “Mudei” de lado, passei a ser imoral, condenável.. Seria o lucro meu grande pecado?

2. Prostituição masculina: se um homem decide ser profissional do sexo, a sociedade aceita melhor este fato, já que homens são “donos” de sua sexualidade – Discordo. Vejo que a condenação ao garoto de programa é ainda mais dura que às garotas: ele é um homem em condição de inferioridade, pois se SUBMETE (??) a fazer sexo em troca de dinheiro. Passa a estar em posição de inferioridade em relação a quem o paga. A questão aí é puramente financeira…

3. Você é dono do seu corpo! Sim – e decide o que bem fazer com ele, de modo que não há imoralidade real em optar pela prestação de serviços sexuais. Sempre importante lembrar que o que eu “vendo” não é físico – meu corpo. A prostituta “vende” serviços sexuais, vende uma parte do seu tempo. O cliente não determina tudo o que acontece apenas por estar pagando. Tudo acontece, ou DEVERIA ACONTECER, em pleno acordo entre as partes.

4. Prostitutas fazem sexo sem desejo? Eventualmente, sim. Mas há outras circunstâncias que levam mulheres a transar sem desejo – manter o casamento, por exemplo.

5. A questão da escolha… Se uma trabalhadora recebe x por determinado trabalho, e lhe oferecem receber três vezes mais que x em outro trabalho, deve ela recusar? Obviamente, não.. Por que isso ainda soa estranho quando se trata da prostituição? Por que deveríamos dizer “não”, se nos agrada o trabalho e ganhamos bem com ele? Procuro resposta para essa pergunta há tempos, e até hoje não encontro resposta ou motivo concreto que me leve a abandonar a atividade. A não ser pela condenação moral de uma sociedade que nos alimenta, mas não nos quer à mesa…

Monique Prada, setembro/2012
Acompanhe-me pelo Twitter: @MoniquePrada

As 10 Coisas mais assustadoras que aprendi na Internet sobre garotas de programa blogueiras:

1 – GPs blogueiras são babacas e têm problemas pessoais e/ou psicológicos;

2 – GPs não devem ter blogs. Ninguém acessa esses blogs de GPs, pois há no mercado muitas revistas, jornais e outras mídias muito mais importantes. A Grande Mídia não preza
blogs de GPs nem quer outra Bruna Surfistinha (e, afinal de contas, sabemos que TODAS as GPs que criam blogs sonham, na verdade, em virar a nova Bruna Surfistinha).  Devemos nos importar cada vez mais apenas com a Grande Mídia, pois sabemos que, obviamente, essa coisa de Internet é ultrapassada e blogar  ’já era’.

3. Homens de verdade não são gentis e muito menos presenteiam GPs. Homens que presenteiam GPs são lenda. Homens que presenteiam GPs com sapatos, além de lenda, são malucos. Ou afeminados. Ou babacas induzidos pelo que andam lendo nos blogs das GPs. Desconfia-se, aliás, que as GPs inventam essas coisas apenas para causar inveja nas outras GPs. Aliás, a maioria das GPs só se dá ao trabalho de criar e manter um blog para causar inveja nas outras GPs e enganar os trouxas que saem com elas.

4. Homens de verdade não lêem blogs de GPs por causa dos erros de ortografia. Homens de verdade jamais cometem erros de ortografia. Quando pensamos que homens de verdade cometeram algum erro de ortografia, na verdade, estamos nos deparando com um erro de digitação.

5- Homens de verdade desprezam as blogueiras, pois elas são indiscretas. Homens de verdade prezam somente garotas discretas que anunciam em sites famosos (e caros). Preferencialmente as que, discretamente, mostram o rosto.

6- Homens de verdade têm certeza de que isso de expressar e sustentar opiniões, denunciar conduta agressiva e preconceituosa, correr atrás de seus direitos… Essa coisa de ‘direitos iguais’, liberdade sexual, independência, respeito, não à violência, combate ao assédio moral, essa baboseira toda só pode ser coisa de puta feminazi baderneira ..

7- GPs vivem num mundinho à parte e o que elas escrevem não é definitivamente do interesse de ninguém. Isso (o que elas escrevem) se chama, na verdade, CyberPPP, um termo moderno para designar o tão famoso ‘papo padrão de puta’, mas agora cibernético. GPs não têm vida pessoal e deveriam se restringir a escrever receitas culinárias. Caso não saibam cozinhar, devem urgentemente aprender. E postar receitas. (E isso de postar receitas me lembra tanta coisa  ..)

8- Comentários de um prestador de serviço acerca do próprio atendimento não têm nenhuma credibilidade. Prestadores de serviço mentem o tempo todo a respeito de seus serviços. Prestadores de serviço só querem te enganar.

9- GPs bonitas e gostosas não têm tempo para essa besteira de ler, estudar e muito menos postar em blogs. Elas passam o dia e a noite de quatro em motéis e nem deveriam ter computador em casa, pois realmente não têm tempo para usá-lo. GPs que lêm, estudam, escrevem em blogs só o fazem por que são muito feias – e então, têm tempo de sobra. Estas mesmas GPs que têm tempo de sobra têm, ainda, maus blogs. Péssimos blogs. Os bons blogs de GPs, na verdade, são feitos por eficientes equipes de publicitários, web designers e até (surpreenda-se!) por ghost writers. Os textos dos blogs de GPs, na realidade, são escritos por homens !!! Pobres homens estes que se submetem a ser pagos com a única moeda de que as GPs dispõem para pagar pelos serviços que contratam – sexo, claro. GPs nunca pagam nada em dinheiro.

10. Se ninguém mais sair com as GPs blogueiras, automaticamente os blogs sumirão do ar, as GPs blogueiras não mais expressarão suas opiniões e os homens de verdade estarão livres para seguir enriquecendo a Rede com mais e mais lixo .. ops .. enriquecendo a rede com suas opiniões bem embasadas e inteligentes . Assim, aliás, estarão livres de, quem sabe, um belo dia, caírem em um destes hipnóticos blogs e saírem a comprar sapatos femininos. Boicote às perigosíssimas GPs blogueiras!

Buenas.. Algumas besteirinhas, só pra espairecer.. Obviamente, não penso assim..  As besteiras supracitadas fazem parte de um tópico de discussão em uma comunidade de ‘homens que não lêem blogs de garotas de programa” (estranhíssimo, pois me pareceu claramente que o blog citado era meu rsrs; acho que li algo como “blog rosinha da putinha” e “SENSURA” – com S, assim mesmo rs. Pra quem não lê esse tipo de blog, está bem informado o cidadão …)

Confesso que, num primeiro momento,  achei melhor nem opinar – primeiramente,  por que é quase impossível levar a sério um ser que expressa pensamentos tão obsoletos e em tamanho desacordo com a realidade que o cerca. Por outro lado, também ando cansada de me incomodar com besteiras, e com bestas ..
Olhem .. O  rapaz que ‘puxou’ o assunto me pareceu, com toda a sinceridade delicada de que sou capaz, um tanto quanto perdido em relação às mídias sociais, inclusão digital, etc. Exagerando: ousaria até dizer que, para ele, Wikileaks é apenas um tipo de “Wii” (o joguinho aquele) que usa calças, Twitter é aquela coisinha do alto-falante e ‘brógui de puta é um baguio ali nas rede qui elas usa pramódi mostrá as parte i vê si rola argum”.
Ora, francamente, meu senhor.. Permita-me que lhe implore: saia já da Internet e vá ler um livro rsrs. Um bom livro. Esqueça a revista Caras, vire a cara para a Veja, deixe o Diário Gaúcho de lado, e vá ler um  livro. Serve Machado de Assis, serve Isaac Asimov, serve Michel Houellebecq.. permita-me até citar algum gaúcho, quem sabe o Juremir Machado.. Se lhe parecer complicado, comece com Paulo Coelho. Não há mal maior nisso, acredite. Relaxe, despreocupe-se com o julgamento alheio – o cara, além de parceiro do Raulzito (pré-morte, claro), é um grande marketeiro. Acredito até que a leitura de Paulo Coelho acabe por transmitir ao caro cyber-imbecil alguma paz de espírito, paz que parece lhe faltar.
DEPOIS, munido de algum conhecimento, com maior capacidade de desenvolver raciocínios complexos e sustentar suas posições sem precisar apelar para a agressão e o Cyber-Bullying.. DEPOIS, meu caro, volte a postar. Divida, então, solidariamente, o conhecimento adquirido com os amigos. Falo sério, meu querido .. aproveite as férias para isso. Dentre uma olhada e outra nas ‘gatinhas’ à beira mar, ou no intervalo entre lavar a louça e lamber o chão que a patroa pisa, leia um livrinho ..  Entenda..  Para ‘levantar bandeiras’ contra quem quer que seja é necessário possuir bem mais do que apenas o tal ‘polegar opositor’ que nos difere dos outros mamíferos (à exceção dos macacos, que também possuem polegar opositor – o que lhes permite digitar mas não lhes permite postar asneiras em foruns de Internet).
Me desculpem os outros (alguns) comentaristas, que me pareceram mais centrados e abertos a esse debate. Eu sei, houve até quem manifestasse o desejo de conhecer ‘algo melhor’ em termos de blogs de acompanhantes. Bom.. Algo melhor já existe. Conheço e acompanho alguns excelentes blogs de garotas de programa, e posso, oportunamente, listá-los para os senhores.
Quanto a meus blogs: asseguro aos caros leitores e seguidores que sou eu mesma quem escreve os textos (à exceção daqueles devidamente creditados a outros autores). Além de gostar de escrever e gozar de relativa intimidade com as letrinhas, ainda não encontrei nenhum candidato a ghost writer cujo texto tenha me agradado.
E mais: a manutenção em meus sites, portais, etc, bem como a otimização dos mesmos para os mecanismos de busca, é, também cuidadosamente feita por esta reles e ignorante meretriz que vos fala – ou vos escreve, como preferirem. Se encontrarem erros ou mesmo se algo no design do material os desagrada, eu humildemente peço desculpas aos caríssimos visitantes (*mesmo àqueles que caíram aqui ‘por engano’, àqueles que não lêem blogs de GPs). Aceito sugestões e críticas construtivas.
Somos humanas – nós, as putas – e, eventualmente, também erramos. Umas mais, outras menos.. Mas temos, sim, o direito de expressão, na medida em que não agredirmos a ninguém com nossas besteirinhas nem os expusermos ao ridículo e/ou a humilhações.
Na medida em que tomemos o cuidado de não expor a vida pessoal de ninguém (como, não raro, alguns se divertem ao expor as nossas), temos, sim, o direito de criar e divulgar nossos blogs, sites, comunidades, foruns.
Temos mesmo o direito –  e até o DEVER –  de ajudar umas às outras nessa tarefa que a algumas ainda soa complicada: participar ativamente do mundo virtual. Temos nos ajudado, com certeza, temos trocado idéias, temos interagido. Temos trocado até receitas, aliás. Afinal de contas, somos MULHERES, antes qualquer coisa – e é natural que nos portemos como MULHERES.  MULHERES, acompanhantes, MULHERES blogueiras, em perfeita sintonia com as novas tecnologias, ocupando nosso espaço no mundo virtual, sim, sem desrespeitar a ninguém .. e isso  em Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis (e cidades do interior também) ..  CONECTADAS :)

Um viva ao velho e bom MSN !!

Por: Monique Prada, dezembro/2010

Brincando de Sub ..

Texto: Monique Prada

“A” é um de meus ‘patrocinadores’ mais antigos.
Saímos juntos já há alguns anos, com alguma frequência, e sempre que acontece a química é intensa.
Nos conhecemos quase que ‘acidentalmente’, dos tempos em que eu apenas intermediava estes deliciosos encontros  -  um dia, amanheci mais taradinha que nunca, ele me convidou e eu cedi.
Desde aí, entre um relacionamento e outro, entre um personagem e outro, voltamos a nos encontrar, e confesso que, com raras exceções, cada encontro parece sempre melhor que o anterior. Um dia, vou dedicar algum tempo a falar de nossas pequenas loucuras.

No entanto, como sabemos bem, a rotina é veneno em qualquer tipo de relação. De tempos em tempos experimentamos coisas novas, algumas amigas e fantasias interessantes ..

Dessa vez, “A” me pede algo diferente. Mais forte, talvez… ou apenas diferente mesmo. “A” quer encarnar um pouquinho o “Dominador” … quer me ver submissa, tem dúvidas sobre o que sentiria me vendo tão disponível e entregue… curiosidade … junto com a mestra, Domme, combinamos o encontro..

O que posso dizer? A brincadeira me excita e atrai, a confiança em ambos me ajuda a relaxar e lá vamos nós. Para uma primeira vez, até que fomos bem.. o quentinho gostoso da cera quente escorrendo pelas coxas, a venda (e sem saber qual dos estava me tocando, me lambendo.. delícia …), algemas, e surpresas.. Ambos bastante cuidadosos, com receio de me machucar de verdade..

E a frustração pelo vibrador e a câmera fotográfica sem pilhas rsrs.. que amadorismo !!!

..about last night..

Texto: Monique Prada

.. pouquinho depois das 21h .. me liga Domme (para o telefone “secreto” – o ‘comercial’já desligado, àquela hora..) – bom… “Preciso que me encontres em meia hora no Botafogo,
podes? “  Pedidos de Domme, quase uma ordem.. me arrumo, com alguma pressa, já me preparando para alguma deliciosa sessão bdsm (e lá vai a ajudante da Capri, a switcher mais baunilha do mundo rs – Monique).
Chego um pouco antes do casal, estaciono em frente ao motel e espero o sinal para entrar.. os sigo, estaciono na vaga dupla do apartamento.. estranho, não vejo a maletinha de maldades de Domme.. ela me apresenta o amigo. Um fã da ‘cultuada Monique’ – palavras dele. Um dia depois do aniversário, o menino resolve comemorar mas não me avisa com a devida antecedência, acaba por não conseguir contato – e não se aperta: como esperto seguidor de alguns dos melhores blogs eróticos da cidade, rapidamente se dá conta que, à época, o caminho mais curto para me achar é Domme..
Findas as apresentações, cdzinho que levei a tocar, partimos para uma deliciosa sessão de.. puro sexo, o mais puro e intenso sexo baunilha. Nada de velas, algemas, cordas, vendas … o imobilizamos, mas com o atrevimento de nossas carícias.. nenhum castigo foi imposto a ele, a não ser o de nos satisfazer, tão plenamente quanto possível, dentro daquele período.
O largamos revigorado, depois ainda de uma relaxante massagem. Ele é fã, acompanha o blog, ele merece…

Merece também o videozinho que prometi postar.. nada como boa música, para eternizar na memória nossos bons momentos …

Moniqueterapia ..

N.. diz:
*sabe.. quando estou muito cansado… assim nessa corrida… eu me remeto mentalmente para aquela tarde…
naquele quarto… fazendo carinhos em vc… deitada de bruços… ou de frente…. mas apenas tocando você… sentindo teu calor… beijos… carícias… tua companhia ..
Eu..:
*entendo.. é um dos efeitos desejáveis .. da “moniqueterapia” rsrs .. põe a música aí .. e lembra, já que estamos looooonge ..

- Sex for Sale, from Pavement to Penthouse -

Economias Invisíveis

Artigo de Vinícius Grünberg, para The Yale Globalist, com minha colaboração.

In Recife, the state capital of Pernambuco, in northeastern Brazil, the expansive Atlantic is preceded by an oceanfront boulevard, which on this night was empty save for prostitutes. They stood idly on street corners, beckoning to cabs like the one that drove 25-year-old Drika (name changed upon request) to her client’s apartment building. She is not usually comfortable with the idea of house calls — motels provide more safety against violent clients — but he is reliable. “I’ve known him for a while, and he doesn’t seem like he’ll turn violent. A client’s history is what we can rely on to know him,” she explained, sighing with resignation. Nonetheless, she told José, her cab driver, to park around the corner and wait for her “all clear” text message before he leaves. After being admitted by security, she took the service elevator — according to her, “it is less conspicuous than the main elevator as only maintenance personnel and house maids use it.” This is the first time Drika has come to this luxurious apartment building, but she has known more than one of its affluent inhabitants in bed. All of them, she pointed out, pay her because they are “bored of their lives, lonely, and married. Worst of all is that some don’t even try very hard to hide it from their wives.” Why should they? In the midst of Brazilian society, the truth is that prostitution is an open secret, opposed by few, enjoyed by some, and endured by all.

From Slavery to Service

In Brazil, prostitution — and, more broadly, commoditized sex — is not news. Sex and power have been intertwined since before the country’s independence. During the colonial period, slave girls were forced to have sex with their owners. José Carlos Reinoso, an assistant professor at Centro Universitário Augusto Motta in Rio de Janeiro, related prostitution to the Brazilian slave tradition: “Some slave owners would even open brothels where their female slaves could work as prostitutes,” he said. “Many slave women found that preferable to plantation or housekeeping work mainly because it offered the opportunity to win some tips with which they could buy their freedom.” By the time slavery was abolished in Brazil in 1888, Reinoso explained, former slave women, homeless and destitute, moved to urban centers and tried to survive as prostitutes in already-established brothels under the protection of “enterprising former slave owners,” who thrived in a context of state negligence and corruption.

In Brazil today, prostitution derives legitimacy from the bulwark of a functioning society: the Constitution. Unlike in the United States, where it is illegal both to sell and procure sexual services, prostitution in Brazil is legal according to paragraph XIII of the First Article, which provides for each individual’s freedom to exercise any job, employment, or activity unless otherwise restricted by law. However, several articles in the penal code stipulate that while a woman may profit from selling her own body, nobody else may: The commercial exploitation of prostitution “through prostitution houses or any other means” is an illicit act that carries criminal charges. Yet because the state lacks both the political will and the financial resources to enforce the law, brothels pervade nearly every Brazilian city. The police and state authorities are keen on denying the public access to official data on prostitution. A simple interview with the a member of the public safety police (the law enforcement body tasked with stopping sexual exploitation) requires formal authorization from the Governor’s cabinet. Such interviews are seldom granted. From the dingy suburban brothels of the country’s interior to the downtown luxury prostitution houses of major cities, the sex trade obeys the demands of the market rather than those of the law.

Men typically become a part of that market at a young age. Traditionally, a teenager would lose his virginity to a prostitute handpicked by his father. André, a 54-year-old driver from the industrial town of Caruaru, described his first sexual experience. “My father took me to his favorite brothel, Dona Odete’s. ‘My boy’s as sturdy as his father,’ he would say to the girls, and after a couple of visits, I began going there on my own, or with friends,” André said. This scenario, now heavily frowned upon as an antiquated, politically incorrect parenting practice, has changed only superficially. Nowadays, the paternal figure has been replaced by that of the peer group, as 15-year-old boys get together to go to brothels or to share the costs of hiring an escort girl and taking her to a motel. Paulo, now 21 years old, reminisces about his fifteenth birthday, when “the guys came by the house and almost forcibly took me to a brothel. In the end it was great: we paid a girl to strip just for our group, and then the five of us lined up to have sex with her, one at a time.”

Now married and a father himself, André has drastically reduced his visits to brothels, out of a “desire not to tear this family apart” and perhaps due to financial constraints as well, since raising a child and maintaining a house is expensive. Nonetheless, he confessed, “Once in a while, I pay a visit. But I would never have a mistress!”

Many wives treat their husbands’ escapades leniently. As one woman, who spoke on the condition of anonymity, admitted, “I prefer my husband to be fooling around with prostitutes than to be having passionate affairs that will put my marriage in danger.” When young girls watch their male friends head off to the brothels, they laugh it off. High school junior Vanessa Moraes said she finds it “very amusing” to watch the boys hire an entire van to take them to the strip club. “They’ll grow out of it, I guess. It’s just a boy thing.”

The Industry

Because prostitution is legal in Brazil, the market has both flourished and diversified. Costs for sexual services vary depending on the city, the establishment, and what kind of services a woman performs. A thorough search through online profiles, newspaper ads, brothel “photo-menus,” and street corners reveals the qualities that determine a prostitute’s place on the scale of luxury; the cost of services differs based on a woman’s knowledge of foreign languages, her ability to engage in conversation, her dress, and her work environment. Women who work independently on streets charge around $25 for a programa completo, which includes oral, vaginal, and anal sex. The average brothel prostitute and independent escort charges between

$100 and $200 for a two-hour programa, complete or not, depending on the professional. Finally, at the top of the scale, it costs between $500 and $1,000 (possibly more) for a similar service. In addition to this payment given directly to the prostitute, clients are also responsible for the brothel fee — between $20 and $250, depending on the establishment — required for a client to take the girl to a motel, as well as the cost of a motel room.

Motels are an integral part of Brazilian prostitution, used to host sexual exchanges by couples who have nowhere else to go. Unsurprisingly, prostitution establishments located outside major cities are often close to at least one motel. These establishments are as common to the urban landscape as grocery stores, located in the best parts of town alongside other “more respectable” enterprises such as shopping malls and commercial galleries. Their presence is particularly strengthened by the force and buoyancy of their advertising strategies. Recife’s Lemon Motels are famous in Recife for their billboards featuring sexually suggestive fruits, such as breast-shaped lemons and bananas meant to recall penises that point towards the nearest Lemon establishment. Most programas take place in motels, which are relatively cheap; the best ones have special “erotic” suites that cost $40 for an overnight stay. They are relatively safe, for they are located in the middle of town and, according to both Drika and Monique

Prada, a prostitute and businesswoman from Porto Alegre, have “a tight security system to prevent clients from crossing the limit of the client-escort relationship.” Because many of the men buying sex are married, motels provide at least nominal secrecy. Finally, motels are relatively comfortable, with all of the amenities of a typical American hotel plus erotic additions such as vibrators, pornographic TV channels, hot tubs, and jacuzzis. Drika explained why motels are preferable for prostitutes as well as clients: “the rooms make it easier for me to please him, in the jacuzzi, or watching porn.”

Brazil’s social hierarchy is evident in the types of men that frequent different brothels. In the economic and political hubs of the country, especially Rio de Janeiro, São Paulo, and Brasília, the houses become meeting place for important, oftentimes famous political figures accustomed to luxury and exclusivity. Visiting a luxury brothel in Goiânia, next-door to Brasília, dentist Onildo Campus noted that “everything was extremely expensive: one liter of liqueur Amarula cost $300, and the house fee to take any girl out on a programa was $250 plus the girl’s own fee. A few minutes after I got in, a number of senators, representatives, and elite cattle businessmen arrived. I asked myself, Onildo, what are you doing here?” Campus was attending a professional conference in Goiânia and was openly offered escort services as part of a “conference package” that also included sightseeing and regional meals.

The average Brazilian man may not be able to afford such expensive services, but this does not preclude him from patronizing brothels. Tati drinks, a dingy brothel where a 22-year-old woman named Deysianne works, is supposed to be Caruaru’s finest, according to all of the town’s residents. With a $3 entry fee (which includes a beer), the place is packed by industrial workers, many of whom relax and drink, but few of whom actually purchase services, preferring instead to save their money and take in the atmosphere. Given the scant number of prostitution establishments in the town, many groomed gentlemen from Caruara also attend, though they seldom stay in the brothel, preferring to take the girls to Alphaville, Caruaru’s best motel, located just around the corner. The obvious differences among clientele, intensified by the effects of alcohol, sometimes lead to violent episodes. The brothel has recently seen two major shootings. In one instance, a customer talked Madam Tati into closing the brothel for him and his friends, and was subsequently shot three times on the chest by a ranch worker irritated at being asked to leave.

Unexpected Sex in Unexpected Places

The prevalence of so many forms of prostitution has made commercial sex so commonplace that it has found its way into the country’s workplaces. Carlos Fontes (name altered upon request), a wealthy, sharp-looking, 40-year-old businessman, admitted that he frequently visits brothels while traveling for business. “Whenever there are business trips involving my associates and I, we often procure prostitutes through independent ads or establishments, for at least one of the evenings. It is preferable if a big company invites you to the conference, for they more often than not treat you to escort girls and fine restaurants.” Men of lesser means, such as a store clerk from Recife named Gilson, also manage to mix sex with work. His clothing store is located underneath a massage clinic that doubles as a brothel, which he said, “makes things easy. I can go there every couple of weeks for lunch break when I have some money left.” The prices are distinctively different – Carlos pays on average $200 for a 2-hour programa, while Gilson pays $30 for a half-hour “oral relaxation” (read, oral sex) session.

Among teen boys and grown men alike, prostitution is a part of Brazilian identity. Because it is legal to sell one’s own body, prostitution is not as stigmatized in Brazil as it is elsewhere, despite the fact that much prostitution takes place under the supervision of brothel owners, which is technically illegal. Police, who make little effort to stop illegal prostitution, refuse to speak out about the issue. And so, in dimly lit motel rooms nationwide, a male-centered economy thrives, accepted as a fact of life even by the few who choose not to buy into it.

Originalmente publicado em The Yale Globalist (clique e leia o original)

O dom de iludir – Relato de encontro

Uma coisa q sempre me intrigou em GPs foi a falta de disposição. Sempre me incomodou o ato mecânico, cheio de faz de conta. UM SACO (ainda q se possa enteder o porquê, lógico)!
Aliás, devo ter sido o único TD neutro da xxx . Bonitinha, mas de uma fazeção sem tamanho… Com Bella, pelo conhecimento da causa, rolou diferente e na medida: intensidade e tesão. Pouca coisa mais é necessário para que uma transa seja boa: pra mim, de nada adianta muita juventude, muita “lolitice”, peitinho pra cima, bundinha arrebitada. Tem que ter punch. Se não tiver pegada, não tem graça!!!
Sendo objetivo, já q lugar de ‘literatura’ é outro, da bundinha não preciso falar: nas fotos se vê tudo! Lisinha e depilada, uma delicia. E melhor: gosta bastante! Atola profundamente, no máximo revirando os olhinhos, ao que parece de prazer! A boca, tbém se vê nas fotos: e, melhor, atacando o ‘rapaz’, é praticamente incontável! Punch e pegada! Tempo e disposição! Ok, os peitinhos não são de uma lolita há pouco púbere e recém ingressa na feevale ou na ulbra, mas troco todas as ninfetas durinhas e tdos os silicones mal colocados por uma transa que pareça de verdade. Disse “pareça de verdade” porque sempre só “parece de verdade”. Já diria um certo compositor baiano que o importante é o dom de iludir! Se me iludirem sempre assim, pago feliz e durmo tranquilo!!!
ps.: está na academia, puxando ferro… se cuidar é tudo.

 

Relato por Zosso, postado originalmente em GpGuia.net

Entre foder e fazer amor

Por: Monique Prada

Somos todos necessariamente substituíveis.
Sério… Os corpos são todos parecidos.. bundas maiores, menores, diferindo na cor, formato, rigidez de formas, cavidades mais ou menos apertadinhas, etc.. mas no fim das contas, dá tudo no mesmo. O instinto nos leva a procurar, nos leva ao tesão, nos leva a meter. Bendito instinto, que garante a preservação da espécie humana rs. Independente de eventualmente nos ferirmos nessa nossa busca insana por mais e mais prazer, o lance é que meter (e ser metida rs) é muito bom. Tem dias que qualquer fodinha nos serve, e foda-se o resto !
Sexo pode também ser a mesma e entediante brincadeira para alguns. O certo é que o repetir entedia. Procura-se variar, e mesmo quando se tem do melhor e mais caro por perto , a tentação de um buraquinho novo, nesse momento até o delicioso e disponível rabão da funkeira mais vulgar pode parecer mais digno de se explorar do que o da cortesã perfumada e sofisticada – quando se a tem plenamente disponível.

Vulgarmente falando, arriscamos quaquer coisa por uma metida nova. Todos nós. Somos todos substituíveis e substituímos, a todo o tempo. O prazer do bifão com ovo nos parece impossível de resistir quando temos à mão, dia após dia, apenas um único prato sofisticado. Sim, sofisticado, delicioso, aprovado e recomendado por muitos, mas sempre o mesmo.
E eu entendo plenamente essa necessidade.
Eu mesma há tempos ando enjoadinha. Hoje, decidi liberar a vagabunda.

Confesso: fodi até que tudo em mim ardesse rs.
Hoje, fiz amor comigo mesma. Fiz amor, muito amor, fodi intensamente com a única pessoa a quem só meu rabo satisfaz: amei a mim mesma, amei ao dia, amei à vida, como nunca.
O dia começou mal, perdi a hora, perdi a cabeça… Felizmente, ele ainda me esperava, depois de meses de conversa e horas de atraso.
Me pegou no meu pior dia, pior astral. Ao mesmo tempo, no dia em que eu mais precisava tê-lo por perto. Implorei que me esperasse, eu precisava de colo.
Corri pro banho, peguei qualquer vestido..levei algumas coisas .. um espumante perdido na geladeira.. óleos, espuma de banho, esfoliantes..
e me fui, aos tropeços rs.
Decidi que ele seria o único do dia, decidi me entregar como há tempos não fazia. Eu queria ver a dama devassa que sou gozando até que lhe doessem as entranhas. E mais, e mais.. e suor, e sêmen, e entrega, e delícias.
E espelhos, e meu corpo, nada perfeito mas tão meu, tão disponível, tão absolutamente sensual, beirando a vulgaridade.. Sequer lembramos do espumante, em meio a tantos líquidos mais interessantes.
Exibicionista que sou, perto do primeiro gozo, telefonei… precisava que alguém mais testemunhasse o prazer intenso que se aproximava.. infelizmente, este meu amigo desligou, saber do meu prazer talvez o desagrade.. enfim…
Então… hoje eu fiz amor, sim. Fiz amor com a única pessoa pra quem eu sou realmente insubstituível: fiz amor comigo mesma. Estou deliciosamente renovada, insuportavelmente feliz.
Recomendo, e repetirei .

 

 

Relato – Gaucho Tri – RS

Ela chegou primeiro , isso foi inédio em se tratando de GP , pegou um quarto e ficou me esperando muito produzida , cheirosa , passa um óleo que não me lembro o nome, ou seja havia pedido uma roupa pois é uma fantasia minha e ela estava muito produzida.
Não tenho muito a falar além do que já foi dito , mas se alguém procura uma companhia agradável que além da companhia goste mas goste mesmo de SEXO . Faz porque gosta e gosta do que faz……………

Muito sexo gostoso, oral maravilhoso , bebeu tudinho, adorei anal , ótimo , peguei de quatro muito gostoso.

Resumindo uma ótima “foda” sem stress e muito sexo.

não atendeu telefone, nem sei se levou ,
não controlou tempo
beija , chupa , engole , dá a bundinha ou seja uma verdadeira PUTA , que pra mim é o que importa.

 

Tacones Lejanos

Sempre tive interesse em conhecer mulheres, não meninas, e lendo o que foi aqui postado, dei uma olhadinha no site… a princípio me pareceu fake, não pelas fotos mas pela cultura da Bella. Sempre tive interesse em algo mais do que o corpo. A idéia do ppp pra mim é extremamente broxante.
Adicionei seu msn, e qual não foi a minha surpresa quando aquilo que o site apresentava era pura verdade. Iniciamos uma conversa bastante amistosa, mas também com propostas, falamos de filmes, músicas, etc, quando não mais resisti, em plena segunda feira a tarde, pedi que viesse até onde moro. Acertados os valores, fiquei aguardando, e com medo que aquilo fosse ilusão.
Com algum atraso ela chegou, mas também não poderia esperar grande pontualidade quando tudo foi tratado as pressas e quando ela teria que dirigir por toda Free Way e um pedaço da Estrada do Mar. No carro, música do The Who, que eu logo pensei que fosse cd de algum irmão dela, o que vim a saber depois que não, que é seu gosto musical mesmo.
Mas vamos ao que interessa. Como disse, é uma mulher – não esperem uma menina. A aparência já foi falada aqui, e muito me agrada, nada plastificado, tudo devidamente perfeito, pelo menos pra mim, deve medir algo em torno de 1,60 m, mas calçando seus sapatos pretos, no melhor estilo de Tacones Lejanos de Almodóvar, cabelos curtos, seios médios e uma bunda perfeita. Leves marquinhas de sol na pele morena. Destaque para a boca carnuda e macia como um pêssego. Com seu vestido jeans, com fecho na frente, que facilmente pode ser despido iniciando-se o jogo do prazer.
Beija delicadamente, com calma, como acredito que deve ser, ainda mais quando as coisas começam. Mostra seu corpo sem medo, pede licença, vai ao banho, retorna, e assim começa minha tarde quase noite de prazer. Um oral perfeito, alternando pequenas lambidas com chupadas com maior sofreguidão. Retribuo, e aqui vai um elogio, completamente depilada, como gosto, sem nenhum cheiro, ou seja, pronta para ser degustada.
Não mais agüentando peço que venha me satisfazer, coloca a camisinha, e cavalga no ritmo certo, lembrem o que disse, é uma mulher e sabe não só satisfazer o parceiro mas também a si própria o que é muito importante. O gozo vem tranquilamente.
Pausa para meu cigarro, conversa baixinho, mas de ótimo nível. O prazer reascende, e tenho agora a honra de desfrutar do anal. Tranqüilo, calmo, sem dor, eu acho, sem traumas, tudo consentido e com prazer. Mas não me dou por contente e volto a penetrar mais uma vez sua bucetinha gozando outra vez.
Mas como tudo que é bom dura pouco, ela se foi, retornando pra Poa, com promessas de vê-la novamente o que ainda não pude cumprir. Mas isso logo vou ter que dar jeito de fazer.
- Por: weiller.jr – Postado originalmente em GpGuia.net

 

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