Monique Prada – (51) 9944-3822

Acompanhante de alto nível para encontros discretos em Porto Alegre – RS

69 com gosto!

Comentei ontem no Twitter que estava saindo para “uma hora de 69″. Remunerada. E estava: Carlos é um patrocinador que vem, de tempos em tempos, a Porto Alegre e sempre que pode me liga. E isso é tudo o que ele quer..prendo seus braços com minhas pernas (de botas), enquanto sento em seu rosto e o torturo num oral intenso, e ele segura o gozo. Continuo, mesmo depois de seu orgasmo – a glande fica sensível, quase dolorida, e ele gosta da sensação. É dos meus preferidos, até por já conhecer bem os caminhos do meu prazer.

Enquanto me arrumo, chega dm de uma seguidora, em tom de brincadeira: “Você faz 69 por que gosta mesmo ou é só pela grana? Sério, eu detesto, não consigo me concentrar e acho sufocante.”

Conversamos rapidamente, mas fiquei com o assunto na cabeça: houve um tempo em que eu não curtia 69. Esmiuçando intimamente o assunto, decidi que isso merecia um post, e cá estamos. Como aproveitar melhor o 69?

Primeiro ponto: a ordem dos fatores, neste caso, altera gravemente o produto. Quero dizer: o 69 permite variações, e nem todas me parecem agradáveis. De ladinho eu considero bem confortável, mas ainda não o ideal. Com o parceiro em cima, considero inviável: a visão a partir deste ângulo não me parece agradável. Além do mais, o homem fica com o controle total da situação, e avisá-lo que está sufocando com o pinto na boca não é missão das mais fáceis quando se está com o pinto na boca.

Vamos à posição que me interessa, e que me dá maior prazer – e antes que me digam egoísta, aviso que sou, mesmo. Aprendi que devo me preocupar com o meu prazer antes de tudo, e que o prazer masculino vem como consequência. Então: eu prefiro ficar em cima. Isso me dá mais liberdade para escolher o ritmo como as coisas acontecerão, e aumenta a possibilidade de orgasmo. É, nem sempre atinjo o orgasmo no sexo oral, ainda dependo bastante da habilidade do parceiro, mas esta posição me permite orientá-lo melhor.

Quando era menos experiente, tinha vergonha de ser vista assim, totalmente exposta para o parceiro. Isso me atrapalhava muito, não conseguia mesmo me concentrar, o prazer ficava em segundo plano. São pudores que, felizmente, perdi com o tempo: será que ficou algum pelinho fora do lugar, será que minha buceta é bonita, será que fico bem assim? Besteiras… Não se deixe sufocar por elas ;)

Sutileza..

.. me agrada a sensualidade menos óbvia, implícita… mais insinuar do que mostrar..

10 coisas que eu adoro na cama

1. ADORO quando, no motel,  o casal do apartamento ao lado se empolga rs… como sou quietinha, gemidinhos baixinhos, etc, curto muito ouvir e imaginar o que tá rolando por lá ; olhar? Quem sabe um dia…

2. ADORO quando meus amigos, já na chegada, me fazem gozar num oral bemmm feitinho, sem enfiar dedinhos ou babar demais. Isso me deixa caidinha e disponível a realizar (quase todos) os desejos deles…

3. E também ADORO torturá-los no oral.. começar devagar, depois mais e mais intenso, parar quando pensam que vão gozar; posso ficar hoooooras nesta tortura .. até que me implorem por penetração..

4. ADORO quando chego ao encontro e eles me dizem que pessoalmente sou muito melhor do que nas fotos; dá vontade de mostrar que sou melhor, sim, e em tudo…

5. ADORO que acariciem meus seios… nem forte, nem fraco demais… deliro quando acham o pontinho certo … sensibilidade extrema.

6. ADORO quando mordiscam meu bumbum… embaixo, na dobrinha onde termina a perna e começa o bumbum (ou vice-versa)… coisa boba, masADORO, assim como amo quando exploram meu corpo todo com a língua…

7. ADORO ver o “leite” derramando… isso mostra q a coisa está fervendo, mesmo; gozar, literalmente, nas minhas mãos, seios, etc; pena q depois disso meu parceiro demora um pouco pra se recuperar, pois essa imagem/idéia me excita muuuito.

8. ADORO me lambuzar com meus cremes, óleos, lubrificantes, besteiras… ADORO fazer coisinhas quase inusitadas tb, chocolate, leite condensado… oral com halls… ahh… adoro encher a boca de água gelada e… bom.. adoro brincar com gelo tb, mas em q motel encontro forminhas de gelo no frigobar? Se souberem, me contem.

9. Um tapinha não dói rs? Não ! Tapinhas no bumbum,ADORO; mas tem a questão da intensidade, sempre. Tudo é questão de saber dosar.

10. ADORO anal… mas bem feito. Não é simplesmente uma questão de tamanho, realmente. Já me machuquei com pequeninhos estúpidos, já gozei com grandalhões de quem tive medo no começo. É uma área sensível, não foi feita para o sexo, definitivamente. JAMAIS GARANTO QUE FAREI SEXO ANAL. Pra rolar, depende de tanta coisa … da química … do meu humor… da habilidade do meu parceiro… depende até do que comi no dia anterior rsrs… é sério. Não é coisa que se possa fazer todos os dias, meeesmo. Mas curto. Curto a falsa sensação de ser dominada, de submissão, que o ato traz implícito… e o orgasmo - o orgasmo anal, quando acontece, é bem mais intenso que o vaginal, fica a dica para as meninas que ainda não cederam a esse tipo de prazer.

Querem que eu conte mais? Só pessoalmente; agora, me contem vocês, por comentários no blog ou mail, do que gostam… Estou esperando, ansiosa !

Paixão por botas de cano alto

“Monique, sou seu admirador. Perdõem-me as outras mulheres, mas você é perfeita, insuperável em beleza e sensualidade.Sei que você ainda é um sonho para mim, te beijo, te abraço, te acaricio todas as noites. Tu me enlouquece com desfila de botas, meu fetiche são as botas, desde criança sou apaixonado por botas, principalmente aquelas que ultrapassam os joelhos.”

Obscenidades

” Um arrepio espinha abaixo, um susto, um espanto. Sou completamente paralisado pelo que vejo, apenas meu pau duro lateja e minha imaginação dispara tomada pela volúpia e a luxuria das imagens.
Que mulher é essa que se apresenta como a Grande Puta, a seguidora da perversa Messalina, leitora de Anais Nin? Quem tem uma imaginação erótica tão refinada a ponto de transformar um colar de pérolas no mais obsceno objeto. Meus olhos acompanham o adorno sobre pele morena, resvalando devagar, talvez provocando uma doce carícia. Ele desce atrevido e se aninha sobre a buceta suculenta e certamente gulosa.
A mão de unhas esmaltadas num vermelho diabólico toca a fruta madura. Talvez ela já tenha introduzido aquele colar em seus orifícios, para que depois um feliz vassalo vá puxando-o lentamente enquanto geme e se contorce de prazer.
A mais escancarada Putaria, temperada pela elegância, pelo apelo erótico e o requinte de uma Cortesã à antiga, daquelas que os aristocratas esperavam de quatro para que lhes montasse em cima. Não vou falar do teu corpo, que merece ser adorado de joelhos. Você sabe muito bem o quanto é gostosa e o poder que exerce sobre os homens. Pois eu sou mais uma feliz vítima deste fascínio. Fazem duas noites que sento à frente do computador e te homenageio com longas punhetas, analisando cada detalhe do teu universo fetichista: meias, sapatos, anéis, pulseiras (faltou o brinco de argolas), botas e calcinhas, minha peça favorita. Você não imagina como fico excitado diante de uma bunda apoteótica como a tua, irresistivelmente decorada por uma calcinha toda delicada, com suas rendas, transparências, bordados e babados.” (C.)

Robôs substituirão meretrizes

Cientistas da Universidade de Victoria, na Nova Zelândia, divulgaram uma previsão futurística para 2050. Eles afirmam que o famoso bairro da luz vermelha, situado na cidade de Amsterdã (Holanda) será dominado pelas prostitutas robóticas. E o maior benefício desta mudança será o quesito limpeza!
As pesquisas revelam que, para dar um efeito mais real, todos os robôs – seja na versão feminina ou masculina – serão feitos de fibras resistentes a possíveis bactérias liberadas por “fluídos” humanos.  Mas eis que surge uma dúvida: e o banho? Quem irá fazê-lo? Ou ainda, será possível enfiar o robô embaixo do chuveiro? As garotas e garotos serão a prova d’água?

Ian Yeoman é professor de administração com aptidões para o turismo e Michelle Mars é sexóloga. Ambos são os responsáveis pelo estudo “Robots, Men and Sex Tourism” (Robôs, homens e turismo sexual) que foca no futuro do bairro da luz vermelha de Amsterdã em 2050. Para a dupla, os atrativos deste novo modelo de prazer sexual, além da higiene, são a redução do tráfico mundial de mulheres para prostituição e a beleza e perfeição que esses robôs irão agregar.

Fonte: Olhar Digital

Brincando de Sub ..

Texto: Monique Prada

“A” é um de meus ‘patrocinadores’ mais antigos.
Saímos juntos já há alguns anos, com alguma frequência, e sempre que acontece a química é intensa.
Nos conhecemos quase que ‘acidentalmente’, dos tempos em que eu apenas intermediava estes deliciosos encontros  -  um dia, amanheci mais taradinha que nunca, ele me convidou e eu cedi.
Desde aí, entre um relacionamento e outro, entre um personagem e outro, voltamos a nos encontrar, e confesso que, com raras exceções, cada encontro parece sempre melhor que o anterior. Um dia, vou dedicar algum tempo a falar de nossas pequenas loucuras.

No entanto, como sabemos bem, a rotina é veneno em qualquer tipo de relação. De tempos em tempos experimentamos coisas novas, algumas amigas e fantasias interessantes ..

Dessa vez, “A” me pede algo diferente. Mais forte, talvez… ou apenas diferente mesmo. “A” quer encarnar um pouquinho o “Dominador” … quer me ver submissa, tem dúvidas sobre o que sentiria me vendo tão disponível e entregue… curiosidade … junto com a mestra, Domme, combinamos o encontro..

O que posso dizer? A brincadeira me excita e atrai, a confiança em ambos me ajuda a relaxar e lá vamos nós. Para uma primeira vez, até que fomos bem.. o quentinho gostoso da cera quente escorrendo pelas coxas, a venda (e sem saber qual dos estava me tocando, me lambendo.. delícia …), algemas, e surpresas.. Ambos bastante cuidadosos, com receio de me machucar de verdade..

E a frustração pelo vibrador e a câmera fotográfica sem pilhas rsrs.. que amadorismo !!!

O dom de iludir – Relato de encontro

Uma coisa q sempre me intrigou em GPs foi a falta de disposição. Sempre me incomodou o ato mecânico, cheio de faz de conta. UM SACO (ainda q se possa enteder o porquê, lógico)!
Aliás, devo ter sido o único TD neutro da xxx . Bonitinha, mas de uma fazeção sem tamanho… Com Bella, pelo conhecimento da causa, rolou diferente e na medida: intensidade e tesão. Pouca coisa mais é necessário para que uma transa seja boa: pra mim, de nada adianta muita juventude, muita “lolitice”, peitinho pra cima, bundinha arrebitada. Tem que ter punch. Se não tiver pegada, não tem graça!!!
Sendo objetivo, já q lugar de ‘literatura’ é outro, da bundinha não preciso falar: nas fotos se vê tudo! Lisinha e depilada, uma delicia. E melhor: gosta bastante! Atola profundamente, no máximo revirando os olhinhos, ao que parece de prazer! A boca, tbém se vê nas fotos: e, melhor, atacando o ‘rapaz’, é praticamente incontável! Punch e pegada! Tempo e disposição! Ok, os peitinhos não são de uma lolita há pouco púbere e recém ingressa na feevale ou na ulbra, mas troco todas as ninfetas durinhas e tdos os silicones mal colocados por uma transa que pareça de verdade. Disse “pareça de verdade” porque sempre só “parece de verdade”. Já diria um certo compositor baiano que o importante é o dom de iludir! Se me iludirem sempre assim, pago feliz e durmo tranquilo!!!
ps.: está na academia, puxando ferro… se cuidar é tudo.

 

Relato por Zosso, postado originalmente em GpGuia.net

As prostitutas na história – de Deusas a Escória da Humanidade

POR PATRÍCIA PEREIRA em UOL-Leituras da História

Que a prostituição é popularmente conhecida como a profissão “mais antiga do mundo”, todos sabem. E, desde que o mundo é dito civilizado, sempre houve prostitutas pobres e prostitutas de elite. O lado desconhecido dessa história é que a imagem a respeito delas nem sempre foi a que temos atualmente. As meretrizes já foram admiradas pela inteligência e cultura, e também já foram associadas a deusas – manter relações sexuais com elas era necessário para conseguir poder e respeito. As “mulheres da vida” sempre tiveram um lugar na História, mas, ao longo dos anos, seu status passou de respeitável à condenável.

Maria Regina Cândido, professora de graduação e de pós-graduação em História, e coordenadora do Núcleo de Estudos da Antiguidade (NEA), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), explica que a conotação de ser ou não bem-vista pela sociedade é um olhar de nosso tempo sobre as prostitutas. “Na antiguidade, elas tinham seu lugar social bem definido. Era uma sociedade que determinava a posição de cada um, que precisava cumprir bem o seu papel em seu espaço e não migrar de função”, diz Maria Regina.
Lá atrás, no período da pré-história, a mulher era associada à Grande Deusa, criadora da força da vida, e estava no centro das atividades sociais, explica Nickie Roberts, no livro As Prostitutas na História. Com tal poder, ela controlava sua sexualidade. Nessas sociedades pré-históricas, cultura, religião e sexualidade estavam interligadas, tendo como fonte a Grande Deusa, conhecida inicialmente como Inanna e mais tarde como Ishtar. Os homens, ignorantes de seu papel na procriação, não eram obsessivos pela paternidade. Foi essa preocupação com a prole que, mais tarde, levou ao surgimento das sociedades patriarcais, com a submissão da mulher.

Por volta de 3.000 a.C., tribos nômades passaram a criar gado e tornaram-se conscientes do papel masculino na reprodução. As sociedades matriarcais da deusa começaram a ser subjugadas. As primeiras civilizações da era histórica desenvolveram-se na Mesopotâmia e no Egito, e nasceram desse levante. Novas formas de casamento foram introduzidas, especificamente destinadas a controlar a sexualidade das mulheres, afirma a escritora. “Foi nesse momento da história humana, em torno do segundo milênio a.C.,
que a instituição da prostituição sagrada tornou-se visível e foi registrada pela primeira vez na escrita”, explica Nickie.

AS PRIMEIRAS PROSTITUTAS DA HISTÓRIA
As grandes cidades da Mesopotâmia e do Egito continuaram centralizadas nos templos da Grande Deusa. As sacerdotisas dos templos, que participavam de rituais sexuais religiosos, ao mesmo tempo mulheres sagradas e meretrizes, foram as primeiras prostitutas da História, conta Nickie Roberts. O status dessas mulheres era elevado. Os reis precisavam buscar a benção da deusa, por meio do sexo ritual com as sacerdotisas, para legitimar seu poder. “Nessa época, as prostitutas do mais alto escalão do templo eram, por direito nato, agentes poderosas e prestigiadas; não eram as meras vítimas oprimidas dos homens, tão protegidas pelas feministas modernas”, escreve Nickie Roberts.

A Suméria criou a segregação feminina ao colocar em lados opostos a esposa obediente e a prostituta má.
Julio Gralha, professor do NEA/UERJ, lembra que a visão sobre as prostitutas da época é pouco documentada de forma escrita, mas pode ser inferida pelas imagens das iconografias. “Pela análise da iconografia, a prostituta existia no Egito e atuava de forma remunerada.
Há contos iconográficos, cômicos, em que a prostituta é vista como poderosa, o homem não agüenta. Como aparecem o colar e outros símbolos ligados à deusa, elas são vistas como protegidas. A prostituição não era algo repulsivo ou condenado pela religião”, diz Gralha.

UM NEGÓCIO ORGANIZADO NA GRÉCIA
Com o passar do tempo, a independência sexual e econômica da prostituta tornou-se uma ameaça à autoridade patriarcal. Por isso, a religião da deusa foi combatida pelos sacerdotes hebreus e, aos poucos, suprimida. Os rituais sexuais viraram pecados graves e as sacerdotisas, pecadoras.

“As principais religiões patriarcais que se seguiram – o cristianismo e o islamismo – reconheceram o impacto devastador do estigma da prostituta na divisão e regulamentação das mulheres”, explica Nickie Roberts.
A Grécia antiga foi uma típica sociedade patriarcal. As mulheres não podiam participar da vida política e social. No entanto, como aconteceu a todas as sociedades antigas, os primeiros habitantes da Grécia foram povos adoradores da deusa, afirma Nickie. Os deuses masculinos só vieram mais tarde, por volta de 2.000 a.C., com os invasores indo-europeus. As duas culturas fundiram-se e produziram o híbrido que chegou até nós. Basta lembrar que Zeus, divindade suprema indo-européia, casou-se com Hera, poderosa deusa sobrevivente do culto anterior.

A negação total do poder da mulher na sociedade grega é decorrente do governo de uma série de ditadores homens. Sólon, que governou Atenas na virada do século VI a. C., foi o principal deles, tendo institucionalizado os papéis das mulheres na sociedade grega. Passaram a existir as “boas mulheres”, submissas – e as outras. Foi também Sólon quem, percebendo os lucros obtidos pelas prostitutas – tanto as comerciais quanto as sagradas -, organizou o negócio, criando bordéis oficiais, administrados pelo Estado. Neles, havia grande exploração das mulheres, que eram praticamente escravas. Junto com os bordéis oficiais, muitas meretrizes independentes exerciam o seu comércio, apesar da legislação de Sólon. “Pela primeira vez na História, as mulheres estavam sendo cafetinadas – oficialmente. (…) Assim, de mãos dadas, nasceram a cafetinagem estatal e privada”, afirma Nickie.

Maria Regina Cândido, historiadora da UERJ, lembra que foi a pressão sobre a terra, com o grande aumento da população grega, que levou Sólon a criar os primeiros bordéis. Isso porque ele trouxe para a região estrangeiros ceramistas, com o intuito de ensinar à população excedente uma nova atividade, já que a agricultura não absorvia mais a todos.
“Para que os estrangeiros não molestassem as esposas e filhas de cidadãos gregos, ele criou um espaço de prostituição oficial na periferia da cidade, os bordéis”, explica a coordenadora do NEA.


Segundo Maria Regina, as prostitutas ficavam em frente ao cemitério, na região do cerâmico, onde estavam instaladas as oficinas dos ceramistas, e também na região do Porto do Pireu, onde eram chamadas de pornes, daí vem a palavra pornografia.

As prostitutas dos bordéis eram estrangeiras, trazidas para a Grécia exclusivamente para cumprir esse papel. Mas muitas mulheres gregas, depois de casamentos desfeitos por suspeita de traição ou outros desvios de comportamento, não viam outro caminho a não ser prostituir-se. Essas, estigmatizadas, juntavam-se às estrangeiras nos bordéis oficiais.

SÍMBOLO ÀS AVESSAS
Maria Madalena, famosa prostituta arrependida da Galiléia, representa que, para ser salva, a mulher precisa abandonar a profissão. Conhecida como a ex-prostituta da Galiléia, Maria Madalena foi uma das mais fiéis seguidoras de Jesus Cristo. De acordo com a Bíblia, ela estava presente em sua crucificação e em seu funeral. Foi ela quem encontrou vazio o túmulo de Jesus, ouviu de um anjo que ele havia ressuscitado e foi dar a notícia aos apóstolos.
Prostituta com papel de destaque na história de Cristo – foi, inclusive, canonizada pela igreja católica -, Maria Madalena poderia ter se tornado um símbolo na luta pela aceitação da atividade. Mas o que ocorreu foi o contrário: como personificou o estereótipo de “prostituta arrependida”, acabou por disseminar uma imagem negativa sobre a prostituição, ao reforçar a idéia de que é preciso abandonar a atividade para redimir-se dos pecados e ser perdoada por Deus.

Durante a Idade Média, as prostitutas atuantes eram excomungadas da igreja católica. Mas as que se arrependiam eram perdoadas e aceitas pela sociedade. Houve até um movimento de conversão, em que a igreja estimulou fiéis a “recuperar” prostitutas e casar-se com elas. Também surgiram comunidades monásticas de ex-prostitutas convertidas, que receberam o nome de “Lares de Madalena”. Elas proliferaram pela Europa, tendo sido financiadas, em sua maioria, pelo clero. Além de Maria Madalena, a igreja enalteceu diversas outras prostitutas que salvaram suas almas pelo arrependimento, como Santa Pelágia, Santa Maria Egipcíaca, Santa Afra e outras.

O curioso é que nenhuma passagem na Bíblia afirma que Maria Madalena foi prostituta. Os textos sagrados a mencionam como pecadora, de quem Jesus expulsou sete demônios, mas não especificam qual seria seu passado. Provavelmente, o que a levou a ser vista como prostituta foi a identificação com um relato de Lucas (7:36-50) sobre uma pecadora anônima, descrita de forma a sugerir ser uma prostituta, que em certa passagem unge os pés de Cristo. O relato de Lucas, a respeito de tal mulher arrependida, antecede a citação nominal de Maria Madalena. No Ocidente cristão, a versão de que Maria Madalena seria essa mulher foi a mais difundida. No Oriente, a mulher anônima e Maria Madalena são vistas como pessoas diferentes.

As prostitutas do templo de Afrodite deixaram de ser vistas como sacerdotisas e viraram escravas. Muitas prostitutas eram cultas e instruídas, e cumpriam o papel de entreter os líderes daquela sociedade. Cobravam alto preço por sua companhia e podiam ou não ceder aos desejos sexuais do cliente. São as hetairae, amantes e musas dos maiores poetas, artistas e estadistas gregos, explica Maria Regina. “As hetairae conduziam seus negócios abertamente em Atenas, trabalhando independentemente tanto dos bordéis do Estado quanto dos templos”, diz Nickie.
A prostituição sagrada também sobreviveu, embora timidamente, durante o período da Grécia clássica. Havia templos em toda a Grécia, especialmente em Corinto – dedicado à deusa Afrodite. As prostitutas do templo não mais eram vistas como sacerdotisas, eram tecnicamente escravas. Mas, por serem consideradas criadas da deusa, mantinham a aura de sacralidade e eram homenageadas pelos clientes. “Demóstenes pagava caro por essas prostitutas. Ele ia de Atenas até Corinto só para ter relações sexuais com elas”, diz
Maria Regina.

LIVRES NO IMPÉRIO ROMANO
Roma foi diferente da Grécia. Até o início da República, a prostituição não era tão disseminada no território romano. “Roma ainda era muito provinciana, fechada”, explica Ronald Wilson Marques Rosa, historiador e pesquisador do NEA/UERJ. A prostituição apenas se difundiu com a expansão militar do império romano e a conquista de escravos.
Antes desta expansão, há indícios de que entre os primeiros romanos, que eram povos agrícolas, existia a antiga religião da deusa, diz Nickie Roberts. Ela também afirma que, em tempos posteriores, a prostituição religiosa estava ligada à adoração da deusa Vênus, que era considerada protetora das prostitutas.

Após a expansão militar e territorial, “os escravos eram os prostitutos, tanto homens quanto mulheres. E não havia estigmatização, não era algo mal-visto. Era normal o uso comercial do escravo para a prostituição. E, muitas vezes, eles usavam esse dinheiro para conseguir a liberdade”, diz Ronald Rosa.

De acordo com Nickie, Roma foi uma sociedade sexualmente muito permissiva. ”Eles escarneciam de qualquer noção de convenção moral ou sexual e desviavam-se de toda norma que houvesse sido inventada até então”, afirma. A grande expansão urbana favoreceu o crescimento da prostituição. A vida era barata, e o sexo, mais barato ainda, diz a autora. Prostituição, adultério e incesto permearam a vida de muitos imperadores romanos. “Falando de modo geral, a prostituição na antiga Roma era uma profissão natural, aceita, sem nenhuma vergonha associada a essas mulheres trabalhadoras”, comenta Nickie.
A vida permissiva levava mulheres a rejeitar o casamento, a ponto de o imperador Augusto estabelecer multas para as moças solteiras da aristocracia em idade casadoira. Muitas se registraram como prostitutas para escapar da obrigação. O sucessor de Augusto, Tibério, proibiu as mulheres da classe dominante de trabalhar como prostitutas.

Diferente da Grécia, os romanos não possuíam e nem operavam bordéis estatais, mas foram os primeiros a criar um sistema de registro estatal das prostitutas de classe baixa. Isso resultou na divisão das prostitutas em duas classes, explica Nickie: as meretrices, registradas, e as prostibulae (fonte da palavra prostituta), não registradas.
A maior parte não se registrava, preferia correr o risco de ser pega pela fiscalização, que era escassa.

CONDENADAS NA IDADE MÉDIA
Com o declínio do Império Romano, começou a Idade Média. Os invasores, guerreiros bárbaros, organizam a vida não mais em grandes cidades e sim em aldeias agrícolas, que não favoreciam a prostituição como a vida urbana. “As artes civilizadas do amor, do prazer e do conhecimento – o erótico e os demais – desapareceram durante a Idade das Trevas. (…) a antiga tradição de uma sensualidade feminina orgulhosa e exaltadora desapareceu para sempre”, afirma Nickie Roberts. A igreja cristã perpetua-se e reprime a sexualidade feminina, ao censurar a prostituição.


Apesar de condenada, a prostituição foi tolerada pela igreja, que a considerou “uma espécie de dreno, existindo para eliminar o efluente sexual que impedia os homens de elevar-se ao patamar do seu Deus”, explica Nickie. A igreja condenava todo relacionamento sexual, mas aceitava a existência da prostituição como um mal necessário. De acordo com Jacques Rossiaud, autor de A Prostituição na Idade Média, “pode-se afirmar, sem receio de erro, que não existia cidade de certa importância sem bordel”.

Havia bordéis públicos, pequenos bordéis privados e também casas de tolerância - os banhos públicos. Além disso, continuavam a existir as prostitutas que trabalhavam nas ruas. Em tese, o acesso aos prostíbulos públicos era proibido para homens casados e padres, mas eles encontravam meios de burlar a legislação. Rossiaud escreve que as prostitutas não eram marginais na cidade, mas desempenhavam uma função.
Nem eram objeto de repulsão social, podendo, inclusive, ser aceitas na sociedade e casar-se depois que deixassem a vida de prostituta.

A liberdade sexual só era tolerada para os homens. As mulheres casadas e suas filhas, de boa família, deviam temer a desonra. Mas, de acordo com Rossiaud, essa liberdade masculina não sobreviveu à “crise do Renascimento”. Houve uma progressiva rejeição da prostituição, que revelava nas comunidades urbanas a precariedade da condição feminina. “Lentamente, a mulher conquistou uma parte do espaço cívico, adquiriu uma identidade própria, tornou-se menos vulnerável”, explica Rossiaud. E houve uma revalorização do casal.
Prostituição e violência aparecem pela primeira vez associadas, devido a brigas, disputas e assassinatos nos locais públicos. Autoridades municipais, apoiadas pela Igreja, passaram a coibir a prostituição que, a partir de então, “aparecia como um flagelo social gerador de problemas e de punições divinas”, afirma Rossiaud. Um após outro, os bordéis públicos foram desaparecendo. “A prostituição não desapareceu com eles, mas tornou-se mais cara, mais perigosa, urdida de relações vergonhosas”, diz Rossiaud. Para o autor, foi o “duplo espelho deformante do absolutismo monárquico e da Contra-Reforma” que fizeram parecer “decadência escandalosa o que era apenas uma dimensão fundamental da sociedade medieval.”

UMA PATOLOGIA PARA A MODERNIDADE
Na modernidade, segundo Margareth Rago, professora titular do departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autora de “Os Prazeres da Noite”, a prostituição ganhou feições diferenciadas. Isso porque as mulheres conquistam maior visibilidade e atuação na sociedade. Surgiram novas formas de sociabilidade e de relações de gênero, com a criação de fábricas, escolas e locais de lazer e consumo. “Foram outros modos de vida, nos quais a mulher vai ter maior participação”, diz Margareth. Apesar da modernização dos costumes, a sociedade ainda é conservadora em relação às prostitutas.

Nesse contexto, nasceu o feminismo e a mulher reivindicou o direito de trabalhar e de estudar. O discurso sobre a prostituição ficou forte nesse período e virou debate médico e jurista. “Há um uso, não consciente, da prostituição para dizer que mulher direita não fuma, não sai de casa sozinha, não assobia na rua, não goza. O médico vai dizer que a mulher não tem muito prazer sexual, ela tem desejo de ser mãe. Já o homem tem e, por isso, precisa da prostituta” , afirma Margareth. De acordo com Margareth, é nessa época que as prostitutas passam a ser condenadas como anormais, patológicas, sem-vergonhas; uma sub-raça incapaz de cidadania. E a justificativa vai vir de teorias médico-científicas. “O que acontece é que a medicina do século XVIII usa os argumentos misógenos de Santo Agostinho e de São Paulo, e fundamenta cientificamente o preconceito contra a prostituta”, explica Margareth. “Diz que a prostituta é um esgoto seminal, uma mulher que não evoluiu suficientemente. São pessoas que têm o cérebro um pouco diferente, o quadril mais largo, os dedos mais curtos. Criam toda uma tipologia” , diz Margareth.

Para a autora de “Os Prazeres da Noite”, podemos diferenciar a imagem que se construiu da prostituta na modernidade para a visão que temos dela hoje em dia: ”Nos últimos 40 anos, mudou muito. O sexo está deixando de ser patológico, de estigmatizar o que pode e o que não pode. Não sei se acontecem mais coisas na cama de casados ou de uma prostituta. ”
“A revolução sexual transformou os costumes. Mas a sociedade ainda é conservadora e há forte preconceito contra essas mulheres”, diz Margareth.

REFERÊNCIAS

ROSSIAUD, Jacques. A Prostituição na Idade Média. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. 224 pág.

RAGO, Margareth. Os Prazeres da Noite: prostituição e códigos da sexualidade feminina em São Paulo (1890-1930). São Paulo: Paz e Terra, 2008. 360 pág.

Nao sabe o tamanho? Temos a solução

Seguidamente, me telefonam meninos preocupados com essa delicada questão: o tamanho do pinto. Quase sempre, e quase sempre aos sábados, a afirmação é de que têm o pinto tão grande que várias outras meretrizes já recusaram. A dúvida: “será que você aguenta”?”
Oh, god.. Obviamente minha resposta é ‘não’. Não tenho a menor intenção de sair com alguém que eu tenha que ‘aguentar’, em sentido algum rs.

Mas, buenas.. navegando por aí, encontrei algo útil: uma régua pra medir pintos. O Peter Meter é discreto, engraçadinho e.. fofinho. Assim que encontrar por aqui, comprarei !

Beijinho, da Mô..

Entre foder e fazer amor

Por: Monique Prada

Somos todos necessariamente substituíveis.
Sério… Os corpos são todos parecidos.. bundas maiores, menores, diferindo na cor, formato, rigidez de formas, cavidades mais ou menos apertadinhas, etc.. mas no fim das contas, dá tudo no mesmo. O instinto nos leva a procurar, nos leva ao tesão, nos leva a meter. Bendito instinto, que garante a preservação da espécie humana rs. Independente de eventualmente nos ferirmos nessa nossa busca insana por mais e mais prazer, o lance é que meter (e ser metida rs) é muito bom. Tem dias que qualquer fodinha nos serve, e foda-se o resto !
Sexo pode também ser a mesma e entediante brincadeira para alguns. O certo é que o repetir entedia. Procura-se variar, e mesmo quando se tem do melhor e mais caro por perto , a tentação de um buraquinho novo, nesse momento até o delicioso e disponível rabão da funkeira mais vulgar pode parecer mais digno de se explorar do que o da cortesã perfumada e sofisticada – quando se a tem plenamente disponível.

Vulgarmente falando, arriscamos quaquer coisa por uma metida nova. Todos nós. Somos todos substituíveis e substituímos, a todo o tempo. O prazer do bifão com ovo nos parece impossível de resistir quando temos à mão, dia após dia, apenas um único prato sofisticado. Sim, sofisticado, delicioso, aprovado e recomendado por muitos, mas sempre o mesmo.
E eu entendo plenamente essa necessidade.
Eu mesma há tempos ando enjoadinha. Hoje, decidi liberar a vagabunda.

Confesso: fodi até que tudo em mim ardesse rs.
Hoje, fiz amor comigo mesma. Fiz amor, muito amor, fodi intensamente com a única pessoa a quem só meu rabo satisfaz: amei a mim mesma, amei ao dia, amei à vida, como nunca.
O dia começou mal, perdi a hora, perdi a cabeça… Felizmente, ele ainda me esperava, depois de meses de conversa e horas de atraso.
Me pegou no meu pior dia, pior astral. Ao mesmo tempo, no dia em que eu mais precisava tê-lo por perto. Implorei que me esperasse, eu precisava de colo.
Corri pro banho, peguei qualquer vestido..levei algumas coisas .. um espumante perdido na geladeira.. óleos, espuma de banho, esfoliantes..
e me fui, aos tropeços rs.
Decidi que ele seria o único do dia, decidi me entregar como há tempos não fazia. Eu queria ver a dama devassa que sou gozando até que lhe doessem as entranhas. E mais, e mais.. e suor, e sêmen, e entrega, e delícias.
E espelhos, e meu corpo, nada perfeito mas tão meu, tão disponível, tão absolutamente sensual, beirando a vulgaridade.. Sequer lembramos do espumante, em meio a tantos líquidos mais interessantes.
Exibicionista que sou, perto do primeiro gozo, telefonei… precisava que alguém mais testemunhasse o prazer intenso que se aproximava.. infelizmente, este meu amigo desligou, saber do meu prazer talvez o desagrade.. enfim…
Então… hoje eu fiz amor, sim. Fiz amor com a única pessoa pra quem eu sou realmente insubstituível: fiz amor comigo mesma. Estou deliciosamente renovada, insuportavelmente feliz.
Recomendo, e repetirei .

 

 

Tacones Lejanos

Sempre tive interesse em conhecer mulheres, não meninas, e lendo o que foi aqui postado, dei uma olhadinha no site… a princípio me pareceu fake, não pelas fotos mas pela cultura da Bella. Sempre tive interesse em algo mais do que o corpo. A idéia do ppp pra mim é extremamente broxante.
Adicionei seu msn, e qual não foi a minha surpresa quando aquilo que o site apresentava era pura verdade. Iniciamos uma conversa bastante amistosa, mas também com propostas, falamos de filmes, músicas, etc, quando não mais resisti, em plena segunda feira a tarde, pedi que viesse até onde moro. Acertados os valores, fiquei aguardando, e com medo que aquilo fosse ilusão.
Com algum atraso ela chegou, mas também não poderia esperar grande pontualidade quando tudo foi tratado as pressas e quando ela teria que dirigir por toda Free Way e um pedaço da Estrada do Mar. No carro, música do The Who, que eu logo pensei que fosse cd de algum irmão dela, o que vim a saber depois que não, que é seu gosto musical mesmo.
Mas vamos ao que interessa. Como disse, é uma mulher – não esperem uma menina. A aparência já foi falada aqui, e muito me agrada, nada plastificado, tudo devidamente perfeito, pelo menos pra mim, deve medir algo em torno de 1,60 m, mas calçando seus sapatos pretos, no melhor estilo de Tacones Lejanos de Almodóvar, cabelos curtos, seios médios e uma bunda perfeita. Leves marquinhas de sol na pele morena. Destaque para a boca carnuda e macia como um pêssego. Com seu vestido jeans, com fecho na frente, que facilmente pode ser despido iniciando-se o jogo do prazer.
Beija delicadamente, com calma, como acredito que deve ser, ainda mais quando as coisas começam. Mostra seu corpo sem medo, pede licença, vai ao banho, retorna, e assim começa minha tarde quase noite de prazer. Um oral perfeito, alternando pequenas lambidas com chupadas com maior sofreguidão. Retribuo, e aqui vai um elogio, completamente depilada, como gosto, sem nenhum cheiro, ou seja, pronta para ser degustada.
Não mais agüentando peço que venha me satisfazer, coloca a camisinha, e cavalga no ritmo certo, lembrem o que disse, é uma mulher e sabe não só satisfazer o parceiro mas também a si própria o que é muito importante. O gozo vem tranquilamente.
Pausa para meu cigarro, conversa baixinho, mas de ótimo nível. O prazer reascende, e tenho agora a honra de desfrutar do anal. Tranqüilo, calmo, sem dor, eu acho, sem traumas, tudo consentido e com prazer. Mas não me dou por contente e volto a penetrar mais uma vez sua bucetinha gozando outra vez.
Mas como tudo que é bom dura pouco, ela se foi, retornando pra Poa, com promessas de vê-la novamente o que ainda não pude cumprir. Mas isso logo vou ter que dar jeito de fazer.
- Por: weiller.jr – Postado originalmente em GpGuia.net

 

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